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Operação Mordaça: Grupo é suspeito de expor traições e pessoas com HIV em perfis de fofoca no Amazonas

Durante a Operação Mordaça, um grupo criminoso, com os suspeitos identificadas como Bruna de Souza Valente, 23; Clícia Mar Cardoso, 24; Cris Luan dos Anjos Oliveira, 20; Ketelen de Oliveira Frota, 20; Moisés Moçambique Cadacho, 25; e Wesley Froes Campos, 29 foram presos suspeitos de expor traições e pessoas que estariam infectadas pelo vírus HIV, no município de Borba, no município do Amazonas.

Eles eram donos de páginas de fofoca intituladas “Focas”, nos quais divulgavam informações difamatórias sobre pessoas e, posteriormente, extorquiam dinheiro das vítimas. Além disso, ao serem procurados pelas vítimas, os criminosos exigiam dinheiro para revelar quem teria feito a “fofoca” ou para remover as publicações difamatórias.

Veja o vídeo;

Investigações começaram após denúncias de vítimas

As investigações revelaram que o grupo estava em atividade há cerca de um ano e meio e criava “caixinhas de perguntas”, recebendo mensagens aleatórias sobre moradores locais e divulgando o conteúdo sem qualquer tipo de filtro.

Veja o vídeo;

Dinheiro e favores sexuais; cerca de 60 vítimas denunciaram o caso

Em um dos casos, um dos perfis chegou a exigir favores sexuais de uma mulher, determinando que ela mantivesse relações com qualquer pessoa indicada pela página.
Além dos crimes de difamação e extorsão, o grupo utilizava os perfis para recrutar pessoas interessadas em jogos de azar on-line, incluindo o conhecido “Jogo do Tigrinho”.

Veja o vídeo;

Padre está entre as vítimas de publicações falsas em perfis de fofoca

De acordo com o delegado Jorge Arcanjo, da 74ª DIP, o grupo não teria poupado nem o próprio padre do município. No entanto, a autoridade policial não deu detalhes sobre qual seria a situação.

Veja o vídeo;

1ª fase da Operação

Operação Mordaça: Grupo é suspeito de expor traições e pessoas com HIV em perfis de fofoca no Amazonas
Foto: Divulgação

A primeira fase da operação foi deflagrada no dia 14 de março, quando foram cumpridos mandados de busca e apreensão e de prisão temporária contra Bruna de Souza Valente, e Wesley Froes Campos, em Borba, além de dois mandados na capital, resultando nas prisões de Cris Luan dos Anjos Oliveira e de outro indivíduo identificado como Elisson Ronald.

Reviravolta

No decorrer das investigações após as primeiras prisões, houve uma reviravolta em relação ao investigado Elisson. Descobriu-se que, na verdade, Elisson havia sido vítima de uma mulher identificada como Clicia Mar Cardoso, residente em Borba. Após se conhecerem em uma rede social e estabelecerem uma amizade virtual, Clicia ganhou a confiança de Elisson e pediu que ele permitisse o uso de sua conta bancária para depósitos, alegando que mantinha relacionamentos com homens que não poderiam transferir o dinheiro diretamente para suas próprias contas.

Veja o vídeo;

Com a chave Pix dele em mãos, Clicia cadastrou um chip de celular em nome de Elisson e criou um dos perfis “Foca”, utilizando-o para extorquir vítimas, que faziam depósitos na conta do amigo, sem que ele soubesse da origem criminosa do esquema. Os valores recebidos por Elisson eram integralmente repassados a Clicia. Além disso, durante o cumprimento do mandado de busca domiciliar na casa de Cris Luan, foi encontrado um novo perfil “Foca” no celular de sua companheira, Ketelen de Oliveira Frota, que foi interrogada ainda no dia 14 de março.

2ª fase da Operação

Na segunda fase da operação, realizada na terça-feira (18/03), foram decretadas as prisões preventivas de todos os envolvidos, com exceção de Elisson, cuja prisão foi revogada após representação da autoridade policial responsável pelo caso.
Clicia Mar foi presa em Borba, e Ketelen, em Manaus, assim como Moisés Moçambique Cadacho, que estava foragido e foi localizado na capital.

