O médico Leonardo Gobira pediu afastamento do cargo de Corregedor do Conselho Regional de Medicina do Amazonas (CRM-AM) após ser acusado de violência doméstica contra três mulheres em Manaus.
O documento foi assinado no dia 10 de setembro, pelo próprio médico, onde ele cita que “diante da gravidade de tais acusações e da importância da função (…)” tomou a iniciativa de pedir o afastamento para resguardar o nome do CRM e “garantir que não paire qualquer sombra de dúvida sobre a lisura dos processos conduzidos pela Corregedoria”., diz trecho do pedido.
Além disso, Gobira destaca que o afastamento não é uma admissão de culpa, mas da manifestação de “compromisso com a “moral, ética e, sobretudo, o respeito à instituição”.
Confira o documento abaixo;
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação
Vida pessoal
Em nota, o CRM informou que não julga questões da vida pessoal “que não interfiram no exercício ético e profissional da Medicina”.
Confira nota na íntegra;
Não é atribuição deste Conselho apreciar ou julgar questões restritas à vida e à natureza pessoal que não interfiram no exercício ético e profissional da Medicina, destacando-se que tais assuntos não estão sob a jurisdição deste Regional.
Foto: Divulgação
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O médico Leonardo Gobira pediu afastamento do cargo de Corregedor do Conselho Regional de Medicina do Amazonas (CRM-AM) após ser acusado de violência doméstica contra três mulheres em Manaus.
O documento foi assinado no dia 10 de setembro, pelo próprio médico, onde ele cita que “diante da gravidade de tais acusações e da importância da função (…)” tomou a iniciativa de pedir o afastamento para resguardar o nome do CRM e “garantir que não paire qualquer sombra de dúvida sobre a lisura dos processos conduzidos pela Corregedoria”., diz trecho do pedido.
Além disso, Gobira destaca que o afastamento não é uma admissão de culpa, mas da manifestação de “compromisso com a “moral, ética e, sobretudo, o respeito à instituição”.
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