Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Governo Lula oficializará congelamento de R$ 15 bilhões no Orçamento nesta segunda (22)

A equipe econômica do governo federal oficializará, nesta segunda-feira (22/07), o congelamento de R$ 15 bilhões no Orçamento de 2024. A suspensão dos valores constará do Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas, a ser enviado na tarde de segunda ao Congresso Nacional.

Na última quinta-feira (18/07), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, antecipou o anúncio do congelamento, em meio à disparada do dólar às vésperas do envio do relatório. Dos R$ 15 bilhões a serem suspensos, R$ 11,2 bilhões serão bloqueados; e R$ 3,8 bilhões, contingenciados.

Tanto o contingenciamento como o bloqueio representam cortes temporários de gastos. O novo arcabouço fiscal, no entanto, estabeleceu motivações diferentes. O bloqueio ocorre quando os gastos do governo crescem mais que o limite de 70% do crescimento da receita acima da inflação. O contingenciamento ocorre quando há falta de receitas que comprometem o cumprimento da meta de resultado primário (resultado das contas do governo sem os juros da dívida pública).


Leia mais:

Governo federal vai suspender R$ 15 bilhões do orçamento em 2024, anuncia Haddad

Câmara aprova arcabouço fiscal, que segue para sanção de Lula


A distribuição dos cortes pelos ministérios será divulgada apenas no fim do mês, quando for publicado um decreto presidencial com os limites de gastos por ministérios. Pela legislação, o detalhamento do congelamento deverá ser publicado até dez dias após o envio do relatório ao Congresso.

Em março, o governo Lula tinha bloqueado R$ 2,9 bilhões em gastos discricionários (não obrigatórios) do Orçamento. O bloqueio foi necessário para garantir o cumprimento do limite de gastos do arcabouço fiscal.

Com a aprovação da lei que retomou a cobrança do Seguro Obrigatório para Proteção de Vítimas de Acidentes de Trânsito (Dpvat), o governo federal havia liberado os R$ 2,9 bilhões em maio. Isso ocorreu porque a lei continha um “jabuti” que liberou R$ 15,8 bilhões do teto de gastos. A liberação do dinheiro estava prevista no arcabouço fiscal, caso a arrecadação tivesse crescimento acima do previsto. Em política, o termo jabuti significa a inserção, em uma proposta legislativa, de um assunto sem relação com o texto original.

*Com informações da Agência Brasil

- Publicidade -[adrotate group="7"]

A equipe econômica do governo federal oficializará, nesta segunda-feira (22/07), o congelamento de R$ 15 bilhões no Orçamento de 2024. A suspensão dos valores constará do Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas, a ser enviado na tarde de segunda ao Congresso Nacional.

Na última quinta-feira (18/07), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, antecipou o anúncio do congelamento, em meio à disparada do dólar às vésperas do envio do relatório. Dos R$ 15 bilhões a serem suspensos, R$ 11,2 bilhões serão bloqueados; e R$ 3,8 bilhões, contingenciados.

Tanto o contingenciamento como o bloqueio representam cortes temporários de gastos. O novo arcabouço fiscal, no entanto, estabeleceu motivações diferentes. O bloqueio ocorre quando os gastos do governo crescem mais que o limite de 70% do crescimento da receita acima da inflação. O contingenciamento ocorre quando há falta de receitas que comprometem o cumprimento da meta de resultado primário (resultado das contas do governo sem os juros da dívida pública).


Leia mais:

Governo federal vai suspender R$ 15 bilhões do orçamento em 2024, anuncia Haddad

Câmara aprova arcabouço fiscal, que segue para sanção de Lula


A distribuição dos cortes pelos ministérios será divulgada apenas no fim do mês, quando for publicado um decreto presidencial com os limites de gastos por ministérios. Pela legislação, o detalhamento do congelamento deverá ser publicado até dez dias após o envio do relatório ao Congresso.

Em março, o governo Lula tinha bloqueado R$ 2,9 bilhões em gastos discricionários (não obrigatórios) do Orçamento. O bloqueio foi necessário para garantir o cumprimento do limite de gastos do arcabouço fiscal.

Com a aprovação da lei que retomou a cobrança do Seguro Obrigatório para Proteção de Vítimas de Acidentes de Trânsito (Dpvat), o governo federal havia liberado os R$ 2,9 bilhões em maio. Isso ocorreu porque a lei continha um “jabuti” que liberou R$ 15,8 bilhões do teto de gastos. A liberação do dinheiro estava prevista no arcabouço fiscal, caso a arrecadação tivesse crescimento acima do previsto. Em política, o termo jabuti significa a inserção, em uma proposta legislativa, de um assunto sem relação com o texto original.

*Com informações da Agência Brasil

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Mendonça libera post de Erika Hilton sobre Aparecida

O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), voltou atrás em parte de uma decisão e autorizou novamente uma publicação da deputada Erika...

Nélia Caminha Jorge e José Hamilton são escolhidos para o TRE-AM

A desembargadora Nélia Caminha Jorge e o desembargador José Hamilton Saraiva dos Santos foram escolhidos, por aclamação, como novos membros titulares do Tribunal Regional...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Gilmar Mendes mantém quebra de sigilo de ex-assessora de Flávio

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta terça-feira (29) manter a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Danielle Mendonça...

TSE manda retirar vídeo de Lula com fala sobre “falcatrua”

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou que a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) retire...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Às vésperas da eleição, aumento de benefícios acende alerta sobre contas públicas

Em ano eleitoral, anúncios de benefícios, auxílios e programas de estímulo podem ganhar força no discurso político, mas também levantam questionamentos sobre o impacto...

De barco ou avião: como as urnas chegam às comunidades mais isoladas do Amazonas

No Amazonas, votar vai muito além de chegar à seção eleitoral. Para que as urnas estejam disponíveis no dia 4 de outubro, a Justiça...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Mendonça libera post de Erika Hilton sobre Aparecida

O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), voltou atrás em parte de uma decisão e autorizou novamente uma publicação da deputada Erika...

Nélia Caminha Jorge e José Hamilton são escolhidos para o TRE-AM

A desembargadora Nélia Caminha Jorge e o desembargador José Hamilton Saraiva dos Santos foram escolhidos, por aclamação, como novos membros titulares do Tribunal Regional...

Gilmar Mendes mantém quebra de sigilo de ex-assessora de Flávio

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta terça-feira (29) manter a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Danielle Mendonça...

TSE manda retirar vídeo de Lula com fala sobre “falcatrua”

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou que a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) retire...

Às vésperas da eleição, aumento de benefícios acende alerta sobre contas públicas

Em ano eleitoral, anúncios de benefícios, auxílios e programas de estímulo podem ganhar força no discurso político, mas também levantam questionamentos sobre o impacto...

De barco ou avião: como as urnas chegam às comunidades mais isoladas do Amazonas

No Amazonas, votar vai muito além de chegar à seção eleitoral. Para que as urnas estejam disponíveis no dia 4 de outubro, a Justiça...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]