Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Guiana classifica lei promulgada na Venezuela sobre Essequibo como “ato ilegal”

O Ministério das Relações Exteriores da Guiana assinou um documento, nesta quinta-feira (4/3), classificando a chamada “Lei Orgânica para a Defesa da Guiana Essequiba”, promulgada pela ditadura de Nicolás Maduro, na Venezuelana, nesta quarta-feira (3/3), como um ato ilegal que viola o direito internacional.


Leia também:  

Maduro promulga lei que anexa território da Guiana à Venezuela

Na Guiana, Lula diz que quer América do Sul como zona de paz no planeta


“A tentativa da Venezuela de anexar mais de dois terços do território soberano da Guiana e torná-los parte de seu domínio é uma violação flagrante dos princípios mais fundamentais do direito internacional”, diz um trecho do comunicado, divulgado nas redes sociais do presidente Irfaan Ali, fazendo menção às Cartas da Organização das Nações Unidas (ONU) e da Organização dos Estados Americanos (OEA).

Ainda, o documento afirma que a lei promulgada contradiz o espírito da Declaração Conjunta de Argyle para o Diálogo e a Paz entre Guiana e Venezuela, fruto de um encontro entre os líderes dos países em 14 de dezembro do ano passado, em São Vicente e Granadinas. “Este ato ilegal põe em dúvida o dever da Venezuela de respeitar os princípios dessa Declaração”.

Na ocasião, os lados se comprometeram a buscar uma solução pacífica para a disputa. Agora, o regime de Caracas voltou a investir em seu plano de anexação forçada da região, que abrange cerca de 70% de todo o território da Guiana.

Durante o ato de promulgação da nova lei na Venezuela, o ditador acusou os Estados Unidos de manterem bases militares secretas em Essequibo. Maduro disse que nessas bases seriam planejadas especificamente “agressões contra a população de Tumeremo”, a cidade venezuelana que o governo designou como a capital remota da área disputada.

*Com informações Gazeta do Povo

- Publicidade -[adrotate group="7"]

O Ministério das Relações Exteriores da Guiana assinou um documento, nesta quinta-feira (4/3), classificando a chamada “Lei Orgânica para a Defesa da Guiana Essequiba”, promulgada pela ditadura de Nicolás Maduro, na Venezuelana, nesta quarta-feira (3/3), como um ato ilegal que viola o direito internacional.


Leia também:  

Maduro promulga lei que anexa território da Guiana à Venezuela

Na Guiana, Lula diz que quer América do Sul como zona de paz no planeta


“A tentativa da Venezuela de anexar mais de dois terços do território soberano da Guiana e torná-los parte de seu domínio é uma violação flagrante dos princípios mais fundamentais do direito internacional”, diz um trecho do comunicado, divulgado nas redes sociais do presidente Irfaan Ali, fazendo menção às Cartas da Organização das Nações Unidas (ONU) e da Organização dos Estados Americanos (OEA).

Ainda, o documento afirma que a lei promulgada contradiz o espírito da Declaração Conjunta de Argyle para o Diálogo e a Paz entre Guiana e Venezuela, fruto de um encontro entre os líderes dos países em 14 de dezembro do ano passado, em São Vicente e Granadinas. “Este ato ilegal põe em dúvida o dever da Venezuela de respeitar os princípios dessa Declaração”.

Na ocasião, os lados se comprometeram a buscar uma solução pacífica para a disputa. Agora, o regime de Caracas voltou a investir em seu plano de anexação forçada da região, que abrange cerca de 70% de todo o território da Guiana.

Durante o ato de promulgação da nova lei na Venezuela, o ditador acusou os Estados Unidos de manterem bases militares secretas em Essequibo. Maduro disse que nessas bases seriam planejadas especificamente “agressões contra a população de Tumeremo”, a cidade venezuelana que o governo designou como a capital remota da área disputada.

*Com informações Gazeta do Povo

- Publicidade -[adrotate group="9"]
Jornalismo
Jornalismo
Equipe de jornalismo do portal Rede Onda Digital.

Mais lidas

Terremoto de magnitude 7,7 atinge Indonésia e provoca alerta de tsunami

Um terremoto de magnitude 7,7 atingiu o leste da Indonésia nesta sexta-feira (14/8), às 18h58, no horário de Brasília, 5h58 de sábado (15) no...

EUA acusam Brasil de ajudar China a driblar tarifas

O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou o Brasil e outros 40 países de ajudar a China a driblar tarifas norte-americanas...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Brasil rejeita pressão dos EUA e mantém posição no Tribunal Penal Internacional

O Brasil decidiu não atender ao pedido dos Estados Unidos para que países da América Latina e do Caribe deixem o Tribunal Penal Internacional...

Número de mortos em terremoto na Colômbia passa de 250, segundo autoridades

O terremoto de magnitude 7,4 que atingiu a Colômbia na segunda-feira (10) já deixou mais de 250 mortos, segundo a Associação Colombiana das Capitais...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Líbano é o primeiro país do Oriente Médio a abolir pena de morte

O Parlamento do Líbano aboliu nesta terça-feira (11) a pena de morte, em uma decisão histórica que torna o país o primeiro do Oriente...

Parlamento do Líbano aprova abolição da pena de morte

O Parlamento do Líbano aprovou nesta terça-feira (11/8) uma lei que extingue a pena de morte para todos os crimes. Com a medida, o...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Terremoto de magnitude 7,7 atinge Indonésia e provoca alerta de tsunami

Um terremoto de magnitude 7,7 atingiu o leste da Indonésia nesta sexta-feira (14/8), às 18h58, no horário de Brasília, 5h58 de sábado (15) no...

EUA acusam Brasil de ajudar China a driblar tarifas

O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou o Brasil e outros 40 países de ajudar a China a driblar tarifas norte-americanas...

Brasil rejeita pressão dos EUA e mantém posição no Tribunal Penal Internacional

O Brasil decidiu não atender ao pedido dos Estados Unidos para que países da América Latina e do Caribe deixem o Tribunal Penal Internacional...

Número de mortos em terremoto na Colômbia passa de 250, segundo autoridades

O terremoto de magnitude 7,4 que atingiu a Colômbia na segunda-feira (10) já deixou mais de 250 mortos, segundo a Associação Colombiana das Capitais...

Líbano é o primeiro país do Oriente Médio a abolir pena de morte

O Parlamento do Líbano aboliu nesta terça-feira (11) a pena de morte, em uma decisão histórica que torna o país o primeiro do Oriente...

Parlamento do Líbano aprova abolição da pena de morte

O Parlamento do Líbano aprovou nesta terça-feira (11/8) uma lei que extingue a pena de morte para todos os crimes. Com a medida, o...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]