O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou neste domingo (1º/3) que o avanço de seu nome nas pesquisas de intenção de voto para a Presidência da República está relacionado ao “sobrenome” e à rejeição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A declaração foi dada após participação em um ato político da direita na Avenida Paulista, em São Paulo.
Questionado sobre o desempenho nos levantamentos eleitorais, Flávio associou o crescimento à identificação de parte do eleitorado com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e ao que classificou como “perseguição” a aliados políticos. “Eu acho que é a força do sobrenome. São as pessoas se sensibilizando cada vez mais com a perseguição que o Bolsonaro sofre”, declarou.
O senador também citou insatisfação popular com temas como corrupção, impostos e violência. Em críticas à atual gestão, afirmou que o país enfrenta um momento de “incompetência do atual governo”.
Flávio Bolsonaro disse ainda que pretende apresentar, até o fim do mês, um “projeto de Brasil para voltar ao caminho da prosperidade”, com detalhes a serem divulgados em novo evento na capital paulista.
Leia mais
Flávio Bolsonaro participa de manifestação pela 1ª vez como pré-candidato
Tarcísio entra na campanha de Flávio Bolsonaro rumo à Presidência
A manifestação na Avenida Paulista reuniu apoiadores e lideranças políticas alinhadas à direita. Segundo o parlamentar, o ato representou um “momento de virada de chave” e sinalizou apoio popular às pautas defendidas pelo grupo.
Durante a conversa com a imprensa, o senador também saiu em defesa do pai, a quem chamou de “referência moral e política”, e afirmou que seguirá atuando para “honrá-lo” no cenário nacional.
Alta
Sondagem do instituto Paraná Pesquisas divulgada na última sexta-feira (27/2) mostra o senador numericamente à frente de Lula, com 44,4% das intenções de voto contra 43,8% do atual presidente.
Já pela pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada na quarta-feira (25), Flávio surge com 46,3%, enquanto em janeiro ele tinha 44,9%. Lula, por sua vez, obteve 46,2% das intenções de voto, antes tinha 49,2%.
Com informações da CNN Brasil.