Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Cármen Lúcia se opõe a “anistia” para investigados e diz que inquérito sobre golpe é “gravíssimo”

A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, disse nesta quarta-feira (13/03) que o inquérito da Polícia Federal (PF) que investiga uma tentativa de golpe de Estado por parte da cúpula do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) é “gravíssimo“. A magistrada também criticou os movimentos do ex-chefe do Executivo e de aliados que buscam anistiar os envolvidos nos ataques às sedes dos Três Poderes, em Brasília.

Em entrevista para a GloboNews, Cármen Lúcia disse que as provas já reveladas sobre a tentativa de golpe de Estado evidenciam a importância de se debater a democracia com as novas gerações.

“Sobre essas mentiras todas criadas e no caso de golpe, que é gravíssimo, eu acho que nós precisamos, talvez, contar para cada pessoa que a democracia é o primeiro dos direitos fundamentais. Porque se não tiver democracia, a gente não tem liberdade, a gente não tem garantia de dignidade”, afirmou.


Leia mais:

STF reconhece licença-maternidade a não gestante em união homoafetiva  

STF decide que União deve indenizar família de vítima de bala perdida durante operação policial


A ministra do STF também criticou os movimentos de aliados de Bolsonaro, que desejam aprovar um Projeto de Lei para anistiar investigados e condenados pelos atos golpistas de 8 de Janeiro de 2023. Segundo Cármen Lúcia, a extinção de punibilidade, prevista no Código Penal, tem um sentido humanitário e esse “não parece ser o caso” dos envolvidos dos ataques na capital federal.

“Anistia é instituto para dar caráter humanitário a determinadas situações nas quais as penas sejam consideradas indevidas ou desumanas, ou já deixou de ser lei aqui que não era. Não me parece ser o caso”, afirmou.

Durante a manifestação pró-Bolsonaro na Avenida Paulista, no último dia 25, o ex-presidente pediu anistia às pessoas que foram presas nos ataques aos Três Poderes, chamando-os de “pobres coitados”.

“O que busco é uma maneira de nós vivermos em paz, não continuarmos sobressaltados. É, por parte do Parlamento brasileiro, uma anistia para aqueles pobres coitados presos em Brasília. Não queremos mais que seus filhos sejam órfãos de pais vivos. A conciliação. Nós já anistiamos no passado quem fez barbaridades no Brasil. Agora, pedimos a todos os 513 deputados e 81 senadores um projeto de anistia para que seja feita Justiça no nosso Brasil”, disse.

*com informações do Correio Braziliense.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, disse nesta quarta-feira (13/03) que o inquérito da Polícia Federal (PF) que investiga uma tentativa de golpe de Estado por parte da cúpula do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) é “gravíssimo“. A magistrada também criticou os movimentos do ex-chefe do Executivo e de aliados que buscam anistiar os envolvidos nos ataques às sedes dos Três Poderes, em Brasília.

Em entrevista para a GloboNews, Cármen Lúcia disse que as provas já reveladas sobre a tentativa de golpe de Estado evidenciam a importância de se debater a democracia com as novas gerações.

“Sobre essas mentiras todas criadas e no caso de golpe, que é gravíssimo, eu acho que nós precisamos, talvez, contar para cada pessoa que a democracia é o primeiro dos direitos fundamentais. Porque se não tiver democracia, a gente não tem liberdade, a gente não tem garantia de dignidade”, afirmou.


Leia mais:

STF reconhece licença-maternidade a não gestante em união homoafetiva  

STF decide que União deve indenizar família de vítima de bala perdida durante operação policial


A ministra do STF também criticou os movimentos de aliados de Bolsonaro, que desejam aprovar um Projeto de Lei para anistiar investigados e condenados pelos atos golpistas de 8 de Janeiro de 2023. Segundo Cármen Lúcia, a extinção de punibilidade, prevista no Código Penal, tem um sentido humanitário e esse “não parece ser o caso” dos envolvidos dos ataques na capital federal.

“Anistia é instituto para dar caráter humanitário a determinadas situações nas quais as penas sejam consideradas indevidas ou desumanas, ou já deixou de ser lei aqui que não era. Não me parece ser o caso”, afirmou.

Durante a manifestação pró-Bolsonaro na Avenida Paulista, no último dia 25, o ex-presidente pediu anistia às pessoas que foram presas nos ataques aos Três Poderes, chamando-os de “pobres coitados”.

“O que busco é uma maneira de nós vivermos em paz, não continuarmos sobressaltados. É, por parte do Parlamento brasileiro, uma anistia para aqueles pobres coitados presos em Brasília. Não queremos mais que seus filhos sejam órfãos de pais vivos. A conciliação. Nós já anistiamos no passado quem fez barbaridades no Brasil. Agora, pedimos a todos os 513 deputados e 81 senadores um projeto de anistia para que seja feita Justiça no nosso Brasil”, disse.

*com informações do Correio Braziliense.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Justiça italiana marca nova audiência sobre extradição de Zambelli

A Justiça da Itália marcou para 29 de outubro uma nova audiência para reavaliar o pedido de extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli ao...

Nikolas Ferreira critica governo Lula sobre queimadas

O deputado federal reeleito Nikolas Ferreira (PL) publicou, neste sábado (10/10), críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas redes...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Inquérito das fake news: Fachin revisa 104 procedimentos

O gabinete do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, conduz um pente-fino em 104 procedimentos vinculados ao inquérito antes de promover...

Braga destaca Zona Franca e BR-319 no debate sobre o Amazonas

O senador Eduardo Braga (MDB), reeleito pelo Amazonas, defendeu nesta sexta-feira (9/10), em Manaus, a continuidade dos investimentos federais no estado e pediu a...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Rivais se unem em apoio a Omar Aziz no 2º turno, diz Saullo Vianna

A disputa pelo Governo do Amazonas no segundo turno provocou nova movimentação entre grupos políticos de Parintins, no interior do Estado. Lideranças de campos...

Fachin barra Fux no inquérito das fake news

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, negou, nesta sexta-feira (9/10), o acesso imediato do ministro Luiz Fux à íntegra do inquérito...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Justiça italiana marca nova audiência sobre extradição de Zambelli

A Justiça da Itália marcou para 29 de outubro uma nova audiência para reavaliar o pedido de extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli ao...

Nikolas Ferreira critica governo Lula sobre queimadas

O deputado federal reeleito Nikolas Ferreira (PL) publicou, neste sábado (10/10), críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas redes...

Inquérito das fake news: Fachin revisa 104 procedimentos

O gabinete do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, conduz um pente-fino em 104 procedimentos vinculados ao inquérito antes de promover...

Braga destaca Zona Franca e BR-319 no debate sobre o Amazonas

O senador Eduardo Braga (MDB), reeleito pelo Amazonas, defendeu nesta sexta-feira (9/10), em Manaus, a continuidade dos investimentos federais no estado e pediu a...

Rivais se unem em apoio a Omar Aziz no 2º turno, diz Saullo Vianna

A disputa pelo Governo do Amazonas no segundo turno provocou nova movimentação entre grupos políticos de Parintins, no interior do Estado. Lideranças de campos...

Fachin barra Fux no inquérito das fake news

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, negou, nesta sexta-feira (9/10), o acesso imediato do ministro Luiz Fux à íntegra do inquérito...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]