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Título de “cachorro mais velho do mundo” é suspenso pelo Guinness World Records

O título de “cachorro mais velho do mundo” foi suspenso pelo Guinness World Records (GWR) nesta terça-feira (16/1), que anunciou conduzir uma revisão formal no registro, após questionamentos veterinários sobre a idade do intitulado, o cão português chamado Bobi, que morreu em outubro no ano passado.

O comunicado, pelo porta-voz da GWR,  disse que a revisão do registro de Bobi estava em andamento e incluía examinar novamente as evidências, buscar novas evidências, entrar em contato com especialistas e pessoas ligadas ao pedido original.

“Enquanto nossa análise está em andamento, decidimos pausar temporariamente as inscrições tanto para os títulos de recorde de cão mais velho vivo quanto para (cão mais velho) de todos os tempos, até que todas as nossas descobertas estejam em vigor e tenham sido comunicadas”, disse o porta-voz.

Bobi era um Rafeiro Alentejano de raça pura que passou a vida numa aldeia do centro de Portugal e recebeu o título em fevereiro de 2023. A raça dele é tradicionalmente utilizada como cão pastor e tem uma expectativa de vida normal de 12 a 14 anos.

O GWR registrou Bobi como o recorde, de 31 anos e 165 dias, quebrando um recorde mantido desde 1939 por um cão pastor australiano que morreu aos 29 anos e cinco meses.

Leia também:

França tem a menor taxa de natalidade desde 2ª Guerra Mundial, afirmam pesquisadores

Bobi, o cachorro mais velho do mundo, morre aos 31 anos

Em resposta à decisão da GWR, o tutor de Bobi, Leonel Costa, disse em comunicado na terça-feira (16/1) que que a GWR não o procurou e após a morte de seu cachorro, veterinários colocaram em dúvida a idade real do cachorro.

“Uma elite dentro do mundo veterinário tentou dar às pessoas a ideia de que a história de vida de Bobi não era verdadeira”, declarou.

Na alegação de Costa, alguns veterinários ficaram chateados porque ele atribuiu a longevidade de Bobi a fatores como uma dieta constante de “comida humana” em vez de ração para animais de estimação que, segundo ele, era frequentemente recomendada por quem atua no setor.

“Tudo seria diferente se disséssemos que ele (Bobi) comeu ração para animais de estimação durante três décadas”, disse Costa, acrescentando que todos os requisitos solicitados pelo GWR foram cumpridos.

A GWR disse que nenhuma ação foi tomada ainda em relação a qualquer recordista e que qualquer decisão seria determinada pelo resultado da revisão de título.

*com informações Reuters

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O título de “cachorro mais velho do mundo” foi suspenso pelo Guinness World Records (GWR) nesta terça-feira (16/1), que anunciou conduzir uma revisão formal no registro, após questionamentos veterinários sobre a idade do intitulado, o cão português chamado Bobi, que morreu em outubro no ano passado.

O comunicado, pelo porta-voz da GWR,  disse que a revisão do registro de Bobi estava em andamento e incluía examinar novamente as evidências, buscar novas evidências, entrar em contato com especialistas e pessoas ligadas ao pedido original.

“Enquanto nossa análise está em andamento, decidimos pausar temporariamente as inscrições tanto para os títulos de recorde de cão mais velho vivo quanto para (cão mais velho) de todos os tempos, até que todas as nossas descobertas estejam em vigor e tenham sido comunicadas”, disse o porta-voz.

Bobi era um Rafeiro Alentejano de raça pura que passou a vida numa aldeia do centro de Portugal e recebeu o título em fevereiro de 2023. A raça dele é tradicionalmente utilizada como cão pastor e tem uma expectativa de vida normal de 12 a 14 anos.

O GWR registrou Bobi como o recorde, de 31 anos e 165 dias, quebrando um recorde mantido desde 1939 por um cão pastor australiano que morreu aos 29 anos e cinco meses.

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Em resposta à decisão da GWR, o tutor de Bobi, Leonel Costa, disse em comunicado na terça-feira (16/1) que que a GWR não o procurou e após a morte de seu cachorro, veterinários colocaram em dúvida a idade real do cachorro.

“Uma elite dentro do mundo veterinário tentou dar às pessoas a ideia de que a história de vida de Bobi não era verdadeira”, declarou.

Na alegação de Costa, alguns veterinários ficaram chateados porque ele atribuiu a longevidade de Bobi a fatores como uma dieta constante de “comida humana” em vez de ração para animais de estimação que, segundo ele, era frequentemente recomendada por quem atua no setor.

“Tudo seria diferente se disséssemos que ele (Bobi) comeu ração para animais de estimação durante três décadas”, disse Costa, acrescentando que todos os requisitos solicitados pelo GWR foram cumpridos.

A GWR disse que nenhuma ação foi tomada ainda em relação a qualquer recordista e que qualquer decisão seria determinada pelo resultado da revisão de título.

*com informações Reuters

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