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Mais de 20 cavalos morreram neste ano por suspeita de intoxicação em Manaus

Vinte e dois cavalos morreram, desde o dia 1° de janeiro de 2025, por suspeita de intoxicação em três localidades distintas em Manaus. A informação foi divulgada, nesta quinta-feira (09/01), pelo delegado-geral adjunto da Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), Guilherme Torres.

As investigações, conduzidas pela Delegacia Especializada em Crimes contra o Meio Ambiente e Urbanismo (Dema), apontam que 12 cavalos morreram no haras Nilton Lins, bairro Flores, zona centro-sul de Manaus; 8 no bairro Tarumã, zona oeste; e 2 no município de Presidente Figueiredo, no interior do Amazonas.

O delegado-geral informou que a principal hipótese investigada até o momento é de intoxicação alimentar. Para apurar as causas, diligências policiais foram imediatamente iniciadas pela Dema, em conjunto com peritos criminais e técnicos da Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Amazonas (Adaf).

“Desde o dia 1º de janeiro deste ano, esses animais começaram a morrer. A PC-AM, juntamente com os órgãos competentes, esteve nos locais onde ocorreram as mortes, onde foram coletadas amostras dos alimentos consumidos pelos cavalos, requisitadas perícias e realizadas necropsias nos animais, cujos laudos ainda estão em fase de elaboração”, relatou Torres.


Leia mais:

Haras Nilton Lins já registra 9 mortes de cavalos por suspeita de botulismo

VÍDEO: Cavalos morrem contaminados por toxina no Haras Nilton Lins


Segundo o delegado-geral adjunto, trata-se de uma investigação complexa, que envolve a análise da qualidade do feno, bem como questões relacionadas ao armazenamento, à distribuição e à produção desse alimento. Já foram ouvidos tratadores, proprietários dos animais e responsáveis pelos haras. O objetivo principal do trabalho investigativo é esclarecer as circunstâncias das mortes e evitar novos óbitos.

“A investigação busca identificar a origem dos alimentos fornecidos aos cavalos, partindo da premissa de que, muito provavelmente, todos vieram de uma mesma fonte. É necessário apurar se houve negligência na produção, armazenamento ou distribuição desses alimentos, bem como identificar a substância que causou as mortes. Os resultados da perícia, aliados aos depoimentos colhidos, serão fundamentais para esclarecer o caso”, destacou Guilherme Torres.

As equipes também visitaram locais de fornecimento para avaliar as condições de produção e armazenamento dos alimentos. A prioridade da investigação é identificar a causa das mortes, evitar novos óbitos e responsabilizar eventuais culpados, caso seja constatada alguma falha ou negligência.

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Vinte e dois cavalos morreram, desde o dia 1° de janeiro de 2025, por suspeita de intoxicação em três localidades distintas em Manaus. A informação foi divulgada, nesta quinta-feira (09/01), pelo delegado-geral adjunto da Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), Guilherme Torres.

As investigações, conduzidas pela Delegacia Especializada em Crimes contra o Meio Ambiente e Urbanismo (Dema), apontam que 12 cavalos morreram no haras Nilton Lins, bairro Flores, zona centro-sul de Manaus; 8 no bairro Tarumã, zona oeste; e 2 no município de Presidente Figueiredo, no interior do Amazonas.

O delegado-geral informou que a principal hipótese investigada até o momento é de intoxicação alimentar. Para apurar as causas, diligências policiais foram imediatamente iniciadas pela Dema, em conjunto com peritos criminais e técnicos da Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Amazonas (Adaf).

“Desde o dia 1º de janeiro deste ano, esses animais começaram a morrer. A PC-AM, juntamente com os órgãos competentes, esteve nos locais onde ocorreram as mortes, onde foram coletadas amostras dos alimentos consumidos pelos cavalos, requisitadas perícias e realizadas necropsias nos animais, cujos laudos ainda estão em fase de elaboração”, relatou Torres.


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“A investigação busca identificar a origem dos alimentos fornecidos aos cavalos, partindo da premissa de que, muito provavelmente, todos vieram de uma mesma fonte. É necessário apurar se houve negligência na produção, armazenamento ou distribuição desses alimentos, bem como identificar a substância que causou as mortes. Os resultados da perícia, aliados aos depoimentos colhidos, serão fundamentais para esclarecer o caso”, destacou Guilherme Torres.

As equipes também visitaram locais de fornecimento para avaliar as condições de produção e armazenamento dos alimentos. A prioridade da investigação é identificar a causa das mortes, evitar novos óbitos e responsabilizar eventuais culpados, caso seja constatada alguma falha ou negligência.

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