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Um ano em Brasília e Amom Mandel “não consegue” fiscalizar o presidente Lula

Muito bem, passados um ano do início do mandato, podemos ter uma média da atuação de qualquer parlamentar, afinal, no Brasil, isso representa 1/4 do tempo que o político permanecerá naquele cargo. E se antes a justificativa era de que Amom Mandel estava se adaptando ao novo cargo, hoje podemos fazer uma leitura racional das razões que fazem o político ser conhecido como “deputado municipal”.

Está óbvio, para mim, que o jovem deputado tem um alinhamento ideológico com o governo que está no poder. E isso é crime? Pecado? Ultrajante? Absolutamente não; pelo contrário, como bom democrata, eu sou a favor de que as pessoas tenham a liberdade de confessar publicamente o que acreditam. E está tudo bem. Ninguém tem o monopólio da verdade ou da virtude, e ninguém é melhor que ninguém por questões meramente ideológicas.

Mas alguém pode dizer:“Eu já vi o Amom criticando o Lula”. Querido leitor, tirando um episódio que o Amom teve com o ministro Fernando Haddad e outro com Flavio Dino, você tem que se esforçar muito para lembrar quando o deputado usou seu mandato para atuar incisivamente contra o governo petista. E veja, eu não estou dizendo que o Amom tem que fazer arminha e se filiar ao PL não, estou apenas pedindo para ele ter a mesma firmeza que tem com o Prefeito David Almeida e com o governador Wilson Lima.

Se qualquer pessoa quisesse provar que Amom não fiscaliza o governo Lula, bastaria um levantamento por tema das publicações do deputado desde o dia que ele assumiu o seu mandato, e ficaria provado por “a+b” que a maior parte da sua atuação não é em Brasília. Também poderíamos compará-lo com um deputado independente, e a diferença seria ainda mais assustadora. E aqui, sequer citarei um bolsonarista, ou alguém do PL, ou alguém do Novo, mas um simples deputado de oposição, como o deputado tucano, isso mesmo, do PSDB, Carlos Sampaio, que é ex-procurador de Justiça.

Poderia citar dezenas de deputados, e até colegas de partidos do político, e o resultado seria o mesmo: o companheiro Amom Mandel não toca no Lula. E novamente tudo bem, é direito dele ser da base do governo petista e meu direito dizer que de fato ele é isso. É da democracia.

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Muito bem, passados um ano do início do mandato, podemos ter uma média da atuação de qualquer parlamentar, afinal, no Brasil, isso representa 1/4 do tempo que o político permanecerá naquele cargo. E se antes a justificativa era de que Amom Mandel estava se adaptando ao novo cargo, hoje podemos fazer uma leitura racional das razões que fazem o político ser conhecido como “deputado municipal”.

Está óbvio, para mim, que o jovem deputado tem um alinhamento ideológico com o governo que está no poder. E isso é crime? Pecado? Ultrajante? Absolutamente não; pelo contrário, como bom democrata, eu sou a favor de que as pessoas tenham a liberdade de confessar publicamente o que acreditam. E está tudo bem. Ninguém tem o monopólio da verdade ou da virtude, e ninguém é melhor que ninguém por questões meramente ideológicas.

Mas alguém pode dizer:“Eu já vi o Amom criticando o Lula”. Querido leitor, tirando um episódio que o Amom teve com o ministro Fernando Haddad e outro com Flavio Dino, você tem que se esforçar muito para lembrar quando o deputado usou seu mandato para atuar incisivamente contra o governo petista. E veja, eu não estou dizendo que o Amom tem que fazer arminha e se filiar ao PL não, estou apenas pedindo para ele ter a mesma firmeza que tem com o Prefeito David Almeida e com o governador Wilson Lima.

Se qualquer pessoa quisesse provar que Amom não fiscaliza o governo Lula, bastaria um levantamento por tema das publicações do deputado desde o dia que ele assumiu o seu mandato, e ficaria provado por “a+b” que a maior parte da sua atuação não é em Brasília. Também poderíamos compará-lo com um deputado independente, e a diferença seria ainda mais assustadora. E aqui, sequer citarei um bolsonarista, ou alguém do PL, ou alguém do Novo, mas um simples deputado de oposição, como o deputado tucano, isso mesmo, do PSDB, Carlos Sampaio, que é ex-procurador de Justiça.

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