Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Câmara aprova volta de seguro obrigatório de veículos; PL do novo Dpvat segue para o Senado

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (09/04), o projeto de lei que recria o Dpvat (Seguro Obrigatório de Danos Pessoais por Veículos Automotores Terrestres), que desde 2021 estava extinto. Por 304 votos a favor e 136 contra, o texto aprovado da proposta, que foi enviado em novembro do ano passado ao Congresso, segue agora para o Senado.

O novo seguro, chamado SPVAT, fica sob tutela da Caixa Econômica Federal, que terá de criar e gerir um fundo de natureza privada para arcar com os custos. Em novembro do ano passado, o banco disse que não tinha recursos suficientes para arcar com as indenizações dos acidentes que se deram depois de 14 de novembro de 2023.

Deputados de oposição tentaram barrar o projeto, assim como nos requerimentos de urgência dos PLs do Perse e da reoneração dos municípios. Houve divergência sobre a possibilidade de antecipação de crédito suplementar ao fim do 1º semestre, o que iria na contramão do novo marco fiscal.


Leia mais:

Licenciamento de veículos com placa de final 9 termina este mês

Licenciamento anual de veículos começa em janeiro; confira prazos


A proposta de retorno do Dpvat foi incluída na votação da Casa Baixa em 27 de março, mas acabou retirada de pauta a pedido dos líderes e do relator, deputado Carlos Zarattini (PT-SP) para que houvesse mais tempo de análise das tentativas de mudança no texto.

O CNSP será o órgão de governança do fundo e a Susep (Superintendência de Seguros Privados) fará a fiscalização. Os pagamentos serão anuais e diretos, sem necessidade de bilhetes ou apólices.

O seguro terá vigência anual e com cobertura civil, indenizando mortes e invalidez permanente, total ou parcial. As indenizações terão os valores estabelecidos por decreto do presidente da República, e os pagamentos efetivados mesmo em caso de culpa ou inadimplência por parte do motorista.

No plenário, o relator aceitou uma sugestão para estender às vítimas de acidentes de trânsito que se deram de 1º de janeiro de 2024 até a data em que a lei começar a vigorar.

Além disso, o relator também estabeleceu um repasse de 35% a 40% do valor arrecadado do prêmio do Dpvat aos municípios que tiverem serviço de transporte público coletivo.

O Dpvat foi descontinuado em 2020. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) assinou uma MP (Medida Provisória) que extinguiu o seguro em 2019, mas o Congresso não aprovou a proposta e o texto venceu. Apenas no ano seguinte o Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) extinguiu o pagamento dos seguros. A nova regra passou a valer em 2021.

*Com informações do Poder 360

- Publicidade -[adrotate group="7"]

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (09/04), o projeto de lei que recria o Dpvat (Seguro Obrigatório de Danos Pessoais por Veículos Automotores Terrestres), que desde 2021 estava extinto. Por 304 votos a favor e 136 contra, o texto aprovado da proposta, que foi enviado em novembro do ano passado ao Congresso, segue agora para o Senado.

O novo seguro, chamado SPVAT, fica sob tutela da Caixa Econômica Federal, que terá de criar e gerir um fundo de natureza privada para arcar com os custos. Em novembro do ano passado, o banco disse que não tinha recursos suficientes para arcar com as indenizações dos acidentes que se deram depois de 14 de novembro de 2023.

Deputados de oposição tentaram barrar o projeto, assim como nos requerimentos de urgência dos PLs do Perse e da reoneração dos municípios. Houve divergência sobre a possibilidade de antecipação de crédito suplementar ao fim do 1º semestre, o que iria na contramão do novo marco fiscal.


Leia mais:

Licenciamento de veículos com placa de final 9 termina este mês

Licenciamento anual de veículos começa em janeiro; confira prazos


A proposta de retorno do Dpvat foi incluída na votação da Casa Baixa em 27 de março, mas acabou retirada de pauta a pedido dos líderes e do relator, deputado Carlos Zarattini (PT-SP) para que houvesse mais tempo de análise das tentativas de mudança no texto.

