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“É papel do Estado descobrir a vocação de cada município e direcionar os investimentos”, diz vice-governador do TO

Laurez Moreira é tocantinense,                   natural de Dueré. É graduado em Direito pela Faculdade Anhanguera, de Goiânia (GO). Foi vereador da sua cidade natal e deputado estadual pelo Tocantins, eleito em 1994 e reeleito em 1998 e 2002. No ano de 2006, foi eleito deputado federal e reeleito em 2010. Em reconhecimento ao seu trabalho parlamentar foi eleito, em 2012, prefeito da cidade de Gurupi e reeleito em 2016. Em 2022, foi eleito vice-governador do Estado do Tocantins na chapa encabeçada por Wanderlei Barbosa.

Nesta entrevista exclusiva à Rede Onda Digital – Tocantins, o político fala sobre sua principal bandeira, o municipalismo, como também exalta os potenciais do Estado do Tocantins, além de partidarismo e eleições municipais.

Ao contrário de vários vices, que são meramente ilustrativos, o Senhor tem uma atividade intensa como vice-governador do Estado do Tocantins.  Gostaria que o Senhor expusesse sobre essas ações que, na grande maioria das vezes, trazem resultados positivos para a máquina pública…

Primeiramente, quero falar da minha alegria em conceder essa entrevista e falar ao grande público da Rede Onda Digital aos tocantinenses que prestigiam este veículo. Entendo que o vice-governador tem o dever de ajudar o governador na sua gestão e é isso que eu tenho procurado fazer. O Estado tem muitas demandas, principalmente porque tem uma dimensão territorial muito grande, e as pessoas necessitam muito de empregos e oportunidades. Minha percepção é que o Estado tem uma grande capacidade de dar muitas respostas a todas essas demandas e investimentos que ocorrem no Tocantins.

Na minha visão, a obrigação de todos os vices é contribuir, por isso, tenho andado por todo o Estado, visitando cada região. Levo para o governador todas as demandas procurando, principalmente, a industrialização do Estado do Tocantins, pois hoje há uma grande possibilidade de promovermos a agroindustrialização. Já contamos com a matéria-prima que é fundamental, como milho e a soja. Aminha luta é para que deixemos de ser exportadores apenas e passemos a agregar valor a essas commodities. Podemos investir também na cadeia produtiva de pequenos animais, como aves e suínos, como também processar o milho e a soja, para só depois exportá-los.

Recentemente o Senhor fez uma viagem no estado do Paraná, exatamente para verificar esses modelos de produção, não foi isso?

Sim, o Paraná é um exemplo de modelo para o Tocantins, porque na década de 70 e 80 incrementaram a produção de milho e soja e, logo após, passaram para a produção de suínos e aves. Isso cria a possibilidade de fomentar o crescimento das pessoas que moram nas propriedades rurais, que passam a ser integrados. Esse pequeno produtor passa a fazer parte de uma cooperativa, passa a ter uma espécie de escala na hora de comprar e, também, de vender. Naturalmente, isso barateia a matéria-prima e aumenta o valor final da venda.

Os representantes do Estado receberam políticos e empreendedores chineses para uma visita de integração dos dois governos visando investimentos e integração. Isso já é resultado da visita que o Senhor fez recentemente aquele país?

Naturalmente que sim. Os chineses têm hoje excesso de recursos para investimentos. Quando nós fomos lá, demonstramos o potencial do Tocantins para investimentos e produção, como também, uma enorme capacidade para apiscicultura, mineração e energia fotovoltaica, além de um leque de outras opções.

Quando se fala lá fora sobre o Brasil, as pessoas pensam apenas nos estados da região sul e sudeste. É por isso que temos que fazer essa interligação, para mostrar que o Tocantins também tem um potencial enorme para crescimento e desenvolvimento. Temos aqui enormes possibilidades de investimento.

Tem-se dito muito que o desenvolvimento e exploração do minério no Tocantins é um dos grandes potenciais. Quais os tipos e onde estão localizados? 

