Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Omar Aziz repudia arquivamento de investigações contra Bolsonaro

O senador Omar Aziz (PSD/Republicanos) repudiou nesta segunda-feira, 25, a decisão da Procuradoria-Geral da República (PGR) que pediu o arquivamento de cinco das seis apurações instauradas no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o presidente Jair Bolsonaro (PL), a partir da conclusão final da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid.

Em entrevista ao Portal Onda Digital, o parlamentar Omar destacou que é uma ofensa à população brasileira que perdeu entes queridos durante a pandemia da Covid-19.

“O pedido de arquivamento das investigações abertas a partir do que levantamos na CPI da COVID é um desrespeito à memória e às famílias das mais de 670 mil vítimas da pandemia”, afirmou Omar Aziz.

Das apurações que foram solicitados o arquivamento, eram investigados crimes de prevaricação, epidemia, charlatanismo, infração de medida sanitária e emprego irregular de verba pública. As manifestações foram assinadas pela vice-procuradora-geral Lindôra Araújo.

Omar, ainda acrescentou que o objetivo da CPI da Covid-19, era apurar as irregularidades no recurso público e assistência à população no período pandêmico.

“Sempre disse que a CPI não buscava vingança. Sei que o trabalho da comissão produziu resultados importantes. Garantimos vacinas nos braços dos brasileiros, lutamos pela vida e investigamos com muita seriedade absurdos cometidos pelo Chefe do Executivo, ministros e assessores, num trabalho que se desenvolveu sob o olhar atento de milhões de cidadãos. A PGR precisa prestar satisfações à população”.

Em um dos casos, Bolsonaro é investigado por suposta prática de incitação ao crime. A PGR prorrogou o procedimento por mais 90 dias. Este é o último caso contra o presidente derivado da CPI que ainda segue em aberto na PGR.

No relatório final, Jair Bolsonaro foi acusado pela CPI de cometer nove crimes. Com o pedido de arquivamento da PGR, concluiu-se que não houve indícios das práticas desses crimes.

A PGR também pediu o arquivamento de procedimentos contra: Marcelo Queiroga (ministro da Saúde), Wagner Rosário (ministro da Controladoria-Geral da União), general Walter Braga Netto (ex-ministro da Casa Civil), Eduardo Pazuello (ex-ministro da Saúde), Antônio Élcio Franco Filho (ex-secretário executivo da Saúde), Heitor Freire de Abreu (ex-subchefe de Monitoramento da Casa Civil), Hélio Angotti Netto (secretário de Ciência e Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde do Ministério da Saúde) e Osmar Terra (deputado federal). Os casos envolvendo Pazuello, Queiroga e Rosário dizem respeito a suposta prevaricação no caso Covaxin. Um procedimento envolvendo o líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR), foi enviado à primeira instância após a PGR considerar que não há indícios de envolvimento do parlamentar no caso. Ele foi indicado por formação de organização criminosa.

 

SAIBA MAIS: PGR pede que STF arquive 5 apurações da CPI da Covid contra Bolsonaro

- Publicidade -[adrotate group="7"]

O senador Omar Aziz (PSD/Republicanos) repudiou nesta segunda-feira, 25, a decisão da Procuradoria-Geral da República (PGR) que pediu o arquivamento de cinco das seis apurações instauradas no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o presidente Jair Bolsonaro (PL), a partir da conclusão final da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid.

Em entrevista ao Portal Onda Digital, o parlamentar Omar destacou que é uma ofensa à população brasileira que perdeu entes queridos durante a pandemia da Covid-19.

“O pedido de arquivamento das investigações abertas a partir do que levantamos na CPI da COVID é um desrespeito à memória e às famílias das mais de 670 mil vítimas da pandemia”, afirmou Omar Aziz.

Das apurações que foram solicitados o arquivamento, eram investigados crimes de prevaricação, epidemia, charlatanismo, infração de medida sanitária e emprego irregular de verba pública. As manifestações foram assinadas pela vice-procuradora-geral Lindôra Araújo.

Omar, ainda acrescentou que o objetivo da CPI da Covid-19, era apurar as irregularidades no recurso público e assistência à população no período pandêmico.

