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Homem que tentou matar Trump em 2024 é condenado à prisão perpétua

O homem acusado de tentar matar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em setembro de 2024, foi sentenciado à prisão perpétua nesta quarta-feira (4/2). A decisão foi proferida pela juíza Aileen Cannon, do Tribunal Distrital Federal em Fort Pierce, na Flórida.

Ryan Routh, de 59 anos, tinha sido considerado culpado por júri em setembro último. Ele foi condenado por tentativa de assassinato de um candidato presidencial (à época, Trump ainda não era presidente), agressão a um agente federal, posse de arma de fogo e munição, e posse de arma com número de série apagado.

Durante a leitura da sentença, Routh permaneceu em silêncio no tribunal. Ele se defendeu sozinho durante o julgamento.

Antes da sentença, familiares e amigos enviaram cartas à Justiça pedindo clemência. Eles afirmaram que não justificavam o crime, mas descreveram Routh como uma pessoa trabalhadora e solidária, citando inclusive o trabalho voluntário dele em apoio à Ucrânia após a invasão russa em 2022.

De acordo com os promotores federais, Routh planejou de forma detalhada uma emboscada contra Trump em setembro de 2024.


Leia mais:

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VÍDEO: Nos EUA, deputada é atacada com líquido ao fazer discurso contra agentes de imigração


Relembre o caso

Em 15  de setembro de 2024, no Trump International Golf Club, em West Palm Beach, um agente do Serviço Secreto estava perto de Trump quando viu o cano do fuzil em meio a um matagal. Os agentes atiraram contra o suspeito que acabou fugindo e abandonou duas mochila, um rifle e outros itens.

Segundo a acusação, ele passou a vigiar a rotina de Trump no local antes de executar o plano. O então candidato à presidência estava jogando golfe naquele domingo.

Routh, um ex-empreiteiro de telhados e natural de Greensboro, na Carolina do Norte, não chegou a disparar nenhum tiro. Ele fugiu, mas foi capturado algumas horas depois.

O episódio foi a segunda tentativa de assassinato contra Trump em 2024. Meses antes, em julho, ele foi atingido de raspão na orelha por disparo de atirador, que foi morto pelo Serviço Secreto.

*Com informações de Metrópoles

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O homem acusado de tentar matar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em setembro de 2024, foi sentenciado à prisão perpétua nesta quarta-feira (4/2). A decisão foi proferida pela juíza Aileen Cannon, do Tribunal Distrital Federal em Fort Pierce, na Flórida.

Ryan Routh, de 59 anos, tinha sido considerado culpado por júri em setembro último. Ele foi condenado por tentativa de assassinato de um candidato presidencial (à época, Trump ainda não era presidente), agressão a um agente federal, posse de arma de fogo e munição, e posse de arma com número de série apagado.

Durante a leitura da sentença, Routh permaneceu em silêncio no tribunal. Ele se defendeu sozinho durante o julgamento.

Antes da sentença, familiares e amigos enviaram cartas à Justiça pedindo clemência. Eles afirmaram que não justificavam o crime, mas descreveram Routh como uma pessoa trabalhadora e solidária, citando inclusive o trabalho voluntário dele em apoio à Ucrânia após a invasão russa em 2022.

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Segundo a acusação, ele passou a vigiar a rotina de Trump no local antes de executar o plano. O então candidato à presidência estava jogando golfe naquele domingo.

Routh, um ex-empreiteiro de telhados e natural de Greensboro, na Carolina do Norte, não chegou a disparar nenhum tiro. Ele fugiu, mas foi capturado algumas horas depois.

O episódio foi a segunda tentativa de assassinato contra Trump em 2024. Meses antes, em julho, ele foi atingido de raspão na orelha por disparo de atirador, que foi morto pelo Serviço Secreto.

*Com informações de Metrópoles

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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