Há um enorme potencial, sem dúvidas, passível deser explorado.  Nós temos, por exemplo, o Rio Tocantins que ficou por muitos e longos anos sem ter nenhuma usina hidrelétrica, apesar do seu enorme potencial. A partir do momento em que se resolveu construir as hidroelétricas, o Estado se tornou um grande fornecedor de energia elétrica para todo o país. 

Assim também ocorre na área da mineração e, por isso, temos que nos prepararmos para explorar as nossas jazidas de uma forma sustentável e equilibrada, contribuindo com o desenvolvimento do Estado trazendo, por consequência, riqueza e oportunidades para nossa gente. Hoje, já se pode notar que o padrão de vida e muitas cidades que exploram essa cadeia produtiva já mudou, como em Goianorte, Natividade, Almas, Bandeirantes e outras.

Naturalmente, há outros potenciais a serem explorados, não é mesmo?

Sim, esse é o grande diferencial do Tocantins. Estou fazendo um trabalho permanente do Bico do Papagaio, porque a região do encontro das águas do rio Tocantins com o rio Araguaia é de uma grandeza turística inigualável, na região de Esperantina.

Já A Ilha do Bananal também pode ser melhor explorada turisticamente e, por tal razão, o governo do Tocantins vai construir um centro de eventos no centro da Ilha, visando contribuir com a exploração turística da região. Temos ainda que aperfeiçoar o turismo da região do Jalapão e da região da Serra Gerais, que são lugares que tem um enorme potencial para o turismo de contemplação e de Aventura.

Em relação à Ilha do Bananal, o projeto para fazer a travessia da ilha através da BR-242 está parado ou estudos concretos para que seja levada a efeito?

A nossa preocupação atualmente é fortalecer o turismo com a construção do Centro de Eventos, onde os indígenas poderão mostrar a sua arte, sua cultura, culinária etc. Isso vai, por consequência,fortalecer a travessia da Ilha, cuja necessidade é melhorar a vida dos nossos indígenas. Trata-se da maior ilha fluvial do mundo e tem quarenta aldeias ali sublocadas, que vão se tornar um grande atrativo turístico para todo mundo.

Em relação a Gurupi e a região sul do Estado, o Sr. tem se mostrado muito interessado em desenvolver a região, mesmo porque já foi prefeito da cidade por dois mandatos. Como o Senhor vê o desenvolvimento daquela região?

Penso que o governo deve olhar com carinho a vocação natural de cada uma das regiões do Estado, propiciando que os investimentos sejam realizados de forma correta, fortalecendo-a de forma sustentável. Gurupi é uma região voltada para o agronegócio. Já Dueré, por exemplo, tem maior invocação para cerâmica, mas também se sobressai para pecuária e Agricultura. A minha pretensão é descobrir a verdadeira vocação de cada um dos municípios e, a partir daí, investir recursos para que esse potencial seja desenvolvido.

A prefeitura de Gurupi – em parceria com Estado do Tocantins em razão do aniversário da cidade, inaugurou muitas obras importantes, que beneficiaram a população. Na condição de ex-prefeito da cidade, como o Senhor tem visto a parceria do governo com o município?

Tenho procurado, enquanto vice-governador, ajudar o município, direcionado recursos para recapeamento de asfalto, construção e reforma deescolas, além de outras obras importantes como a pavimentação asfáltica do trevo da praia, por exemplo. O governo também contribuiu muito com recursos para comemorar e fazer frente as festividades. 

Eu tenho muita preocupação em relação a isso porque, enquanto fui prefeito da cidade, não obtive recursos do governador da época, pois ele não possuía sensibilidade de entender que eu era apenas um adversário político, contudo, o povo do município necessitava dos recursos estaduais.  Isso é muito ruim e penso que a gente tem que pensar grande, independentemente da cor partidária. As divergências têm que ser de ideias e não de pessoas.

E no que concerne ao potencial da região central do Estado, qual a vocação?

Sem dúvida os carros-chefes são a pecuária e a agricultura. Em Marianópolis e Caseara, existem manchas de terra muito produtivas e, por essa razão, tem resultado na produção de muita soja. Já na região de Paraíso e Dois Irmãos, prevalece a pecuária de corte e a produção de leite.