O CNSP será o órgão de governança do fundo e a Susep (Superintendência de Seguros Privados) fará a fiscalização. Os pagamentos serão anuais e diretos, sem necessidade de bilhetes ou apólices.

O seguro terá vigência anual e com cobertura civil, indenizando mortes e invalidez permanente, total ou parcial. As indenizações terão os valores estabelecidos por decreto do presidente da República, e os pagamentos efetivados mesmo em caso de culpa ou inadimplência por parte do motorista.

No plenário, o relator aceitou uma sugestão para estender às vítimas de acidentes de trânsito que se deram de 1º de janeiro de 2024 até a data em que a lei começar a vigorar.

Além disso, o relator também estabeleceu um repasse de 35% a 40% do valor arrecadado do prêmio do Dpvat aos municípios que tiverem serviço de transporte público coletivo.

O Dpvat foi descontinuado em 2020. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) assinou uma MP (Medida Provisória) que extinguiu o seguro em 2019, mas o Congresso não aprovou a proposta e o texto venceu. Apenas no ano seguinte o Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) extinguiu o pagamento dos seguros. A nova regra passou a valer em 2021.

*Com informações do Poder 360

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Zanin determina acesso gratuito aos serviços da Justiça Eleitoral sem internet

Eleitores que estiverem sem internet no celular durante as eleições de 2026 poderão acessar gratuitamente os serviços oficiais da Justiça Eleitoral. A medida foi...

Líderes evangélicos defendem Flávio Bolsonaro de boato

Lideranças evangélicas saíram em defesa do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) nesta segunda-feira (28/9), após a circulação de uma informação falsa que atribuía...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Renan Santos descarta apoio a Lula e Flávio no 2º turno

O candidato à Presidência da República pelo partido Missão, Renan Santos, disse que não pretende apoiar nem Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nem...

Gilmar Mendes pede suspensão de análise sobre Moraes

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), formalizou nesta segunda-feira (28/9) uma questão de ordem para suspender a análise sobre a abertura...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Governo vai cobrar R$ 1 bi de bets por gastos com transtornos mentais

A Advocacia-Geral da União (AGU) deve ajuizar ainda nesta semana uma ação para cobrar das casas de apostas esportivas, as chamadas bets, uma indenização...

Governo pede 72 horas ao STF antes de decisão sobre bets

A AGU (Advocacia-Geral da União) pediu nesta segunda-feira (28/9) ao ministro Luiz Fux, do STF (Supremo Tribunal Federal), um prazo de 72 horas para...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Zanin determina acesso gratuito aos serviços da Justiça Eleitoral sem internet

Eleitores que estiverem sem internet no celular durante as eleições de 2026 poderão acessar gratuitamente os serviços oficiais da Justiça Eleitoral. A medida foi...

Líderes evangélicos defendem Flávio Bolsonaro de boato

Lideranças evangélicas saíram em defesa do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) nesta segunda-feira (28/9), após a circulação de uma informação falsa que atribuía...

Renan Santos descarta apoio a Lula e Flávio no 2º turno

O candidato à Presidência da República pelo partido Missão, Renan Santos, disse que não pretende apoiar nem Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nem...

Gilmar Mendes pede suspensão de análise sobre Moraes

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), formalizou nesta segunda-feira (28/9) uma questão de ordem para suspender a análise sobre a abertura...

Governo vai cobrar R$ 1 bi de bets por gastos com transtornos mentais

A Advocacia-Geral da União (AGU) deve ajuizar ainda nesta semana uma ação para cobrar das casas de apostas esportivas, as chamadas bets, uma indenização...

Governo pede 72 horas ao STF antes de decisão sobre bets

A AGU (Advocacia-Geral da União) pediu nesta segunda-feira (28/9) ao ministro Luiz Fux, do STF (Supremo Tribunal Federal), um prazo de 72 horas para...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]