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PERU: Porto construído pela China potencializa exportação do Brasil e preocupa EUA

Com previsão de inauguração para 2024, o megaprojeto bilionário da China na construção de um porto no Peru, deve encurtar em um terço o tempo médio que a produção brasileira leva para chegar ao Oriente, o que traz um potencial aumento de ganhos em exportações e geração de novos negócios.

O investimento é pioneiro na China na América Latina e deve refletir na saída, rumo à Ásia, desde materiais para a transição energética, como o lítio, a alimentos e produtos industrializados.

A iniciativa também faz parte de um ambicioso plano de investimentos de Pequim conhecido como One Belt, One Road (Um Cinturão, uma Rota, em tradução livre), ou “Nova Rota da Seda”, que busca transformar a geografia econômica global, como apontam especialistas.

A nova conexão de Lima, criará uma conexão que vem sendo apelidada de “Xangai-Chancay” e está sendo mal vista pelos Estados Unidos, pelo receio que a China fortaleça os laços comerciais (e oficiais) com países da América do Sul e controle o fornecimento de materiais críticos na região.


Leia mais:

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Novo centro o pioneiro

O investimento é de cerca de US$ 3,6 bilhões (R$ 17,8 bilhões). A empresa chinesa COSCO Shipping detém uma participação de 60% no porto e a Volcan do Peru, 40%.

Chancay é o primeiro porto com maioria de capital chinês na América Latina e fica localizado a cerca de 60 quilômetros da capital peruana, Lima.

A pretensão é que este porto seja um novo centro de conexão da região com a Ásia que poderá trazer vantagens para uma série de países sul-americanos.

Chancay pode facilitar a exportação de materiais críticos para indústrias como a de veículos elétricos que necessitam, por exemplo, de cobre e lítio, metais em que a América do Sul é líder em reservas.

O projeto representa também uma consolidação dos investimentos da China no Peru.

*com informações BBC Brasil

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Com previsão de inauguração para 2024, o megaprojeto bilionário da China na construção de um porto no Peru, deve encurtar em um terço o tempo médio que a produção brasileira leva para chegar ao Oriente, o que traz um potencial aumento de ganhos em exportações e geração de novos negócios.

O investimento é pioneiro na China na América Latina e deve refletir na saída, rumo à Ásia, desde materiais para a transição energética, como o lítio, a alimentos e produtos industrializados.

A iniciativa também faz parte de um ambicioso plano de investimentos de Pequim conhecido como One Belt, One Road (Um Cinturão, uma Rota, em tradução livre), ou “Nova Rota da Seda”, que busca transformar a geografia econômica global, como apontam especialistas.

A nova conexão de Lima, criará uma conexão que vem sendo apelidada de “Xangai-Chancay” e está sendo mal vista pelos Estados Unidos, pelo receio que a China fortaleça os laços comerciais (e oficiais) com países da América do Sul e controle o fornecimento de materiais críticos na região.


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A pretensão é que este porto seja um novo centro de conexão da região com a Ásia que poderá trazer vantagens para uma série de países sul-americanos.

Chancay pode facilitar a exportação de materiais críticos para indústrias como a de veículos elétricos que necessitam, por exemplo, de cobre e lítio, metais em que a América do Sul é líder em reservas.

O projeto representa também uma consolidação dos investimentos da China no Peru.

*com informações BBC Brasil

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