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Ronnie Lessa é transferido para presídio federal em Brasília 

O ex-policial militar Ronnie Lessa, assassino confesso da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes, chegou no início da tarde deste sábado (22/11) à Penitenciária IV do Distrito Federal, em Brasília.

A transferência ocorreu sob forte escolta do Comando de Operações Táticas (COT) da Polícia Federal.

Lessa estava desde junho de 2024 na Penitenciária de Tremembé, no interior de São Paulo. A ida para Brasília foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Mesmo após concluir o período de observação no presídio paulista, Lessa seguia isolado na chamada cela de “seguro”, sem qualquer contato com outros detentos por questões de segurança.

A defesa já havia solicitado a mudança, alegando que o isolamento prolongado colocava em risco a integridade física e psicológica do ex-PM. O pedido foi inicialmente negado por Moraes.

Em nova tentativa, os advogados pediram a transferência para o Centro de Internamento e Reeducação da Papuda, mas a Secretaria de Administração Penitenciária do DF apontou superlotação de 151% e sugeriu como alternativa a Penitenciária IV.

Com base na nova indicação, Moraes reconsiderou e autorizou a transferência, realizada neste sábado em avião da Polícia Federal.


Saiba mais: 

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Condenação

Em 30 de outubro de 2024, Lessa foi condenado pelo 4º Tribunal do Júri do Rio de Janeiro a 78 anos e 9 meses de prisão. O também ex-policial Élcio Queiroz, que participou da execução, recebeu pena de 59 anos e 8 meses. Ambos firmaram acordos de delação premiada, o que reduzirá o tempo de cumprimento das penas.

Os dois foram condenados por:

  • Duplo homicídio triplamente qualificado, por motivo torpe, emboscada e recurso que dificultou a defesa das vítimas;
  • Tentativa de homicídio contra Fernanda Chaves, assessora de Marielle, que sobreviveu ao ataque;
  • Receptação do veículo Cobalt prata clonado usado no crime.

Além das penas de prisão, Lessa e Élcio deverão pagar R$ 3,5 milhões em indenização às famílias de Marielle Franco, Anderson Gomes e à sobrevivente Fernanda Chaves.

*Com informações do G1 Rio de Janeiro.

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O ex-policial militar Ronnie Lessa, assassino confesso da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes, chegou no início da tarde deste sábado (22/11) à Penitenciária IV do Distrito Federal, em Brasília.

A transferência ocorreu sob forte escolta do Comando de Operações Táticas (COT) da Polícia Federal.

Lessa estava desde junho de 2024 na Penitenciária de Tremembé, no interior de São Paulo. A ida para Brasília foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Mesmo após concluir o período de observação no presídio paulista, Lessa seguia isolado na chamada cela de “seguro”, sem qualquer contato com outros detentos por questões de segurança.

A defesa já havia solicitado a mudança, alegando que o isolamento prolongado colocava em risco a integridade física e psicológica do ex-PM. O pedido foi inicialmente negado por Moraes.

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  • Duplo homicídio triplamente qualificado, por motivo torpe, emboscada e recurso que dificultou a defesa das vítimas;
  • Tentativa de homicídio contra Fernanda Chaves, assessora de Marielle, que sobreviveu ao ataque;
  • Receptação do veículo Cobalt prata clonado usado no crime.

Além das penas de prisão, Lessa e Élcio deverão pagar R$ 3,5 milhões em indenização às famílias de Marielle Franco, Anderson Gomes e à sobrevivente Fernanda Chaves.

*Com informações do G1 Rio de Janeiro.

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