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“Não queremos ser americanos”, diz primeiro-ministro da Groenlândia sobre investidas de Trump

O primeiro-ministro da Groenlândia, Mute Egede, reiterou nesta terça-feira (21/1) que o território autônomo da Dinamarca não tem interesse em se tornar parte dos Estados Unidos, apesar das recentes declarações do presidente americano Donald Trump. “Nós somos groenlandeses. Não queremos ser americanos. Também não queremos ser dinamarqueses. O futuro da Groenlândia será decidido pela Groenlândia”, afirmou Egede em coletiva de imprensa.

Em dezembro de 2024, Trump publicou em sua rede social, Truth Social, que a Groenlândia é “um lugar incrível” e que a população local “se beneficiará tremendamente quando o território se tornar parte da nossa nação”.


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Em janeiro Trump foi questionado sobre o assunto. Republicado não descartou uma possível ação militar para assumir o controle da região. “Precisamos deles por motivos de segurança econômica. Não vou me comprometer com isso. Pode ser que tenhamos que fazer alguma coisa”, declarou o presidente.

No mesmo dia, Donald Trump Jr., filho mais velho do presidente, realizou uma visita à ilha em caráter não oficial. Após a posse, Trump afirmou que pretende “acompanhar” os planos dinamarqueses para a Groenlândia e sugeriu que a Dinamarca poderia concordar com uma possível transferência, mencionando os altos custos de manutenção do território.

Embora a Groenlândia goze de autonomia, mais da metade de seu orçamento é financiado pelo governo dinamarquês. Um estudo divulgado em 2023 pelo Geological Survey of Denmark and Greenland apontou que a área de 400 mil km² da ilha, atualmente não coberta por gelo, possui concentrações significativas de minerais críticos, incluindo cobre, grafite, níobio, titânio e ródio.

Além disso, a região abriga grandes reservas de terras raras, como neodímio e praseodímio, elementos essenciais na fabricação de motores de veículos elétricos e turbinas eólicas. Os recursos minerais da Groenlândia despertam interesse estratégico de diversas potências globais, aumentando as especulações sobre seu futuro político e econômico.

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O primeiro-ministro da Groenlândia, Mute Egede, reiterou nesta terça-feira (21/1) que o território autônomo da Dinamarca não tem interesse em se tornar parte dos Estados Unidos, apesar das recentes declarações do presidente americano Donald Trump. “Nós somos groenlandeses. Não queremos ser americanos. Também não queremos ser dinamarqueses. O futuro da Groenlândia será decidido pela Groenlândia”, afirmou Egede em coletiva de imprensa.

Em dezembro de 2024, Trump publicou em sua rede social, Truth Social, que a Groenlândia é “um lugar incrível” e que a população local “se beneficiará tremendamente quando o território se tornar parte da nossa nação”.


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No mesmo dia, Donald Trump Jr., filho mais velho do presidente, realizou uma visita à ilha em caráter não oficial. Após a posse, Trump afirmou que pretende “acompanhar” os planos dinamarqueses para a Groenlândia e sugeriu que a Dinamarca poderia concordar com uma possível transferência, mencionando os altos custos de manutenção do território.

Embora a Groenlândia goze de autonomia, mais da metade de seu orçamento é financiado pelo governo dinamarquês. Um estudo divulgado em 2023 pelo Geological Survey of Denmark and Greenland apontou que a área de 400 mil km² da ilha, atualmente não coberta por gelo, possui concentrações significativas de minerais críticos, incluindo cobre, grafite, níobio, titânio e ródio.

Além disso, a região abriga grandes reservas de terras raras, como neodímio e praseodímio, elementos essenciais na fabricação de motores de veículos elétricos e turbinas eólicas. Os recursos minerais da Groenlândia despertam interesse estratégico de diversas potências globais, aumentando as especulações sobre seu futuro político e econômico.

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