Em relação ao relacionamento político do Governo do Estado do Tocantins com as bancadas federal e estadual, qual é a sua percepção?

Por ser oriundo parlamento, o governador Wanderlei Barbosa tem uma relação muito estreita com os deputados e senadores. Ele é muito hábil e tem uma capacidade de comunicação e convencimento muito boa. Nestas circunstâncias, o governo tem construído uma relação muito sólida com a bancada, de forma tal que os projetos aprovados pelo parlamento confluem com as diretrizes traçadas pelo executivo. Quanto a bancada federal, a destinação de recursos tem sido feita de forma gradativa, mas muito consistente, mês a mês. 

Quando o Senhor foi presidente do PSB a sigla teve um enorme crescimento no estado do Tocantins, o que revela que o Senhor é umgrande articulador político.  Agora no PDT, o Senhor tem trazido bons nomes para o partido. Como o Senhor vê as perspectivas para a eleição Municipal de 2024?

Tenho tido muito cuidado, porque na eleição para governador, em 2022, tivemos o apoio de diversas siglas. Enquanto estava no PSB, meu objetivo era uma candidatura para Deputado Federal e, por isso,trabalhamos com foco nesse propósito, não havendo muita preocupação com a questão dos aliados.  Hoje é completamente diferente, pois estou no exercício de um cargo executivo. Em razão disso, é necessário mais cautela para não prejudicar os parceiros que estão no mesmo barco. 

Nestas circunstâncias, essa questão de filiação tem que ser avaliada com mais parcimônia e tranquilidade. Logicamente poderíamos crescer muito mais, caso não estivéssemos analisando alguns critérios. Contudo, na condição que estou hoje (vice-governador), como também pelo meu perfil agregador, eu preciso estudar com mais tranquilidade.

Precisamos analisar os números, as diretrizes que o nosso partido irá tomar no próximo pleito, como também, como faremos a composição das alianças.  Estamos estruturando o partido no estado inteiro, com diretórios ou comissões provisórias, visando lançar um bom número de candidatos a prefeitos, vices-prefeitos, além de vereadores. Os nomes escolhidos precisam disputar, com força política, as próximas eleições municipais, com capacidade de obter êxito.

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Laurez Moreira é tocantinense,                   natural de Dueré. É graduado em Direito pela Faculdade Anhanguera, de Goiânia (GO). Foi vereador da sua cidade natal e deputado estadual pelo Tocantins, eleito em 1994 e reeleito em 1998 e 2002. No ano de 2006, foi eleito deputado federal e reeleito em 2010. Em reconhecimento ao seu trabalho parlamentar foi eleito, em 2012, prefeito da cidade de Gurupi e reeleito em 2016. Em 2022, foi eleito vice-governador do Estado do Tocantins na chapa encabeçada por Wanderlei Barbosa.

Nesta entrevista exclusiva à Rede Onda Digital – Tocantins, o político fala sobre sua principal bandeira, o municipalismo, como também exalta os potenciais do Estado do Tocantins, além de partidarismo e eleições municipais.

Ao contrário de vários vices, que são meramente ilustrativos, o Senhor tem uma atividade intensa como vice-governador do Estado do Tocantins.  Gostaria que o Senhor expusesse sobre essas ações que, na grande maioria das vezes, trazem resultados positivos para a máquina pública…

Primeiramente, quero falar da minha alegria em conceder essa entrevista e falar ao grande público da Rede Onda Digital aos tocantinenses que prestigiam este veículo. Entendo que o vice-governador tem o dever de ajudar o governador na sua gestão e é isso que eu tenho procurado fazer. O Estado tem muitas demandas, principalmente porque tem uma dimensão territorial muito grande, e as pessoas necessitam muito de empregos e oportunidades. Minha percepção é que o Estado tem uma grande capacidade de dar muitas respostas a todas essas demandas e investimentos que ocorrem no Tocantins.

