Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Na ONU, representante de Israel compara líder iraniano a Adolf Hitler

O representante de Israel na Organização das Nações Unidas (ONU), Gilad Erdan, comparou o regime do Irã à Alemanha nazista e o aiatolá Ruhollah Khomeini, líder da Revolução Iraniana, de 1979, a Adolf Hitler.

A fala ocorreu no domingo (14/04), durante reunião emergencial do Conselho de Segurança da ONU, em Nova York, nos Estados Unidos, depois das agressões do Irã contra Israel, entre a noite desse sábado (13/04) e a madrugada deste domingo, em resposta ao ataque de Israel contra o consulado iraniano na Síria, no início deste mês.

Israel e Irã acusaram um ao outro de ser a principal ameaça à paz no Oriente Médio, cada um instando o Conselho de Segurança a impor sanções contra seu inimigo declarado.

“O regime islâmico de hoje não é diferente do Terceiro Reich, e o aiatolá Khomeini não é diferente de Adolf Hitler”, declarou Erdan. A sessão, convocada na manhã deste domingo (14) e que durou cerca de 1 hora e 25 minutos, terminou sem consenso sobre as agressões iranianas.


Leia mais:

Ataque do Irã: ministro diz que o Brasil condena qualquer ato de violência

Após ataque do Irã, Macron pede que Israel “evite escalada de violência” e vai solicitar “trégua olímpica”


Para Erdan, os ataques iranianos ultrapassaram todos os limites e Israel tem o direito legal de se defender. O representante pediu, ainda, que o Irã seja banido da ONU e receba sanções.

“Em vez de gritar ‘sieg heil’ [saudação nazista que significa “viva a vitória”], esses islãs nazistas radicais gritam ‘morte para Israel, para a América, para a Inglaterra’. Assim como o regime nazista, o regime dos aiatolás espalha morte e destruição em todos os lugares que toca. Tal como o Terceiro Reich e os seus brutais oficiais da SS [polícia nazista], o regime iraniano não só espalha o mal por outros países, mas também atormenta e assassina os seus próprios cidadãos”, continuou Erdan.

O israelense estendeu, ainda, as críticas ao secretário-geral da ONU, António Guterres.

“Por que você não usou todos os meios possíveis para condenar o Irã e exigir o cumprimento das regras? Por que você estendeu o tapete vermelho para esses jihadistas genocidas? Por que você os trata como se eles estivessem interessados na redução da escalada da violência quando sabe que o oposto é verdadeiro?”, declarou.

Resposta do Irã

Em retorno, o representante do Irã na ONU, Amir Saeid Iravani, afirmou que o país agiu em autodefesa e que mirou apenas alvos militares.

“O Irã atuou inteiramente no exercício do direito inerente à autodefesa, conforme descrito no artigo 51º da Carta da ONU e reconhecido pelo direito internacional”, destacou o iraniano.

Iravani criticou o posicionamento das potências ocidentais, que teriam “optado, mais uma vez, por fechar os olhos à realidade e ignoraram as causas profundas que contribuem para a situação atual”. Para ele, Estados Unidos, Reino Unido e França agem de “maneira hipócrita”.

Segundo Iravani, depois dos ataques israelenses ao consulado iraniano na Síria, o Irã notificou a ONU sobre o direito de autodefesa e de resposta às agressões.

“Apelamos a este conselho para denunciar veementemente o ato criminoso e terrorista injustificado. O Conselho de Segurança falhou no seu dever de manter a paz e a segurança internacionais”, criticou.

O representante iraniano acusa Israel de cometer “genocídio” na Faixa de Gaza e de ser o responsável pelo conflito na região, ao atacar o povo palestino.

 

*com informações da AFP e UOL.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

O representante de Israel na Organização das Nações Unidas (ONU), Gilad Erdan, comparou o regime do Irã à Alemanha nazista e o aiatolá Ruhollah Khomeini, líder da Revolução Iraniana, de 1979, a Adolf Hitler.

A fala ocorreu no domingo (14/04), durante reunião emergencial do Conselho de Segurança da ONU, em Nova York, nos Estados Unidos, depois das agressões do Irã contra Israel, entre a noite desse sábado (13/04) e a madrugada deste domingo, em resposta ao ataque de Israel contra o consulado iraniano na Síria, no início deste mês.

Israel e Irã acusaram um ao outro de ser a principal ameaça à paz no Oriente Médio, cada um instando o Conselho de Segurança a impor sanções contra seu inimigo declarado.

“O regime islâmico de hoje não é diferente do Terceiro Reich, e o aiatolá Khomeini não é diferente de Adolf Hitler”, declarou Erdan. A sessão, convocada na manhã deste domingo (14) e que durou cerca de 1 hora e 25 minutos, terminou sem consenso sobre as agressões iranianas.


