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Trump diz que os EUA “não querem comunistas” no país

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que os Estados Unidos “nunca serão um país comunista” durante o discurso que marcou o encerramento das comemorações do Dia da Independência americana, realizado no National Mall, em Washington, na noite de sexta-feira (4), no horário local.

Diante de milhares de apoiadores, Trump fez um discurso em tom fortemente patriótico e declarou que o comunismo representa uma ameaça ao país.

“Os Estados Unidos nunca serão um país comunista. O comunismo é um perdedor e sempre será”, afirmou o presidente.

Durante a fala, Trump comparou o comunismo a um “câncer” e disse que a população americana não quer esse sistema no país. O presidente também afirmou que os Estados Unidos continuam sendo um exemplo para o mundo e que a nação permanecerá como “esperança” e “luz” entre os países.

Em entrevista à Rede Onda Digital, o cientista político Helso Ribeiro afirmou que a declaração de Trump faz parte de uma estratégia para associar adversários ao comunismo, apesar da histórica defesa do capitalismo pelos presidentes dos EUA.

“Se você pegar a história dos Estados Unidos e aí a história política dos Estados Unidos, e aí eu vou remontar a George Washington, que foi o primeiro presidente depois da independência. Se você pegar todos os presidentes estadunidenses que estiveram no poder, nenhum foi comunista. Todos defenderam o capitalismo, a livre iniciativa e a liberdade plena de imprensa, os direitos de ir e vir.

Alguns tiveram um pouco mais de preocupação social. Um exemplo bem recente é o ex-presidente [Barack] Obama, que é zero de comunista. Foi o presidente que mais expulsou estrangeiros ilegais, por exemplo. Zero de comunista. Ele estava preocupado com o sistema de saúde, tentou criar e impulsionar o Obamacare, isso não é ser comunista, é ter uma preocupação social.

O presidente Trump busca narrativas para ligar qualquer opositor dele ao comunismo. Isso já foi feito no Brasil e em vários lugares. É mais uma narrativa. Ele vê que está perdendo espaço, e as pesquisas mostram que ele está perdendo espaço de aceitação popular lá nos Estados Unidos”, destacou.


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Atraso do evento

O evento teve início com cerca de uma hora de atraso devido às condições climáticas. Fortes chuvas, raios e uma intensa onda de calor atingiram a capital americana, obrigando parte do público a buscar abrigo antes do início da cerimônia. Apesar disso, a celebração foi mantida e reuniu milhares de pessoas.

As festividades ocorreram em meio ao cenário de forte polarização política nos Estados Unidos. Parlamentares da oposição criticaram o uso das comemorações oficiais, alegando que o evento teve caráter político ao reforçar pautas defendidas por Trump.

O discurso marcou um dos principais atos públicos do presidente durante as celebrações do Dia da Independência, reforçando temas como patriotismo, identidade nacional e críticas ao comunismo, assuntos recorrentes em seus pronunciamentos.

 

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que os Estados Unidos “nunca serão um país comunista” durante o discurso que marcou o encerramento das comemorações do Dia da Independência americana, realizado no National Mall, em Washington, na noite de sexta-feira (4), no horário local.

Diante de milhares de apoiadores, Trump fez um discurso em tom fortemente patriótico e declarou que o comunismo representa uma ameaça ao país.

“Os Estados Unidos nunca serão um país comunista. O comunismo é um perdedor e sempre será”, afirmou o presidente.

Durante a fala, Trump comparou o comunismo a um “câncer” e disse que a população americana não quer esse sistema no país. O presidente também afirmou que os Estados Unidos continuam sendo um exemplo para o mundo e que a nação permanecerá como “esperança” e “luz” entre os países.

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“Se você pegar a história dos Estados Unidos e aí a história política dos Estados Unidos, e aí eu vou remontar a George Washington, que foi o primeiro presidente depois da independência. Se você pegar todos os presidentes estadunidenses que estiveram no poder, nenhum foi comunista. Todos defenderam o capitalismo, a livre iniciativa e a liberdade plena de imprensa, os direitos de ir e vir.

Alguns tiveram um pouco mais de preocupação social. Um exemplo bem recente é o ex-presidente [Barack] Obama, que é zero de comunista. Foi o presidente que mais expulsou estrangeiros ilegais, por exemplo. Zero de comunista. Ele estava preocupado com o sistema de saúde, tentou criar e impulsionar o Obamacare, isso não é ser comunista, é ter uma preocupação social.

O presidente Trump busca narrativas para ligar qualquer opositor dele ao comunismo. Isso já foi feito no Brasil e em vários lugares. É mais uma narrativa. Ele vê que está perdendo espaço, e as pesquisas mostram que ele está perdendo espaço de aceitação popular lá nos Estados Unidos”, destacou.


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