Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Após 130 dias, Musk anuncia no X sua saída do governo Trump

Bilionário comandou departamento que teve atuação polêmica; saída de Musk é motivada pela queda de lucro da Tesla

Na noite de quarta (28/5), o bilionário Elon Musk anunciou no X, sua rede social, que seu período como funcionário especial do governo do presidente americano Donald Trump está “chegando ao fim”.

Na postagem, ele agradeceu ao presidente Donald Trump pela “oportunidade de reduzir gastos desnecessários” e disse que a missão do polêmico Departamento de Eficiência Governamental (Doge, na sigla em inglês), liderado por ele, “só se fortalecerá com o tempo”, quando se tornar um modo de vida.

Veja abaixo:

A saída do empresário do governo norte-americano, após 130 dias da administração Trump, já era esperada desde o início do mês, devido aos problemas enfrentados pela Tesla, a fabricante de veículos elétricos da qual o bilionário é dono. A empresa apresentou queda de 71% no primeiro trimestre deste ano no lucro.


Leia mais:

Elon Musk diz que inelegibilidade de Bolsonaro é “tirania”

Jornal afirma que Tesla busca substituto para Elon Musk; empresa nega


Musk e o Doge: Ações do departamento causaram polêmicas

O bilionário entrou para o governo Trump para comandar o departamento que visava aumentar a eficiência das agências do governo. Para tal, promoveu demissões em massa e cortes orçamentais em diversas agências e entidades federais.

Uma reportagem-denúncia publicada pela revista Times, em fevereiro, detalhou como o Doge atacou várias agências governamentais, incluindo a USAid, o US Digital Service e o Office of Personnel Management (OPM), com corte de orçamentos, a remoção de funcionários de carreira e a aquisição de acesso a sistemas de computadores.

Segundo a revista, as ações do Doge afetaram diretamente a prestação de serviços essenciais, como ajuda externa, programas de saúde pública e esforços ambientais.

A equipe liderada por Musk não possuía mandato legal claro e era composta por funcionários temporários. Agora, com a saída do seu líder, o futuro do departamento é incerto.

*com informações de Metrópoles

- Publicidade -[adrotate group="7"]

Na noite de quarta (28/5), o bilionário Elon Musk anunciou no X, sua rede social, que seu período como funcionário especial do governo do presidente americano Donald Trump está “chegando ao fim”.

Na postagem, ele agradeceu ao presidente Donald Trump pela “oportunidade de reduzir gastos desnecessários” e disse que a missão do polêmico Departamento de Eficiência Governamental (Doge, na sigla em inglês), liderado por ele, “só se fortalecerá com o tempo”, quando se tornar um modo de vida.

Veja abaixo:

A saída do empresário do governo norte-americano, após 130 dias da administração Trump, já era esperada desde o início do mês, devido aos problemas enfrentados pela Tesla, a fabricante de veículos elétricos da qual o bilionário é dono. A empresa apresentou queda de 71% no primeiro trimestre deste ano no lucro.


Leia mais:

Elon Musk diz que inelegibilidade de Bolsonaro é “tirania”

Jornal afirma que Tesla busca substituto para Elon Musk; empresa nega


Musk e o Doge: Ações do departamento causaram polêmicas

O bilionário entrou para o governo Trump para comandar o departamento que visava aumentar a eficiência das agências do governo. Para tal, promoveu demissões em massa e cortes orçamentais em diversas agências e entidades federais.

Uma reportagem-denúncia publicada pela revista Times, em fevereiro, detalhou como o Doge atacou várias agências governamentais, incluindo a USAid, o US Digital Service e o Office of Personnel Management (OPM), com corte de orçamentos, a remoção de funcionários de carreira e a aquisição de acesso a sistemas de computadores.

Segundo a revista, as ações do Doge afetaram diretamente a prestação de serviços essenciais, como ajuda externa, programas de saúde pública e esforços ambientais.

A equipe liderada por Musk não possuía mandato legal claro e era composta por funcionários temporários. Agora, com a saída do seu líder, o futuro do departamento é incerto.

*com informações de Metrópoles

- Publicidade -[adrotate group="9"]
Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

Mais lidas

EUA acusam Brasil de ajudar China a driblar tarifas

O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou o Brasil e outros 40 países de ajudar a China a driblar tarifas norte-americanas...

Brasil rejeita pressão dos EUA e mantém posição no Tribunal Penal Internacional

O Brasil decidiu não atender ao pedido dos Estados Unidos para que países da América Latina e do Caribe deixem o Tribunal Penal Internacional...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Número de mortos em terremoto na Colômbia passa de 250, segundo autoridades

O terremoto de magnitude 7,4 que atingiu a Colômbia na segunda-feira (10) já deixou mais de 250 mortos, segundo a Associação Colombiana das Capitais...

Líbano é o primeiro país do Oriente Médio a abolir pena de morte

O Parlamento do Líbano aboliu nesta terça-feira (11) a pena de morte, em uma decisão histórica que torna o país o primeiro do Oriente...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Parlamento do Líbano aprova abolição da pena de morte

O Parlamento do Líbano aprovou nesta terça-feira (11/8) uma lei que extingue a pena de morte para todos os crimes. Com a medida, o...

Bashar al-Assad é condenado à morte por crimes contra a humanidade

O ex-presidente da Síria Bashar al-Assad foi condenado à pena de morte nesta terça-feira (11) por um tribunal sírio, em julgamento realizado à revelia,...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

EUA acusam Brasil de ajudar China a driblar tarifas

O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou o Brasil e outros 40 países de ajudar a China a driblar tarifas norte-americanas...

Brasil rejeita pressão dos EUA e mantém posição no Tribunal Penal Internacional

O Brasil decidiu não atender ao pedido dos Estados Unidos para que países da América Latina e do Caribe deixem o Tribunal Penal Internacional...

Número de mortos em terremoto na Colômbia passa de 250, segundo autoridades

O terremoto de magnitude 7,4 que atingiu a Colômbia na segunda-feira (10) já deixou mais de 250 mortos, segundo a Associação Colombiana das Capitais...

Líbano é o primeiro país do Oriente Médio a abolir pena de morte

O Parlamento do Líbano aboliu nesta terça-feira (11) a pena de morte, em uma decisão histórica que torna o país o primeiro do Oriente...

Parlamento do Líbano aprova abolição da pena de morte

O Parlamento do Líbano aprovou nesta terça-feira (11/8) uma lei que extingue a pena de morte para todos os crimes. Com a medida, o...

Bashar al-Assad é condenado à morte por crimes contra a humanidade

O ex-presidente da Síria Bashar al-Assad foi condenado à pena de morte nesta terça-feira (11) por um tribunal sírio, em julgamento realizado à revelia,...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]