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Amom Mandel pede federalização das investigações da Operação Erga Omnes

O deputado federal Amom Mandel (Cidadania-AM) solicitou à Procuradoria-Geral da República (PGR) a federalização das investigações sobre a organização criminosa alvo da Operação Erga Omnes. O pedido foi encaminhado por ofício nesta terça-feira (24/2).

Segundo o parlamentar, a dimensão do caso ultrapassa a atuação das autoridades estaduais, já que o grupo investigado teria ramificações em diversos estados e ligação com rotas internacionais de tráfico de drogas.

De acordo com a Polícia Civil do Amazonas, a organização criminosa tinha estrutura hierarquizada e atuação em pelo menos sete estados. Na última sexta-feira (20/2), a operação cumpriu 14 mandados de prisão, oito deles no Amazonas e 24 mandados de busca e apreensão em outras unidades da Federação.

(Imagem: trecho do documento de Mandel à PGR)

As investigações apontam que os entorpecentes teriam origem na região de tríplice fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru. O grupo também é suspeito de utilizar empresas de fachada para movimentar recursos ilícitos.

Para Amom, a presença em outros estados reforça a necessidade de coordenação nacional das forças de segurança.

“A complexidade dos fatos e área de atuação desse grupo criminoso, apontados na investigação da Polícia Civil do Amazonas, exige um trabalho coordenado das forças de segurança pública dos Estados do Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Pará, São Paulo e Piauí, além do próprio Amazonas”, declara Amom.


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O deputado afirmou que a solicitação de federalização não representa crítica ao trabalho da polícia local, mas uma tentativa de ampliar a estrutura da investigação.

“A PC-AM está fazendo um trabalho excelente, técnico e corajoso. Federalizar, aqui, é juntar time para enfrentar um adversário comum que é grande, organizado e não joga limpo”, diz o parlamentar.

Segundo ele, a complexidade do caso exige integração entre estados e órgãos federais, principalmente diante de indícios de articulação financeira interestadual e possível conexão com rotas internacionais.

Entre os nomes mencionados nas apurações divulgadas está o de Anabela Cardoso de Freitas, apontada como pessoa próxima ao prefeito de Manaus, David Almeida. Ela teria sido indicada para integrar comissão de licitação responsável por autorizar pagamentos de serviços municipais.

O deputado afirmou que acompanha o tema desde 2022, quando ainda era vereador, e que já havia apresentado denúncias sobre possível infiltração de grupos criminosos em estruturas públicas municipais. Parte das informações foi reunida em um dossiê entregue à Polícia Federal e a órgãos de controle.

Para Amom Mandel, a Operação Erga Omnes marca o início de um processo mais amplo de combate ao crime organizado na região. Ele afirmou que continuará acompanhando o andamento das investigações e cobrando transparência das autoridades competentes.

O ofício pode ser conferido na íntegra aqui: Ofício 050_2026 – CD_GAB760 – PGR – Op Erga Omnes.docx

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O deputado federal Amom Mandel (Cidadania-AM) solicitou à Procuradoria-Geral da República (PGR) a federalização das investigações sobre a organização criminosa alvo da Operação Erga Omnes. O pedido foi encaminhado por ofício nesta terça-feira (24/2).

Segundo o parlamentar, a dimensão do caso ultrapassa a atuação das autoridades estaduais, já que o grupo investigado teria ramificações em diversos estados e ligação com rotas internacionais de tráfico de drogas.

De acordo com a Polícia Civil do Amazonas, a organização criminosa tinha estrutura hierarquizada e atuação em pelo menos sete estados. Na última sexta-feira (20/2), a operação cumpriu 14 mandados de prisão, oito deles no Amazonas e 24 mandados de busca e apreensão em outras unidades da Federação.

(Imagem: trecho do documento de Mandel à PGR)

As investigações apontam que os entorpecentes teriam origem na região de tríplice fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru. O grupo também é suspeito de utilizar empresas de fachada para movimentar recursos ilícitos.

Para Amom, a presença em outros estados reforça a necessidade de coordenação nacional das forças de segurança.

“A complexidade dos fatos e área de atuação desse grupo criminoso, apontados na investigação da Polícia Civil do Amazonas, exige um trabalho coordenado das forças de segurança pública dos Estados do Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Pará, São Paulo e Piauí, além do próprio Amazonas”, declara Amom.


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