Leia mais:

Ataque do Irã: ministro diz que o Brasil condena qualquer ato de violência

Após ataque do Irã, Macron pede que Israel “evite escalada de violência” e vai solicitar “trégua olímpica”


Para Erdan, os ataques iranianos ultrapassaram todos os limites e Israel tem o direito legal de se defender. O representante pediu, ainda, que o Irã seja banido da ONU e receba sanções.

“Em vez de gritar ‘sieg heil’ [saudação nazista que significa “viva a vitória”], esses islãs nazistas radicais gritam ‘morte para Israel, para a América, para a Inglaterra’. Assim como o regime nazista, o regime dos aiatolás espalha morte e destruição em todos os lugares que toca. Tal como o Terceiro Reich e os seus brutais oficiais da SS [polícia nazista], o regime iraniano não só espalha o mal por outros países, mas também atormenta e assassina os seus próprios cidadãos”, continuou Erdan.

O israelense estendeu, ainda, as críticas ao secretário-geral da ONU, António Guterres.

“Por que você não usou todos os meios possíveis para condenar o Irã e exigir o cumprimento das regras? Por que você estendeu o tapete vermelho para esses jihadistas genocidas? Por que você os trata como se eles estivessem interessados na redução da escalada da violência quando sabe que o oposto é verdadeiro?”, declarou.

Resposta do Irã

Em retorno, o representante do Irã na ONU, Amir Saeid Iravani, afirmou que o país agiu em autodefesa e que mirou apenas alvos militares.

“O Irã atuou inteiramente no exercício do direito inerente à autodefesa, conforme descrito no artigo 51º da Carta da ONU e reconhecido pelo direito internacional”, destacou o iraniano.

Iravani criticou o posicionamento das potências ocidentais, que teriam “optado, mais uma vez, por fechar os olhos à realidade e ignoraram as causas profundas que contribuem para a situação atual”. Para ele, Estados Unidos, Reino Unido e França agem de “maneira hipócrita”.

Segundo Iravani, depois dos ataques israelenses ao consulado iraniano na Síria, o Irã notificou a ONU sobre o direito de autodefesa e de resposta às agressões.

“Apelamos a este conselho para denunciar veementemente o ato criminoso e terrorista injustificado. O Conselho de Segurança falhou no seu dever de manter a paz e a segurança internacionais”, criticou.

O representante iraniano acusa Israel de cometer “genocídio” na Faixa de Gaza e de ser o responsável pelo conflito na região, ao atacar o povo palestino.

 

*com informações da AFP e UOL.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Na ONU, Milei chama organização de “inútil”

Em seu discurso nesta quarta-feira (23/9) na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), o presidente argentino Javier Milei fez duras críticas à...

Super El Niño pode provocar 451 mil mortes no mundo, afirma estudo

Um estudo do Laboratório de Impacto Climático da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, estima que 451 mil pessoas podem morrer entre setembro de...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

PCC e Comando Vermelho na mira do Escudo das Américas

O Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) estão entre as 24 organizações criminosas incluídas em uma ação conjunta anunciada por...

Perito aponta falha na autópsia e não exclui Covid na morte de Maradona

O perito oficial Pablo Ferrari afirmou, nesta terça-feira (22/9), que Diego Armando Maradona sofreu uma morte súbita e que não é possível descartar a...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Na ONU, Lula cita Manaus como centro de combate ao crime na Amazônia

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) citou Manaus nesta terça-feira (22/9), durante seu discurso na abertura da 81ª Assembleia Geral da Organização...

“Eu construí a paz”: Em discurso na ONU, Trump fala sobre Cuba e guerra no Irã

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, discursou nesta terça-feira (22/9) na 81ª Assembleia Geral da ONU, em Nova York, logo após o presidente...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Na ONU, Milei chama organização de “inútil”

Em seu discurso nesta quarta-feira (23/9) na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), o presidente argentino Javier Milei fez duras críticas à...

Super El Niño pode provocar 451 mil mortes no mundo, afirma estudo

Um estudo do Laboratório de Impacto Climático da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, estima que 451 mil pessoas podem morrer entre setembro de...

PCC e Comando Vermelho na mira do Escudo das Américas

O Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) estão entre as 24 organizações criminosas incluídas em uma ação conjunta anunciada por...

Perito aponta falha na autópsia e não exclui Covid na morte de Maradona

O perito oficial Pablo Ferrari afirmou, nesta terça-feira (22/9), que Diego Armando Maradona sofreu uma morte súbita e que não é possível descartar a...

Na ONU, Lula cita Manaus como centro de combate ao crime na Amazônia

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) citou Manaus nesta terça-feira (22/9), durante seu discurso na abertura da 81ª Assembleia Geral da Organização...

“Eu construí a paz”: Em discurso na ONU, Trump fala sobre Cuba e guerra no Irã

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, discursou nesta terça-feira (22/9) na 81ª Assembleia Geral da ONU, em Nova York, logo após o presidente...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]