“Sempre disse que a CPI não buscava vingança. Sei que o trabalho da comissão produziu resultados importantes. Garantimos vacinas nos braços dos brasileiros, lutamos pela vida e investigamos com muita seriedade absurdos cometidos pelo Chefe do Executivo, ministros e assessores, num trabalho que se desenvolveu sob o olhar atento de milhões de cidadãos. A PGR precisa prestar satisfações à população”.

Em um dos casos, Bolsonaro é investigado por suposta prática de incitação ao crime. A PGR prorrogou o procedimento por mais 90 dias. Este é o último caso contra o presidente derivado da CPI que ainda segue em aberto na PGR.

No relatório final, Jair Bolsonaro foi acusado pela CPI de cometer nove crimes. Com o pedido de arquivamento da PGR, concluiu-se que não houve indícios das práticas desses crimes.

A PGR também pediu o arquivamento de procedimentos contra: Marcelo Queiroga (ministro da Saúde), Wagner Rosário (ministro da Controladoria-Geral da União), general Walter Braga Netto (ex-ministro da Casa Civil), Eduardo Pazuello (ex-ministro da Saúde), Antônio Élcio Franco Filho (ex-secretário executivo da Saúde), Heitor Freire de Abreu (ex-subchefe de Monitoramento da Casa Civil), Hélio Angotti Netto (secretário de Ciência e Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde do Ministério da Saúde) e Osmar Terra (deputado federal). Os casos envolvendo Pazuello, Queiroga e Rosário dizem respeito a suposta prevaricação no caso Covaxin. Um procedimento envolvendo o líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR), foi enviado à primeira instância após a PGR considerar que não há indícios de envolvimento do parlamentar no caso. Ele foi indicado por formação de organização criminosa.

 

SAIBA MAIS: PGR pede que STF arquive 5 apurações da CPI da Covid contra Bolsonaro

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

TJAM escolhe nova presidência nesta terça-feira

O Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) realizará, na próxima terça-feira (29), a eleição para a escolha dos dirigentes da Corte no biênio 2027-2028....

Lula cita morte de Saddam Hussein para criticar EUA

Em entrevista à CNN, na segunda-feira (21), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) citou a morte do ex-presidente do Iraque Saddam Hussein...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

GloboNews se retrata sobre Aparecida e Flávio Bolsonaro

A GloboNews divulgou uma correção e pediu desculpas na noite de quinta-feira (24), depois que um comentário da jornalista Maria Cristina Fernandes associou o...

Governo diz que bets não terão valores de outorga devolvidos

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, anunciou que o Governo Federal não vai devolver os valores pagos pelas empresas de apostas on-line pelas outorgas....
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Após autorizar, Lula anuncia proibição das bets no Brasil

Depois de autorizar e regulamentar o funcionamento das apostas de quota fixa no país, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)...

Flávio Bolsonaro chama Lula de oportunista após MP sobre bets

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) chamou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de oportunista ao criticar a Medida Provisória que...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

TJAM escolhe nova presidência nesta terça-feira

O Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) realizará, na próxima terça-feira (29), a eleição para a escolha dos dirigentes da Corte no biênio 2027-2028....

Lula cita morte de Saddam Hussein para criticar EUA

Em entrevista à CNN, na segunda-feira (21), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) citou a morte do ex-presidente do Iraque Saddam Hussein...

GloboNews se retrata sobre Aparecida e Flávio Bolsonaro

A GloboNews divulgou uma correção e pediu desculpas na noite de quinta-feira (24), depois que um comentário da jornalista Maria Cristina Fernandes associou o...

Governo diz que bets não terão valores de outorga devolvidos

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, anunciou que o Governo Federal não vai devolver os valores pagos pelas empresas de apostas on-line pelas outorgas....

Após autorizar, Lula anuncia proibição das bets no Brasil

Depois de autorizar e regulamentar o funcionamento das apostas de quota fixa no país, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)...

Flávio Bolsonaro chama Lula de oportunista após MP sobre bets

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) chamou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de oportunista ao criticar a Medida Provisória que...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]