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Líderes da oposição pedem eleições antecipadas em Israel

Em uma coletiva pública realizada nesta quarta-feira (03/04), o ministro da guerra israelense, Benny Gantz, principal rival político do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, convocou abertamente que as eleições parlamentares sejam antecipadas para setembro, após um incidente resultar na morte de funcionários de uma ONG em Gaza.

“Para que possamos permanecer unidos e ter sucesso nas tarefas que enfrentamos, o público deve saber que em breve pediremos mais uma vez que demonstrem a sua confiança, que não ignoraremos a catástrofe de 7 de outubro e o que ocorreu antes disso”, disse Gantz.

Gantz disse que notificou o primeiro-ministro israelense sobre seu pedido, mas se recusou a dizer se deixará a coalizão se o governo não decidir a data das eleições. Gantz tem sido um dos oponentes mais veementes de Netanyahu dentro do gabinete de guerra.


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O partido Likud, de Netanyahu, pediu para Gantz “parar de se envolver em políticas mesquinhas” enquanto Israel estiver em guerra.

“As eleições agora levarão inevitavelmente à paralisia, divisão, danos aos combates em Rafah e danos fatais às chances de um acordo de reféns”, disse o partido em um comunicado.

O líder da oposição israelense, Yair Lapid, apelou à demissão do atual governo “o mais cedo possível” em resposta à declaração de Gantz.

 “O Estado de Israel não pode esperar mais seis meses até que este governo terrível, perigoso e mais fracassado da história deste país vá embora. Este governo deveria sair o mais cedo possível para que possamos trazer de volta os reféns, permitir o retorno dos cidadãos, conquistar o Hamas e garantir que alguém cuide da classe média israelense”, disse Lapid.

Esta não é a primeira vez que novas eleições são convocadas. Outro ministro, Gadi Eisenkot, também apelou ao mesmo no início deste ano, dizendo que as eleições são importantes “para renovar a confiança, uma vez que atualmente não há confiança”. Houve também grandes protestos públicos em Tel Aviv e Jerusalém, um desafio significativo para a liderança cada vez mais combativa de Netanyahu.

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Em uma coletiva pública realizada nesta quarta-feira (03/04), o ministro da guerra israelense, Benny Gantz, principal rival político do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, convocou abertamente que as eleições parlamentares sejam antecipadas para setembro, após um incidente resultar na morte de funcionários de uma ONG em Gaza.

“Para que possamos permanecer unidos e ter sucesso nas tarefas que enfrentamos, o público deve saber que em breve pediremos mais uma vez que demonstrem a sua confiança, que não ignoraremos a catástrofe de 7 de outubro e o que ocorreu antes disso”, disse Gantz.

Gantz disse que notificou o primeiro-ministro israelense sobre seu pedido, mas se recusou a dizer se deixará a coalizão se o governo não decidir a data das eleições. Gantz tem sido um dos oponentes mais veementes de Netanyahu dentro do gabinete de guerra.


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O líder da oposição israelense, Yair Lapid, apelou à demissão do atual governo “o mais cedo possível” em resposta à declaração de Gantz.

 “O Estado de Israel não pode esperar mais seis meses até que este governo terrível, perigoso e mais fracassado da história deste país vá embora. Este governo deveria sair o mais cedo possível para que possamos trazer de volta os reféns, permitir o retorno dos cidadãos, conquistar o Hamas e garantir que alguém cuide da classe média israelense”, disse Lapid.

Esta não é a primeira vez que novas eleições são convocadas. Outro ministro, Gadi Eisenkot, também apelou ao mesmo no início deste ano, dizendo que as eleições são importantes “para renovar a confiança, uma vez que atualmente não há confiança”. Houve também grandes protestos públicos em Tel Aviv e Jerusalém, um desafio significativo para a liderança cada vez mais combativa de Netanyahu.

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