Na minha visão, a obrigação de todos os vices é contribuir, por isso, tenho andado por todo o Estado, visitando cada região. Levo para o governador todas as demandas procurando, principalmente, a industrialização do Estado do Tocantins, pois hoje há uma grande possibilidade de promovermos a agroindustrialização. Já contamos com a matéria-prima que é fundamental, como milho e a soja. Aminha luta é para que deixemos de ser exportadores apenas e passemos a agregar valor a essas commodities. Podemos investir também na cadeia produtiva de pequenos animais, como aves e suínos, como também processar o milho e a soja, para só depois exportá-los.

Recentemente o Senhor fez uma viagem no estado do Paraná, exatamente para verificar esses modelos de produção, não foi isso?

Sim, o Paraná é um exemplo de modelo para o Tocantins, porque na década de 70 e 80 incrementaram a produção de milho e soja e, logo após, passaram para a produção de suínos e aves. Isso cria a possibilidade de fomentar o crescimento das pessoas que moram nas propriedades rurais, que passam a ser integrados. Esse pequeno produtor passa a fazer parte de uma cooperativa, passa a ter uma espécie de escala na hora de comprar e, também, de vender. Naturalmente, isso barateia a matéria-prima e aumenta o valor final da venda.

Os representantes do Estado receberam políticos e empreendedores chineses para uma visita de integração dos dois governos visando investimentos e integração. Isso já é resultado da visita que o Senhor fez recentemente aquele país?

Naturalmente que sim. Os chineses têm hoje excesso de recursos para investimentos. Quando nós fomos lá, demonstramos o potencial do Tocantins para investimentos e produção, como também, uma enorme capacidade para apiscicultura, mineração e energia fotovoltaica, além de um leque de outras opções.

Quando se fala lá fora sobre o Brasil, as pessoas pensam apenas nos estados da região sul e sudeste. É por isso que temos que fazer essa interligação, para mostrar que o Tocantins também tem um potencial enorme para crescimento e desenvolvimento. Temos aqui enormes possibilidades de investimento.

Tem-se dito muito que o desenvolvimento e exploração do minério no Tocantins é um dos grandes potenciais. Quais os tipos e onde estão localizados? 

Há um enorme potencial, sem dúvidas, passível deser explorado.  Nós temos, por exemplo, o Rio Tocantins que ficou por muitos e longos anos sem ter nenhuma usina hidrelétrica, apesar do seu enorme potencial. A partir do momento em que se resolveu construir as hidroelétricas, o Estado se tornou um grande fornecedor de energia elétrica para todo o país. 

Assim também ocorre na área da mineração e, por isso, temos que nos prepararmos para explorar as nossas jazidas de uma forma sustentável e equilibrada, contribuindo com o desenvolvimento do Estado trazendo, por consequência, riqueza e oportunidades para nossa gente. Hoje, já se pode notar que o padrão de vida e muitas cidades que exploram essa cadeia produtiva já mudou, como em Goianorte, Natividade, Almas, Bandeirantes e outras.

Naturalmente, há outros potenciais a serem explorados, não é mesmo?

Sim, esse é o grande diferencial do Tocantins. Estou fazendo um trabalho permanente do Bico do Papagaio, porque a região do encontro das águas do rio Tocantins com o rio Araguaia é de uma grandeza turística inigualável, na região de Esperantina.

Já A Ilha do Bananal também pode ser melhor explorada turisticamente e, por tal razão, o governo do Tocantins vai construir um centro de eventos no centro da Ilha, visando contribuir com a exploração turística da região. Temos ainda que aperfeiçoar o turismo da região do Jalapão e da região da Serra Gerais, que são lugares que tem um enorme potencial para o turismo de contemplação e de Aventura.

Em relação à Ilha do Bananal, o projeto para fazer a travessia da ilha através da BR-242 está parado ou estudos concretos para que seja levada a efeito?