Procedimentos

Todos os suspeitos responderão pelos crimes de associação criminosa, extorsão, estelionato, calúnia, difamação, injúria, propaganda enganosa, crime contra as relações de consumo e pela contravenção penal relacionada aos jogos de azar.

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Durante a Operação Mordaça, um grupo criminoso, com os suspeitos identificadas como Bruna de Souza Valente, 23; Clícia Mar Cardoso, 24; Cris Luan dos Anjos Oliveira, 20; Ketelen de Oliveira Frota, 20; Moisés Moçambique Cadacho, 25; e Wesley Froes Campos, 29 foram presos suspeitos de expor traições e pessoas que estariam infectadas pelo vírus HIV, no município de Borba, no município do Amazonas.

Eles eram donos de páginas de fofoca intituladas “Focas”, nos quais divulgavam informações difamatórias sobre pessoas e, posteriormente, extorquiam dinheiro das vítimas. Além disso, ao serem procurados pelas vítimas, os criminosos exigiam dinheiro para revelar quem teria feito a “fofoca” ou para remover as publicações difamatórias.

Veja o vídeo;

Investigações começaram após denúncias de vítimas

As investigações revelaram que o grupo estava em atividade há cerca de um ano e meio e criava “caixinhas de perguntas”, recebendo mensagens aleatórias sobre moradores locais e divulgando o conteúdo sem qualquer tipo de filtro.

Veja o vídeo;

Dinheiro e favores sexuais; cerca de 60 vítimas denunciaram o caso

Em um dos casos, um dos perfis chegou a exigir favores sexuais de uma mulher, determinando que ela mantivesse relações com qualquer pessoa indicada pela página.
Além dos crimes de difamação e extorsão, o grupo utilizava os perfis para recrutar pessoas interessadas em jogos de azar on-line, incluindo o conhecido “Jogo do Tigrinho”.

Veja o vídeo;

Padre está entre as vítimas de publicações falsas em perfis de fofoca

De acordo com o delegado Jorge Arcanjo, da 74ª DIP, o grupo não teria poupado nem o próprio padre do município. No entanto, a autoridade policial não deu detalhes sobre qual seria a situação.

Veja o vídeo;

1ª fase da Operação

Operação Mordaça: Grupo é suspeito de expor traições e pessoas com HIV em perfis de fofoca no Amazonas
Foto: Divulgação

A primeira fase da operação foi deflagrada no dia 14 de março, quando foram cumpridos mandados de busca e apreensão e de prisão temporária contra Bruna de Souza Valente, e Wesley Froes Campos, em Borba, além de dois mandados na capital, resultando nas prisões de Cris Luan dos Anjos Oliveira e de outro indivíduo identificado como Elisson Ronald.

Reviravolta

No decorrer das investigações após as primeiras prisões, houve uma reviravolta em relação ao investigado Elisson. Descobriu-se que, na verdade, Elisson havia sido vítima de uma mulher identificada como Clicia Mar Cardoso, residente em Borba. Após se conhecerem em uma rede social e estabelecerem uma amizade virtual, Clicia ganhou a confiança de Elisson e pediu que ele permitisse o uso de sua conta bancária para depósitos, alegando que mantinha relacionamentos com homens que não poderiam transferir o dinheiro diretamente para suas próprias contas.

Veja o vídeo;

Com a chave Pix dele em mãos, Clicia cadastrou um chip de celular em nome de Elisson e criou um dos perfis “Foca”, utilizando-o para extorquir vítimas, que faziam depósitos na conta do amigo, sem que ele soubesse da origem criminosa do esquema. Os valores recebidos por Elisson eram integralmente repassados a Clicia. Além disso, durante o cumprimento do mandado de busca domiciliar na casa de Cris Luan, foi encontrado um novo perfil “Foca” no celular de sua companheira, Ketelen de Oliveira Frota, que foi interrogada ainda no dia 14 de março.

2ª fase da Operação

Na segunda fase da operação, realizada na terça-feira (18/03), foram decretadas as prisões preventivas de todos os envolvidos, com exceção de Elisson, cuja prisão foi revogada após representação da autoridade policial responsável pelo caso.
Clicia Mar foi presa em Borba, e Ketelen, em Manaus, assim como Moisés Moçambique Cadacho, que estava foragido e foi localizado na capital.

Procedimentos

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