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UE vai impor sanções aos responsáveis “pelo homicídio” de Alexei Navalny

Os ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia concordaram, na segunda-feira (18/03), com a imposição de sanções a pessoas e organizações responsáveis pela morte do opositor russo Alexei Navalny.

A decisão dos chefes da diplomacia da UE foi tomada um dia depois de Vladimir Putin ter declarado vitória nas eleições presidenciais, garantindo o quinto mandato como presidente e mais seis anos no Kremlin.

Josep Borrell, o chefe da diplomacia europeia, anunciou a decisão dos 27 Estados-membros da UE de sancionarem “cerca de 30 indivíduos e entidades” que foram “responsáveis pelo homicídio de Alexei Navalny”, sem no entanto identificar pessoas ou organizações visadas.

No domingo, em conferência de imprensa após vencer as eleições, Putin falou pela primeira vez sobre a morte de Navanlny, garantindo que o opositor iria ser libertado numa troca de prisioneiros com o ocidente e que a única condição que colocaria fora seria impedí-lo de voltar a entrar em solo russo.


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As eleições russas foram severamente criticadas pelos líderes ocidentais, nomeadamente pelo chefe da diplomacia da UE, que declarou que o ato eleitoral se realizou com “repressão sistemática” dos eleitores e condenou o fato de Moscou ter decidido estender a votação para a presidência nos território ocupados na Ucrânia.

“Esta não foi uma eleição livre e justa, nenhuma observação da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa, num ambiente altamente restrito. Isto é o que posso dizer diplomaticamente, mas mais do que isso, estas eleições foram baseadas na repressão e na intimidação, e estão a ser realizadas em território ucraniano ocupado, violando a soberania ucraniana”, disse Josep Borrell.

Putin foi congratulado publicamente pela vitória apenas pela China, Índia e Coreia do Norte.

As sanções aos responsáveis pela morte de Navalny deverão ser oficializadas nos próximos dias e devem passar pelo congelamento de bens e proibição de entrada em território europeu.

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Os ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia concordaram, na segunda-feira (18/03), com a imposição de sanções a pessoas e organizações responsáveis pela morte do opositor russo Alexei Navalny.

A decisão dos chefes da diplomacia da UE foi tomada um dia depois de Vladimir Putin ter declarado vitória nas eleições presidenciais, garantindo o quinto mandato como presidente e mais seis anos no Kremlin.

Josep Borrell, o chefe da diplomacia europeia, anunciou a decisão dos 27 Estados-membros da UE de sancionarem “cerca de 30 indivíduos e entidades” que foram “responsáveis pelo homicídio de Alexei Navalny”, sem no entanto identificar pessoas ou organizações visadas.

No domingo, em conferência de imprensa após vencer as eleições, Putin falou pela primeira vez sobre a morte de Navanlny, garantindo que o opositor iria ser libertado numa troca de prisioneiros com o ocidente e que a única condição que colocaria fora seria impedí-lo de voltar a entrar em solo russo.


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“Esta não foi uma eleição livre e justa, nenhuma observação da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa, num ambiente altamente restrito. Isto é o que posso dizer diplomaticamente, mas mais do que isso, estas eleições foram baseadas na repressão e na intimidação, e estão a ser realizadas em território ucraniano ocupado, violando a soberania ucraniana”, disse Josep Borrell.

Putin foi congratulado publicamente pela vitória apenas pela China, Índia e Coreia do Norte.

As sanções aos responsáveis pela morte de Navalny deverão ser oficializadas nos próximos dias e devem passar pelo congelamento de bens e proibição de entrada em território europeu.

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