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Nono dia de guerra entre Israel e Hamas agrava a crise humanitária na região

Nesse sábado (14/10), em um comunicado, as Forças de Segurança de Israel afirmaram preparar ataques por “ar, mar e terra” contra a Faixa de Gaza.

Nove dias se passaram desde o início do conflito entre Israel e Hamas em 15 de outubro, resultando em mais de 3 mil mortes, uma crise humanitária na Faixa de Gaza e a ampliação do conflito para uma escala regional.

No último sábado (14), a Síria testemunhou um ataque de mísseis executado por caças israelenses contra o Aeroporto Internacional de Aleppo. Segundo informações do Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH), a força aérea israelense visava o Hezbollah, grupo que reivindicou a responsabilidade por ataques no norte de Israel no começo do dia.


Leia mais:

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Vaticano declara estar pronto para mediar na guerra entre Hamas e Israel


Crise humanitária

As Forças de Defesa de Israel (FDI) anunciaram nas redes sociais que não atacariam o norte de Gaza até as 13h do domingo, permitindo que os civis se desloquem para o sul. A ONU alertou sobre as dificuldades humanitárias desse deslocamento, após o adiamento do prazo de evacuação.

Ainda assim, o governo de Israel não recuou da determinação, o que levou centenas de milhares de famílias a deixarem tudo para trás. E, em meio a essa mobilização, os bombardeios não cessaram.

Apesar da ordem de retirada, os bombardeios continuam, forçando centenas de milhares de famílias palestinas a abandonarem suas casas. A medida afeta mais de 1,1 milhão de palestinos, incluindo quase metade de crianças, mas Israel mantém a possibilidade de uma invasão terrestre na região.

Nesse sábado (14/10), em um comunicado, as Forças de Segurança de Israel afirmaram preparar ataques por “ar, mar e terra” contra a Faixa de Gaza.

Falta de suprimentos

Desde o início da escalada do conflito em 7 de outubro, Israel realizou ataques a mísseis em Gaza em retaliação ao Hamas. Civis sendo retirados dos escombros de suas casas se tornaram uma cena comum. O conflito resultou em mais de 3 mil mortes, com mais de 1,3 mil mortes registradas por Israel e mais de 2 mil palestinos mortos.

Segundo a porta-voz da Unicef, Sara Al Hattab, a guerra resultou na morte de 700 crianças palestinas e deixou 2,4 mil feridas em Gaza. Metade das vítimas recentes eram mulheres e crianças. Além dos bombardeios, o bloqueio de Israel causou escassez de suprimentos essenciais, incluindo alimentos, combustíveis e remédios. A falta de energia impactou a usina de dessalinização de água e a rede de abastecimento de água também foi afetada pelos ataques.

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Nove dias se passaram desde o início do conflito entre Israel e Hamas em 15 de outubro, resultando em mais de 3 mil mortes, uma crise humanitária na Faixa de Gaza e a ampliação do conflito para uma escala regional.

No último sábado (14), a Síria testemunhou um ataque de mísseis executado por caças israelenses contra o Aeroporto Internacional de Aleppo. Segundo informações do Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH), a força aérea israelense visava o Hezbollah, grupo que reivindicou a responsabilidade por ataques no norte de Israel no começo do dia.


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Ainda assim, o governo de Israel não recuou da determinação, o que levou centenas de milhares de famílias a deixarem tudo para trás. E, em meio a essa mobilização, os bombardeios não cessaram.

Apesar da ordem de retirada, os bombardeios continuam, forçando centenas de milhares de famílias palestinas a abandonarem suas casas. A medida afeta mais de 1,1 milhão de palestinos, incluindo quase metade de crianças, mas Israel mantém a possibilidade de uma invasão terrestre na região.

Nesse sábado (14/10), em um comunicado, as Forças de Segurança de Israel afirmaram preparar ataques por “ar, mar e terra” contra a Faixa de Gaza.

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Segundo a porta-voz da Unicef, Sara Al Hattab, a guerra resultou na morte de 700 crianças palestinas e deixou 2,4 mil feridas em Gaza. Metade das vítimas recentes eram mulheres e crianças. Além dos bombardeios, o bloqueio de Israel causou escassez de suprimentos essenciais, incluindo alimentos, combustíveis e remédios. A falta de energia impactou a usina de dessalinização de água e a rede de abastecimento de água também foi afetada pelos ataques.

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