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Veneza começa a cobrar taxa de turistas; veja quem tem que pagar  

Veneza começou a cobrar taxa de turistas em experimento para controlar turismo de massa. A medida será testada ao longo de 29 dias entre os meses de abril e julho, período em que a cidade italiana sofre com hordas de visitantes que superlotam a cidade e gastam pouco.

Nesta quinta-feira (25/04), feriado do Dia da Libertação na Itália, turistas visitando Veneza por um dia, sem pernoitar, tiveram, pela primeira vez, que pagar uma taxa de 5 euros (R$ 27,69) ou arriscar levar uma multa de até 300 euros (R$ 1.661,14).

Visitantes que quiserem acessar o centro histórico da cidade italiana, famosa por seus canais e os passeios nas gôndolas, das 08h30 às 16h30 deverão pagar a taxa. Isso poderá ser feito de maneira online ou presencialmente, em cabines.

O sistema, cuja adoção tem sido adiada há vários anos, será testado até o final de abril e em outros 23 dias ao longo de maio, junho e julho deste ano, num experimento da prefeitura para combater os problemas ocasionados pelo turismo de massa.


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Para comprovar o pagamento da taxa, o turista receberá um código QR em seu telefone – que deve ser guardado, pois é a prova de que você pagou a taxa.

Estão desobrigadas a pagar a taxa pessoas com reservas em hotéis e visitantes com menos de 14 anos de idade. Ainda assim, o grupo precisa se registrar com antecedência. Moradores, estudantes e trabalhadores também não pagam.

Veneza, que é considerada patrimônio da humanidade pela Unesco, se tornou a primeira grande cidade a adotar a medida, que visa diminuir o fluxo de turistas. Segundo Simone Venturini, responsável pelo turismo na cidade, Veneza passou a receber o “turismo de massa” a partir da década de 1960 e, desde então, o número de visitantes aumentou significativamente.

Durante a alta temporada, a cidade atrai cerca de 40 mil pessoas por dia, um fluxo que pressionou a frágil lagoa de Veneza ao longo dos anos, e afastou os moradores da ilha principal. Em 2023, Veneza recebeu 20 milhões de turistas.

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Veneza começou a cobrar taxa de turistas em experimento para controlar turismo de massa. A medida será testada ao longo de 29 dias entre os meses de abril e julho, período em que a cidade italiana sofre com hordas de visitantes que superlotam a cidade e gastam pouco.

Nesta quinta-feira (25/04), feriado do Dia da Libertação na Itália, turistas visitando Veneza por um dia, sem pernoitar, tiveram, pela primeira vez, que pagar uma taxa de 5 euros (R$ 27,69) ou arriscar levar uma multa de até 300 euros (R$ 1.661,14).

Visitantes que quiserem acessar o centro histórico da cidade italiana, famosa por seus canais e os passeios nas gôndolas, das 08h30 às 16h30 deverão pagar a taxa. Isso poderá ser feito de maneira online ou presencialmente, em cabines.

O sistema, cuja adoção tem sido adiada há vários anos, será testado até o final de abril e em outros 23 dias ao longo de maio, junho e julho deste ano, num experimento da prefeitura para combater os problemas ocasionados pelo turismo de massa.


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Estão desobrigadas a pagar a taxa pessoas com reservas em hotéis e visitantes com menos de 14 anos de idade. Ainda assim, o grupo precisa se registrar com antecedência. Moradores, estudantes e trabalhadores também não pagam.

Veneza, que é considerada patrimônio da humanidade pela Unesco, se tornou a primeira grande cidade a adotar a medida, que visa diminuir o fluxo de turistas. Segundo Simone Venturini, responsável pelo turismo na cidade, Veneza passou a receber o “turismo de massa” a partir da década de 1960 e, desde então, o número de visitantes aumentou significativamente.

Durante a alta temporada, a cidade atrai cerca de 40 mil pessoas por dia, um fluxo que pressionou a frágil lagoa de Veneza ao longo dos anos, e afastou os moradores da ilha principal. Em 2023, Veneza recebeu 20 milhões de turistas.

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