Na noite desta quinta-feira (21/03), Robson de Souza, o ex-jogador Robinho, foi preso pela Polícia Federal (PF), no prédio em que mora, no bairro Aparecida, em Santos, litoral de São Paulo. O juiz Mateus Castelo Branco Firmino da Silva, da 5ª Vara Federal Criminal de Santos, foi quem ordenou a prisão do ex-jogador.
Robinho, deve passar por audiência de custódia na Justiça Federal e, depois, encaminhado para uma penitenciária que ainda não foi definida.
Na quarta-feira (20/03), iniciou o julgamento do pedido da Justiça Italiana pela Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ), realizado remotamente. Os ministros do STJ votaram em três quesitos: a condenação, o regime e a aplicação.
Leia mais:
STJ decide que Robinho deve cumprir pena por estupro no Brasil
Defesa de Robinho envia habeas corpus ao STF para evitar prisão; Fux vai decidir
Robinho alega racismo em condenação na Itália e nega estupro
Robinho fala pela 1ª vez sobre condenação por estupro e diz ter provas de inocência
Em maioria decidiram pela condenação a 9 anos por estupro coletivo, em regime fechado e com homologação da decisão, ou seja, prisão imediata.
A defesa de Robinho chegou a ingressar com um habeas corpus ao Supremo Tribunal Federal (STF), na manhã de hoje, para impedir a prisão até que se encerrem as possibilidades de recurso, mas ainda na noite desta quinta-feira, o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou o pedido e manteve a autorização para que o ex-jogador fosse preso.
“Considerados os fundamentos expostos a longo deste voto, não se vislumbra violação, pelo Superior Tribunal de Justiça, de normas constitucionais, legais ou de tratados internacionais, caracterizadora de coação ilegal ou violência contra a liberdade de locomoção do paciente”, diz Fux.
“Por estas razões, diante da existência de trânsito em julgado da condenação e da possibilidade prevista no ordenamento jurídico brasileiro de transferência da execução da pena, não se vislumbra, sob este ângulo, coação ilegal ou violência contra a liberdade de locomoção do paciente.” Ministro Luiz Fux, do STF, ao negar pedido de habeas corpus.
O crime
O crime de violência sexual em grupo aconteceu em 2013, quando Robinho era um dos principais jogadores do Milan, clube de Milão, na Itália.
Em 19 de janeiro de 2022, nove anos após o caso, a justiça daquele país o condenou em última instância a cumprir a pena estabelecida.
Robinho foi condenado após ter estuprado junto com outros cinco homens uma mulher albanesa em uma boate em Milão. Na ocasião, a vítima, estava inconsciente devido ao grande consumo de álcool. Os condenados alegam que a relação foi consensual.
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Na noite desta quinta-feira (21/03), Robson de Souza, o ex-jogador Robinho, foi preso pela Polícia Federal (PF), no prédio em que mora, no bairro Aparecida, em Santos, litoral de São Paulo. O juiz Mateus Castelo Branco Firmino da Silva, da 5ª Vara Federal Criminal de Santos, foi quem ordenou a prisão do ex-jogador.
Robinho, deve passar por audiência de custódia na Justiça Federal e, depois, encaminhado para uma penitenciária que ainda não foi definida.
Na quarta-feira (20/03), iniciou o julgamento do pedido da Justiça Italiana pela Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ), realizado remotamente. Os ministros do STJ votaram em três quesitos: a condenação, o regime e a aplicação.
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A defesa de Robinho chegou a ingressar com um habeas corpus ao Supremo Tribunal Federal (STF), na manhã de hoje, para impedir a prisão até que se encerrem as possibilidades de recurso, mas ainda na noite desta quinta-feira, o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou o pedido e manteve a autorização para que o ex-jogador fosse preso.
“Considerados os fundamentos expostos a longo deste voto, não se vislumbra violação, pelo Superior Tribunal de Justiça, de normas constitucionais, legais ou de tratados internacionais, caracterizadora de coação ilegal ou violência contra a liberdade de locomoção do paciente”, diz Fux.
“Por estas razões, diante da existência de trânsito em julgado da condenação e da possibilidade prevista no ordenamento jurídico brasileiro de transferência da execução da pena, não se vislumbra, sob este ângulo, coação ilegal ou violência contra a liberdade de locomoção do paciente.” Ministro Luiz Fux, do STF, ao negar pedido de habeas corpus.
O crime
O crime de violência sexual em grupo aconteceu em 2013, quando Robinho era um dos principais jogadores do Milan, clube de Milão, na Itália.
Em 19 de janeiro de 2022, nove anos após o caso, a justiça daquele país o condenou em última instância a cumprir a pena estabelecida.
Robinho foi condenado após ter estuprado junto com outros cinco homens uma mulher albanesa em uma boate em Milão. Na ocasião, a vítima, estava inconsciente devido ao grande consumo de álcool. Os condenados alegam que a relação foi consensual.
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