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Oito ficam feridos em explosão em fábrica na França

Após uma série de explosões na fábrica de explosivos militares Eurenco, ex-Manuco, em Bergerac, Dordonha, oito pessoas ficaram feridas e foram hospitalizadas em estado grave na França.

O incêndio, no entanto, ficou restrito ao local da explosão. As causas do acidente ainda são investigadas. A área foi isolada pelo serviço de emergência e o responsável municipal pediu aos habitantes das redondezas para evitarem a área. No momento da explosão encontravam-se na fábrica cerca de 40 pessoas, 35 das quais sofreram sintomas de intoxicação por fumaça.

Pouco depois das 17h locais (13h em Brasília), o prefeito Jonathan Piroleaud anunciou que o local estava “totalmente seguro” e que o risco de novos incidentes estava “afastado”.

A empresa produz nitrocelulose para munições militares e explosivos, tanto para fins civis como militares, além de combustíveis e de carburantes.

Segundo o sub-prefeito Jean Charles Jobart, o acidente ocorreu no edifício onde estavam armazenados “pelo menos duas toneladas de nitrocelulose”.

Cinco ambulâncias, dois helicópteros e seis dezenas de bombeiros participaram na resposta às explosões, com todo o pessoal presente no local sendo rapidamente retirado.

Em consonância com o hospital de Bergerac, a prefeitura acionou ainda o ‘plano branco’ para ampliar a capacidade de internamento do estabelecimento de saúde.

Leia mais: França se prepara para recordes de calor e incêndios florestais

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Após uma série de explosões na fábrica de explosivos militares Eurenco, ex-Manuco, em Bergerac, Dordonha, oito pessoas ficaram feridas e foram hospitalizadas em estado grave na França.

O incêndio, no entanto, ficou restrito ao local da explosão. As causas do acidente ainda são investigadas. A área foi isolada pelo serviço de emergência e o responsável municipal pediu aos habitantes das redondezas para evitarem a área. No momento da explosão encontravam-se na fábrica cerca de 40 pessoas, 35 das quais sofreram sintomas de intoxicação por fumaça.

Pouco depois das 17h locais (13h em Brasília), o prefeito Jonathan Piroleaud anunciou que o local estava “totalmente seguro” e que o risco de novos incidentes estava “afastado”.

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Segundo o sub-prefeito Jean Charles Jobart, o acidente ocorreu no edifício onde estavam armazenados “pelo menos duas toneladas de nitrocelulose”.

Cinco ambulâncias, dois helicópteros e seis dezenas de bombeiros participaram na resposta às explosões, com todo o pessoal presente no local sendo rapidamente retirado.

Em consonância com o hospital de Bergerac, a prefeitura acionou ainda o ‘plano branco’ para ampliar a capacidade de internamento do estabelecimento de saúde.

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