A nossa preocupação atualmente é fortalecer o turismo com a construção do Centro de Eventos, onde os indígenas poderão mostrar a sua arte, sua cultura, culinária etc. Isso vai, por consequência,fortalecer a travessia da Ilha, cuja necessidade é melhorar a vida dos nossos indígenas. Trata-se da maior ilha fluvial do mundo e tem quarenta aldeias ali sublocadas, que vão se tornar um grande atrativo turístico para todo mundo.

Em relação a Gurupi e a região sul do Estado, o Sr. tem se mostrado muito interessado em desenvolver a região, mesmo porque já foi prefeito da cidade por dois mandatos. Como o Senhor vê o desenvolvimento daquela região?

Penso que o governo deve olhar com carinho a vocação natural de cada uma das regiões do Estado, propiciando que os investimentos sejam realizados de forma correta, fortalecendo-a de forma sustentável. Gurupi é uma região voltada para o agronegócio. Já Dueré, por exemplo, tem maior invocação para cerâmica, mas também se sobressai para pecuária e Agricultura. A minha pretensão é descobrir a verdadeira vocação de cada um dos municípios e, a partir daí, investir recursos para que esse potencial seja desenvolvido.

A prefeitura de Gurupi – em parceria com Estado do Tocantins em razão do aniversário da cidade, inaugurou muitas obras importantes, que beneficiaram a população. Na condição de ex-prefeito da cidade, como o Senhor tem visto a parceria do governo com o município?

Tenho procurado, enquanto vice-governador, ajudar o município, direcionado recursos para recapeamento de asfalto, construção e reforma deescolas, além de outras obras importantes como a pavimentação asfáltica do trevo da praia, por exemplo. O governo também contribuiu muito com recursos para comemorar e fazer frente as festividades. 

Eu tenho muita preocupação em relação a isso porque, enquanto fui prefeito da cidade, não obtive recursos do governador da época, pois ele não possuía sensibilidade de entender que eu era apenas um adversário político, contudo, o povo do município necessitava dos recursos estaduais.  Isso é muito ruim e penso que a gente tem que pensar grande, independentemente da cor partidária. As divergências têm que ser de ideias e não de pessoas.

E no que concerne ao potencial da região central do Estado, qual a vocação?

Sem dúvida os carros-chefes são a pecuária e a agricultura. Em Marianópolis e Caseara, existem manchas de terra muito produtivas e, por essa razão, tem resultado na produção de muita soja. Já na região de Paraíso e Dois Irmãos, prevalece a pecuária de corte e a produção de leite.

Em relação ao relacionamento político do Governo do Estado do Tocantins com as bancadas federal e estadual, qual é a sua percepção?

Por ser oriundo parlamento, o governador Wanderlei Barbosa tem uma relação muito estreita com os deputados e senadores. Ele é muito hábil e tem uma capacidade de comunicação e convencimento muito boa. Nestas circunstâncias, o governo tem construído uma relação muito sólida com a bancada, de forma tal que os projetos aprovados pelo parlamento confluem com as diretrizes traçadas pelo executivo. Quanto a bancada federal, a destinação de recursos tem sido feita de forma gradativa, mas muito consistente, mês a mês. 

Quando o Senhor foi presidente do PSB a sigla teve um enorme crescimento no estado do Tocantins, o que revela que o Senhor é umgrande articulador político.  Agora no PDT, o Senhor tem trazido bons nomes para o partido. Como o Senhor vê as perspectivas para a eleição Municipal de 2024?

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Nestas circunstâncias, essa questão de filiação tem que ser avaliada com mais parcimônia e tranquilidade. Logicamente poderíamos crescer muito mais, caso não estivéssemos analisando alguns critérios. Contudo, na condição que estou hoje (vice-governador), como também pelo meu perfil agregador, eu preciso estudar com mais tranquilidade.

Precisamos analisar os números, as diretrizes que o nosso partido irá tomar no próximo pleito, como também, como faremos a composição das alianças.  Estamos estruturando o partido no estado inteiro, com diretórios ou comissões provisórias, visando lançar um bom número de candidatos a prefeitos, vices-prefeitos, além de vereadores. Os nomes escolhidos precisam disputar, com força política, as próximas eleições municipais, com capacidade de obter êxito.

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