Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Putin visita a China enquanto tropas russas avançam na Ucrânia

Visita de 2 dias de Putin à China estreita relações entre os países, enquanto Ocidente se preocupa com escalada da guerra na Ucrânia.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, iniciou nesta quinta (16/5) visita de dois dias à China, onde foi recebido pelo líder chinês Xi Jinping. O objetivo da visita é ampliar o alinhamento entre os dois países.

Putin – cuja delegação inclui altos funcionários da defesa e segurança – foi recebido por Xi no Grande Salão do Povo de Pequim com todo o esplendor militar. À tarde, os dois líderes assinaram uma declaração conjunta, dizendo que iria “injetar um forte impulso” no desenvolvimento das suas relações.

Esta é a primeira viagem internacional de Putin desde que assumiu novo mandato como presidente da Rússia – o seu quinto. Esta é a quarta vez que Putin e Xi falam cara a cara desde que a Rússia lançou a invasão da Ucrânia, e desde o início da guerra, a economia russa passou a ser cada vez mais dependente da China.


Leia mais:

Putin afirma que a Rússia está pronta para uma nova guerra mundial

VÍDEO: Bombardeio russo destrói “Castelo do Harry Potter” na Ucrânia


A Rússia se tornou o primeiro fornecedor de gás da China e vende grandes quantidades de petróleo para o país. Uma das compensações, segundo o jornal Le Monde, seria o fato de Pequim ter ajudado Moscou com inteligência via satélite, chips e equipamentos.

Enquanto a visita acontece, cresce a preocupação internacional com o conflito na Ucrânia: Nos últimos dias a Rússia tem ampliado a sua ofensiva, a ponto de o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky ter anunciado através do seu gabinete que suspenderia todas as próximas viagens internacionais, enquanto as suas tropas se defendem contra uma ofensiva russa surpresa na região nordeste do seu país, Kharkiv.

Nas últimas semanas, até os Estados Unidos subiram o tom, com responsáveis ​​da Casa Branca confrontando Pequim sobre o que consideram ser um apoio substancial à base industrial de defesa da Rússia – sob a forma de bens como máquinas, motores de drones e turbojatos e microeletrônica exportados da China. Pequim criticou os EUA por fazerem “acusações infundadas” sobre “trocas comerciais e econômicas normais” entre a China e a Rússia.

Vale lembrar que a China nunca condenou a invasão russa da Ucrânia, e sempre procurou se manter neutra a respeito do conflito.

*com informações de CNN Brasil e UOL. 

- Publicidade -[adrotate group="7"]

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, iniciou nesta quinta (16/5) visita de dois dias à China, onde foi recebido pelo líder chinês Xi Jinping. O objetivo da visita é ampliar o alinhamento entre os dois países.

Putin – cuja delegação inclui altos funcionários da defesa e segurança – foi recebido por Xi no Grande Salão do Povo de Pequim com todo o esplendor militar. À tarde, os dois líderes assinaram uma declaração conjunta, dizendo que iria “injetar um forte impulso” no desenvolvimento das suas relações.

Esta é a primeira viagem internacional de Putin desde que assumiu novo mandato como presidente da Rússia – o seu quinto. Esta é a quarta vez que Putin e Xi falam cara a cara desde que a Rússia lançou a invasão da Ucrânia, e desde o início da guerra, a economia russa passou a ser cada vez mais dependente da China.


Leia mais:

Putin afirma que a Rússia está pronta para uma nova guerra mundial

VÍDEO: Bombardeio russo destrói “Castelo do Harry Potter” na Ucrânia


A Rússia se tornou o primeiro fornecedor de gás da China e vende grandes quantidades de petróleo para o país. Uma das compensações, segundo o jornal Le Monde, seria o fato de Pequim ter ajudado Moscou com inteligência via satélite, chips e equipamentos.

Enquanto a visita acontece, cresce a preocupação internacional com o conflito na Ucrânia: Nos últimos dias a Rússia tem ampliado a sua ofensiva, a ponto de o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky ter anunciado através do seu gabinete que suspenderia todas as próximas viagens internacionais, enquanto as suas tropas se defendem contra uma ofensiva russa surpresa na região nordeste do seu país, Kharkiv.

Nas últimas semanas, até os Estados Unidos subiram o tom, com responsáveis ​​da Casa Branca confrontando Pequim sobre o que consideram ser um apoio substancial à base industrial de defesa da Rússia – sob a forma de bens como máquinas, motores de drones e turbojatos e microeletrônica exportados da China. Pequim criticou os EUA por fazerem “acusações infundadas” sobre “trocas comerciais e econômicas normais” entre a China e a Rússia.

Vale lembrar que a China nunca condenou a invasão russa da Ucrânia, e sempre procurou se manter neutra a respeito do conflito.

*com informações de CNN Brasil e UOL. 

- Publicidade -[adrotate group="9"]
Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

Mais lidas

Bashar al-Assad é condenado à morte por crimes contra a humanidade

O ex-presidente da Síria Bashar al-Assad foi condenado à pena de morte nesta terça-feira (11) por um tribunal sírio, em julgamento realizado à revelia,...

Número de mortes chega a 132 após terremoto na Colômbia

O número de mortos no terremoto de magnitude 7,4 que atingiu a Colômbia nesta segunda-feira (10/8) subiu para 132, segundo a Asocapitales, associação que...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Deputado dos EUA compara Lula a Maduro em montagem

O deputado republicano Carlos Gimenez publicou na rede social X uma montagem do presidente Lula (PT) no lugar do venezuelano Nicolás Maduro, no dia...

Trump reduz lista de vacinas recomendadas a crianças nos Estados Unidos

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta segunda-feira (10/8) uma ordem executiva que restringe a 11 doenças a lista de imunizações recomendadas...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Após terremoto na Colômbia, Lula oferece apoio do Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou nesta segunda-feira (10), por meio de nota oficial, preocupação e solidariedade ao povo colombiano após um...

Bloqueios do WhatsApp deixam usuários sem acesso a contas

Usuários do WhatsApp em diferentes países, incluindo o Brasil, relatam bloqueios de contas que, segundo eles, ocorreram sem explicação clara. Parte das pessoas afirma...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Bashar al-Assad é condenado à morte por crimes contra a humanidade

O ex-presidente da Síria Bashar al-Assad foi condenado à pena de morte nesta terça-feira (11) por um tribunal sírio, em julgamento realizado à revelia,...

Número de mortes chega a 132 após terremoto na Colômbia

O número de mortos no terremoto de magnitude 7,4 que atingiu a Colômbia nesta segunda-feira (10/8) subiu para 132, segundo a Asocapitales, associação que...

Deputado dos EUA compara Lula a Maduro em montagem

O deputado republicano Carlos Gimenez publicou na rede social X uma montagem do presidente Lula (PT) no lugar do venezuelano Nicolás Maduro, no dia...

Trump reduz lista de vacinas recomendadas a crianças nos Estados Unidos

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta segunda-feira (10/8) uma ordem executiva que restringe a 11 doenças a lista de imunizações recomendadas...

Após terremoto na Colômbia, Lula oferece apoio do Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou nesta segunda-feira (10), por meio de nota oficial, preocupação e solidariedade ao povo colombiano após um...

Bloqueios do WhatsApp deixam usuários sem acesso a contas

Usuários do WhatsApp em diferentes países, incluindo o Brasil, relatam bloqueios de contas que, segundo eles, ocorreram sem explicação clara. Parte das pessoas afirma...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]