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Suspeita de transportar fuzil usado na execução de ex-delegado de SP é presa

Uma mulher suspeita de transportar um fuzil usado na execução do ex-delegado geral de São Paulo, Ruy Ferraz Fontes, em Praia Grande, na última segunda (15/9), foi presa nesta quinta (18/9). Ela foi identificada pela CNN como Dahesly, de 25 anos.

Veja o momento da prisão:

A prisão

A mulher foi levada para prestar depoimento no Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) e, logo depois, ela foi presa temporariamente.

“Temos a primeira prisão relacionada ao assassinato do Dr Ruy. Trata-se de uma mulher de 25 anos, presa temporariamente, responsável por levar da Praia Grande para a região do ABC um dos fuzis usados no crime. A polícia segue trabalhando para prender todos os envolvidos”, disse a polícia, nas redes sociais.

Em depoimento, ela disse que trazia uma sacola mas não sabia o que tinha dentro. A versão não convenceu a polícia. Dahesly deve passar por audiência de custódia ainda nesta quinta.


Leia também:

Suspeito de assassinar ex-delegado-geral de SP é preso


Sobre a suspeita

A CNN disse que a mulher tem passagem por tráfico de drogas.

Morte do delegado 

Uma câmera de segurança registrou o momento do atentado que aconteceu nesta segunda-feira (15/9), em Praia Grande, no litoral paulista. As imagens mostram Ruy Ferraz dirigindo um carro em aparente tentativa de fuga, quando perdeu o controle da direção, bateu contra um ônibus e capotou. Na sequência, criminosos que seguiam em outro veículo desembarcaram e dispararam diversos tiros contra o carro do delegado (assista abaixo).

Combate ao PCC

Fontes foi o primeiro delegado a investigar a atuação do PCC no estado de São Paulo, no início dos anos 2000, enquanto chefiava a Delegacia de Roubo a Bancos do Deic. Em 2019, chegou a ser jurado de morte por Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, apontado como líder máximo da facção, após a transferência dele para o sistema penitenciário federal.

Mais tarde, Ruy Ferraz chegou ao cargo máximo da corporação, tornando-se delegado-geral da Polícia Civil paulista. Atualmente, ocupava a Secretaria de Administração de Praia Grande, onde foi morto.

Quem era Ruy Ferraz Fontes

Com mais de 40 anos de experiência na Polícia Civil, Ruy construiu uma carreira voltada ao combate ao crime organizado, atuando em divisões estratégicas como o DHPP, Denarc e Deic, além de comandar o Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap).

*com informações da CNN 

 

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Uma mulher suspeita de transportar um fuzil usado na execução do ex-delegado geral de São Paulo, Ruy Ferraz Fontes, em Praia Grande, na última segunda (15/9), foi presa nesta quinta (18/9). Ela foi identificada pela CNN como Dahesly, de 25 anos.

Veja o momento da prisão:

A prisão

A mulher foi levada para prestar depoimento no Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) e, logo depois, ela foi presa temporariamente.

“Temos a primeira prisão relacionada ao assassinato do Dr Ruy. Trata-se de uma mulher de 25 anos, presa temporariamente, responsável por levar da Praia Grande para a região do ABC um dos fuzis usados no crime. A polícia segue trabalhando para prender todos os envolvidos”, disse a polícia, nas redes sociais.

Em depoimento, ela disse que trazia uma sacola mas não sabia o que tinha dentro. A versão não convenceu a polícia. Dahesly deve passar por audiência de custódia ainda nesta quinta.


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Fontes foi o primeiro delegado a investigar a atuação do PCC no estado de São Paulo, no início dos anos 2000, enquanto chefiava a Delegacia de Roubo a Bancos do Deic. Em 2019, chegou a ser jurado de morte por Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, apontado como líder máximo da facção, após a transferência dele para o sistema penitenciário federal.

Mais tarde, Ruy Ferraz chegou ao cargo máximo da corporação, tornando-se delegado-geral da Polícia Civil paulista. Atualmente, ocupava a Secretaria de Administração de Praia Grande, onde foi morto.

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