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Corrida eleitoral: 11 governadores deixam o cargo para disputar eleições de outubro

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Corrida eleitoral: 11 governadores deixam o cargo para disputar eleições de outubro
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O cenário político brasileiro entrou oficialmente em ritmo de eleição após o fim do prazo de desincompatibilização, encerrado neste sábado (4). Ao todo, 11 governadores renunciaram aos cargos para disputar as eleições de outubro, intensificando as articulações em todo o país.

Entre os principais nomes, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), confirmou pré-candidatura à Presidência da República. Já Romeu Zema (Novo) deixou o governo de Minas Gerais após dois mandatos e também sinalizou intenção de disputar o Palácio do Planalto, embora ainda não tenha oficializado a candidatura.

A maior parte dos governadores que deixaram os cargos deve concorrer ao Senado. Estão nesse grupo Wilson Lima (União Brasil), Gladson Cameli (PP), Ibaneis Rocha (MDB), Renato Casagrande (PSB), Mauro Mendes (União Brasil), Helder Barbalho (MDB), João Azevêdo (PSB) e Antonio Denarium (Republicanos).

Outro caso é o de Cláudio Castro (PL), que também renunciou para disputar o Senado, mas enfrenta um cenário jurídico adverso após ser declarado inelegível até 2030 pelo Tribunal Superior Eleitoral, devendo concorrer sub judice.


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Enquanto isso, nove governadores permanecem nos cargos e devem disputar a reeleição, já que a legislação permite a continuidade no Executivo para quem busca um segundo mandato consecutivo. Outros sete optaram por concluir seus mandatos e não participar do pleito.

As eleições gerais estão marcadas para o dia 4 de outubro, quando cerca de 155 milhões de eleitores irão às urnas para escolher presidente, governadores e parlamentares. Caso necessário, o segundo turno será realizado em 25 de outubro.

Com as renúncias, o tabuleiro político ganha novos contornos e dá início, de forma mais intensa, à disputa eleitoral de 2026.

Com informações da Agência Brasil.