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Rússia mantêm mais de 800 mísseis em direção a Ucrânia enquanto EUA libera R$ 1,2 bilhões para guerra

De acordo com um relatório do Centro de Comunicações Estratégicas (StratCom) das Forças Armadas da Ucrânia (AFU), foram lançados aproximadamente 7.400 mísseis e drones sobre a região ucraniana, desde o início da invasão russa em fevereiro de 2022.

“Um terço deste número compreende mísseis S-300 e S-400, enquanto cerca de 900 são mísseis balísticos Iskander-M, e 48 mísseis Kinzhal já foram usados”, diz a mensagem.

Segundo as informações do relatório aproximadamente 3.700 drones de ataque Shahed também foram usados ​​nos ataques. As defesas aéreas ucranianas neutralizaram com sucesso cerca de 2.900 destes veículos aéreos não tripulados (UAV).


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A inteligência ucraniana estima que, no início de novembro, a Rússia possuía cerca de 870 mísseis de alta precisão de nível operacional-estratégico e estratégico, capazes de atingir alvos a mais de 350 quilómetros de distância.

O representante da Direção Principal de Inteligência (HUR), Andriy Yusov, acredita que a Rússia terá dificuldades para retornar aos níveis de produção de mísseis anteriores à guerra. Ele enfatizou que os atuais volumes de produção estão muito aquém de atingir os níveis de estoque de mísseis observados em 24 de fevereiro de 2022.

Yusov não confirmou nem negou a informação que sugeria um aumento na produção de mísseis russos.

Em meados de novembro, Nataliya Humenyuk, porta-voz do Comando Militar do Sul da Ucrânia, disse que as forças russas armazenaram mais de 800 mísseis na Crimeia em preparação para uma campanha antecipada de bombardeamentos de Inverno contra a infra-estrutura civil da Ucrânia.

“Notavelmente, o arsenal inclui mísseis do tipo Kalibr, e a Península da Crimeia é utilizada para lançar mísseis do tipo Onyx. O aumento do potencial do inimigo é evidente”, disse.

Presidente Agradece

Mediante a divulgação do relatório das Forças Armadas da Ucrânia e a probabilidade de novos ataques da Rússia, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, agradeceu nesta quinta-feira (28/12) a Joe Biden e ao Congresso americano, pela destinação de US$ 250 milhões (R$ 1,2 bilhão) em ajuda militar contra o ataque russo.

“Mísseis e componentes adicionais para defesa aérea, armas antitanque, munições, meios de desminagem e outros equipamentos irão satisfazer as necessidades mais prementes da Ucrânia”, escreveu Zelensky.

Segundo o presidente ucraniano, neste ano, os os EUA forneceram 34 pacotes de ajuda militar no valor de mais de 24 milhões de dólares (R$ 116,64 milhões), sendo de extrema importância para o combate de terrorismo e agressão.

“A fim de proteger a liberdade e a segurança não só na Ucrânia e na Europa, mas também nos Estados Unidos, temos de continuar a opor-nos à agressão russa tão forte e decisivamente quanto possível”.

*com informações Kyiv Post

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De acordo com um relatório do Centro de Comunicações Estratégicas (StratCom) das Forças Armadas da Ucrânia (AFU), foram lançados aproximadamente 7.400 mísseis e drones sobre a região ucraniana, desde o início da invasão russa em fevereiro de 2022.

“Um terço deste número compreende mísseis S-300 e S-400, enquanto cerca de 900 são mísseis balísticos Iskander-M, e 48 mísseis Kinzhal já foram usados”, diz a mensagem.

Segundo as informações do relatório aproximadamente 3.700 drones de ataque Shahed também foram usados ​​nos ataques. As defesas aéreas ucranianas neutralizaram com sucesso cerca de 2.900 destes veículos aéreos não tripulados (UAV).


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O representante da Direção Principal de Inteligência (HUR), Andriy Yusov, acredita que a Rússia terá dificuldades para retornar aos níveis de produção de mísseis anteriores à guerra. Ele enfatizou que os atuais volumes de produção estão muito aquém de atingir os níveis de estoque de mísseis observados em 24 de fevereiro de 2022.

Yusov não confirmou nem negou a informação que sugeria um aumento na produção de mísseis russos.

Em meados de novembro, Nataliya Humenyuk, porta-voz do Comando Militar do Sul da Ucrânia, disse que as forças russas armazenaram mais de 800 mísseis na Crimeia em preparação para uma campanha antecipada de bombardeamentos de Inverno contra a infra-estrutura civil da Ucrânia.

“Notavelmente, o arsenal inclui mísseis do tipo Kalibr, e a Península da Crimeia é utilizada para lançar mísseis do tipo Onyx. O aumento do potencial do inimigo é evidente”, disse.

Presidente Agradece

Mediante a divulgação do relatório das Forças Armadas da Ucrânia e a probabilidade de novos ataques da Rússia, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, agradeceu nesta quinta-feira (28/12) a Joe Biden e ao Congresso americano, pela destinação de US$ 250 milhões (R$ 1,2 bilhão) em ajuda militar contra o ataque russo.

“Mísseis e componentes adicionais para defesa aérea, armas antitanque, munições, meios de desminagem e outros equipamentos irão satisfazer as necessidades mais prementes da Ucrânia”, escreveu Zelensky.

Segundo o presidente ucraniano, neste ano, os os EUA forneceram 34 pacotes de ajuda militar no valor de mais de 24 milhões de dólares (R$ 116,64 milhões), sendo de extrema importância para o combate de terrorismo e agressão.

“A fim de proteger a liberdade e a segurança não só na Ucrânia e na Europa, mas também nos Estados Unidos, temos de continuar a opor-nos à agressão russa tão forte e decisivamente quanto possível”.

*com informações Kyiv Post

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