Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Corregedor do TSE derruba decisão de Nunes Marques e mantém canal pró-Lula

O corregedor do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, suspendeu a decisão do presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques, que havia derrubado o canal de WhatsApp “Exército do Lula”, criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG). A decisão determina o retorno provisório do funcionamento do canal.

Na decisão, Cueva determina o retorno provisório do canal. Agora, a palavra final caberá ao plenário da Corte.

Nesse contexto, e considerando que a suspensão integral do canal foi determinada antes da conclusão das diligências destinadas à regularização da instrução probatória, entendo necessário restabelecer provisoriamente seu funcionamento, até que o Plenário desta Corte examine a controvérsia, sem prejuízo de reavaliação diante de elementos supervenientes que justifiquem providência mais restritiva, argumentou o corregedor.


Saiba mais: 

Um dos maiores tesouros naturais do mundo está no Amazonas

Ministros sobrevoam áreas atingidas pelo fogo e anunciam reforço no combate aos incêndios


Segundo o ministro do TSE, a suspensão integral de um canal exige demonstração da extensão e da reiteração das condutas, de sua efetiva vinculação ao meio de comunicação atingido e, especialmente, da insuficiência de providências menos restritivas, dirigidas às publicações individualizadas.

Histórico do caso

Na manhã deste domingo (11), o ministro Nunes Marques determinou a suspensão do canal de WhatsApp Exército do Lula. A decisão atendeu a um pedido feito pelo candidato à Presidência senador Flávio Bolsonaro (PL) e valia até o fim do segundo turno das eleições presidenciais.

A decisão também determinava que o Facebook, empresa que gere o WhatsApp no Brasil, apresentasse um relatório com todas as mensagens publicadas no canal e a existência de outros canais criados ou administrados, desde 5 de outubro, pela conta de Janones.

O despacho assinado pelo presidente da Corte eleitoral ainda declarava a mobilização de Janones como lícita e considerava que a estrutura estivesse sendo usada para fins ilícitos, entre os quais a difusão coordenada de fatos sabidamente inverídicos em desfavor de candidato.

Com base nessa avaliação, o presidente da Corte afirmou que o canal contava com cerca de 55 mil seguidores na manhã de 5 de outubro de 2026, alcançou 2.090.796 seguidores em 7 de outubro e 2.967.820 na tarde de 9 de outubro. As mensagens publicadas somavam, até 7 de outubro, 3.582.366 encaminhamentos.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

O corregedor do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, suspendeu a decisão do presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques, que havia derrubado o canal de WhatsApp “Exército do Lula”, criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG). A decisão determina o retorno provisório do funcionamento do canal.

Na decisão, Cueva determina o retorno provisório do canal. Agora, a palavra final caberá ao plenário da Corte.

Nesse contexto, e considerando que a suspensão integral do canal foi determinada antes da conclusão das diligências destinadas à regularização da instrução probatória, entendo necessário restabelecer provisoriamente seu funcionamento, até que o Plenário desta Corte examine a controvérsia, sem prejuízo de reavaliação diante de elementos supervenientes que justifiquem providência mais restritiva, argumentou o corregedor.


Saiba mais: 

Um dos maiores tesouros naturais do mundo está no Amazonas

Ministros sobrevoam áreas atingidas pelo fogo e anunciam reforço no combate aos incêndios


Segundo o ministro do TSE, a suspensão integral de um canal exige demonstração da extensão e da reiteração das condutas, de sua efetiva vinculação ao meio de comunicação atingido e, especialmente, da insuficiência de providências menos restritivas, dirigidas às publicações individualizadas.

Histórico do caso

Na manhã deste domingo (11), o ministro Nunes Marques determinou a suspensão do canal de WhatsApp Exército do Lula. A decisão atendeu a um pedido feito pelo candidato à Presidência senador Flávio Bolsonaro (PL) e valia até o fim do segundo turno das eleições presidenciais.

A decisão também determinava que o Facebook, empresa que gere o WhatsApp no Brasil, apresentasse um relatório com todas as mensagens publicadas no canal e a existência de outros canais criados ou administrados, desde 5 de outubro, pela conta de Janones.

O despacho assinado pelo presidente da Corte eleitoral ainda declarava a mobilização de Janones como lícita e considerava que a estrutura estivesse sendo usada para fins ilícitos, entre os quais a difusão coordenada de fatos sabidamente inverídicos em desfavor de candidato.

Com base nessa avaliação, o presidente da Corte afirmou que o canal contava com cerca de 55 mil seguidores na manhã de 5 de outubro de 2026, alcançou 2.090.796 seguidores em 7 de outubro e 2.967.820 na tarde de 9 de outubro. As mensagens publicadas somavam, até 7 de outubro, 3.582.366 encaminhamentos.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Justiça italiana marca nova audiência sobre extradição de Zambelli

A Justiça da Itália marcou para 29 de outubro uma nova audiência para reavaliar o pedido de extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli ao...

Nikolas Ferreira critica governo Lula sobre queimadas

O deputado federal reeleito Nikolas Ferreira (PL) publicou, neste sábado (10/10), críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas redes...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Inquérito das fake news: Fachin revisa 104 procedimentos

O gabinete do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, conduz um pente-fino em 104 procedimentos vinculados ao inquérito antes de promover...

Braga destaca Zona Franca e BR-319 no debate sobre o Amazonas

O senador Eduardo Braga (MDB), reeleito pelo Amazonas, defendeu nesta sexta-feira (9/10), em Manaus, a continuidade dos investimentos federais no estado e pediu a...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Rivais se unem em apoio a Omar Aziz no 2º turno, diz Saullo Vianna

A disputa pelo Governo do Amazonas no segundo turno provocou nova movimentação entre grupos políticos de Parintins, no interior do Estado. Lideranças de campos...

Fachin barra Fux no inquérito das fake news

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, negou, nesta sexta-feira (9/10), o acesso imediato do ministro Luiz Fux à íntegra do inquérito...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Justiça italiana marca nova audiência sobre extradição de Zambelli

A Justiça da Itália marcou para 29 de outubro uma nova audiência para reavaliar o pedido de extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli ao...

Nikolas Ferreira critica governo Lula sobre queimadas

O deputado federal reeleito Nikolas Ferreira (PL) publicou, neste sábado (10/10), críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas redes...

Inquérito das fake news: Fachin revisa 104 procedimentos

O gabinete do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, conduz um pente-fino em 104 procedimentos vinculados ao inquérito antes de promover...

Braga destaca Zona Franca e BR-319 no debate sobre o Amazonas

O senador Eduardo Braga (MDB), reeleito pelo Amazonas, defendeu nesta sexta-feira (9/10), em Manaus, a continuidade dos investimentos federais no estado e pediu a...

Rivais se unem em apoio a Omar Aziz no 2º turno, diz Saullo Vianna

A disputa pelo Governo do Amazonas no segundo turno provocou nova movimentação entre grupos políticos de Parintins, no interior do Estado. Lideranças de campos...

Fachin barra Fux no inquérito das fake news

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, negou, nesta sexta-feira (9/10), o acesso imediato do ministro Luiz Fux à íntegra do inquérito...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]