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Marco Rubio afirma que “haverá uma resposta dos EUA” à condenação de Bolsonaro

Marco Rubio, secretário de Estado dos Estados Unidos, voltou a criticar o Judiciário brasileiro durante entrevista à Fox News, nesta quinta-feira (15/9), em um evento realizado em Israel. Sem citar nominalmente o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), Rubio afirmou que “o estado de direito no Brasil está se rompendo”.

Questionado sobre a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o chefe da diplomacia americana reiterou as críticas, mencionando a atuação de “juízes ativistas”. “Um em particular não apenas foi atrás do Bolsonaro, mas tentou exercer reivindicações extraterritoriais até mesmo contra cidadãos americanos ou pessoas que publicam conteúdos a partir dos Estados Unidos, chegando a ameaçar ir ainda mais longe nesse aspecto”, declarou.


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Rubio também sinalizou que Washington pode adotar novas medidas em breve. “Haverá uma resposta dos EUA a isso. Teremos anúncios na próxima semana ou nos próximos dias sobre quais passos adicionais pretendemos tomar”, disse.

Para o secretário, o processo contra Bolsonaro representa “mais um capítulo de uma campanha crescente de opressão judicial”, que, segundo ele, já teria tentado atingir empresas americanas e até indivíduos que atuam a partir do território dos Estados Unidos.

*Com informações da CNN Brasil

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Marco Rubio, secretário de Estado dos Estados Unidos, voltou a criticar o Judiciário brasileiro durante entrevista à Fox News, nesta quinta-feira (15/9), em um evento realizado em Israel. Sem citar nominalmente o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), Rubio afirmou que “o estado de direito no Brasil está se rompendo”.

Questionado sobre a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o chefe da diplomacia americana reiterou as críticas, mencionando a atuação de “juízes ativistas”. “Um em particular não apenas foi atrás do Bolsonaro, mas tentou exercer reivindicações extraterritoriais até mesmo contra cidadãos americanos ou pessoas que publicam conteúdos a partir dos Estados Unidos, chegando a ameaçar ir ainda mais longe nesse aspecto”, declarou.


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*Com informações da CNN Brasil

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