Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Órgãos públicos terão de suspender redes sociais a partir de 4 de julho

Com a aproximação do período de campanha eleitoral, órgãos e entidades da administração pública federal, estadual e municipal deverão interromper, a partir de 4 de julho, a divulgação de publicidade institucional em sites, portais e perfis oficiais nas redes sociais. A medida decorre das restrições previstas na Lei nº 9.504/1997 (Lei das Eleições) e busca garantir igualdade de condições entre os candidatos durante o processo eleitoral.

Enquanto estados e municípios ainda se preparam para as mudanças, alguns órgãos federais já começaram a anunciar antecipadamente a suspensão de seus canais institucionais. Nesta segunda-feira (29), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) informou que seus perfis e páginas nas redes sociais ficarão temporariamente suspensos entre 4 de julho e 25 de outubro de 2026, período que compreende o primeiro turno e eventual segundo turno das eleições.

Outros órgãos federais também divulgaram medidas semelhantes. A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) informou que adaptará sua comunicação digital durante o defeso eleitoral, com a suspensão de perfis em redes sociais e a manutenção apenas de canais autorizados para divulgação de informações de interesse público. Já a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) orientou suas unidades a revisar conteúdos publicados em sites e redes sociais para adequação às regras eleitorais.


Leia mais

David aposta em legado de Manaus para enfrentar alta rejeição na capital

Vídeo de Maria do Carmo expõe esforço para conter ruídos no PL


As restrições têm como base na Lei nº 9.504/1997, que proíbe, nos três meses que antecedem o pleito, a publicidade institucional de atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos, exceto em casos de grave e urgente necessidade pública reconhecida pela Justiça Eleitoral.

Embora a legislação não determine expressamente a suspensão de perfis em redes sociais, a Advocacia-Geral da União (AGU) e a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) orientam os órgãos federais a adotar medidas que evitem a caracterização de publicidade institucional durante o período vedado.

A mesma vedação alcança órgãos e entidades das administrações estaduais e municipais, o que significa que, a partir de 4 de julho, o Governo do Amazonas, prefeituras, secretarias, autarquias e fundações públicas também deverão adequar sua comunicação institucional às regras eleitorais. A expectativa é que, nos próximos dias, diversos órgãos anunciem as medidas que serão adotadas para cumprir a legislação durante o período de defeso eleitoral.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

Com a aproximação do período de campanha eleitoral, órgãos e entidades da administração pública federal, estadual e municipal deverão interromper, a partir de 4 de julho, a divulgação de publicidade institucional em sites, portais e perfis oficiais nas redes sociais. A medida decorre das restrições previstas na Lei nº 9.504/1997 (Lei das Eleições) e busca garantir igualdade de condições entre os candidatos durante o processo eleitoral.

Enquanto estados e municípios ainda se preparam para as mudanças, alguns órgãos federais já começaram a anunciar antecipadamente a suspensão de seus canais institucionais. Nesta segunda-feira (29), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) informou que seus perfis e páginas nas redes sociais ficarão temporariamente suspensos entre 4 de julho e 25 de outubro de 2026, período que compreende o primeiro turno e eventual segundo turno das eleições.

Outros órgãos federais também divulgaram medidas semelhantes. A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) informou que adaptará sua comunicação digital durante o defeso eleitoral, com a suspensão de perfis em redes sociais e a manutenção apenas de canais autorizados para divulgação de informações de interesse público. Já a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) orientou suas unidades a revisar conteúdos publicados em sites e redes sociais para adequação às regras eleitorais.


Leia mais

David aposta em legado de Manaus para enfrentar alta rejeição na capital

Vídeo de Maria do Carmo expõe esforço para conter ruídos no PL


As restrições têm como base na Lei nº 9.504/1997, que proíbe, nos três meses que antecedem o pleito, a publicidade institucional de atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos, exceto em casos de grave e urgente necessidade pública reconhecida pela Justiça Eleitoral.

Embora a legislação não determine expressamente a suspensão de perfis em redes sociais, a Advocacia-Geral da União (AGU) e a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) orientam os órgãos federais a adotar medidas que evitem a caracterização de publicidade institucional durante o período vedado.

A mesma vedação alcança órgãos e entidades das administrações estaduais e municipais, o que significa que, a partir de 4 de julho, o Governo do Amazonas, prefeituras, secretarias, autarquias e fundações públicas também deverão adequar sua comunicação institucional às regras eleitorais. A expectativa é que, nos próximos dias, diversos órgãos anunciem as medidas que serão adotadas para cumprir a legislação durante o período de defeso eleitoral.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Disputa por bases eleitorais define corrida ao segundo turno no AM

A corrida pelo Governo do Amazonas está sendo travada em diferentes bases eleitorais. A pesquisa Comunidados, registrada no TSE sob o número BR-01852/2026 e...

Pesquisa: Omar lidera e segunda vaga fica embolada entre três pré-candidatos

O cenário da disputa pelo Governo do Amazonas em 2026 ganha ainda mais contorno com as atuais projeções de intenções de voto. O mais...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

David aposta em legado de Manaus para enfrentar alta rejeição na capital

O ex-prefeito de Manaus David Almeida (Avante) sabe que um dos seus principais desafios na corrida eleitoral estará justamente na cidade que administrou por...

Pesquisa Comunidados: Eduardo Braga e Alberto Neto lideram corrida ao Senado

O senador Eduardo Braga (MDB) aparece na liderança da disputa pelas duas vagas ao Senado Federal nas eleições de 2026, segundo pesquisa divulgada pela...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Flávio Bolsonaro encosta em Lula no segundo turno, diz BTG/Nexus

Uma nova rodada da pesquisa BTG/Nexus sobre corrida eleitoral para a Presidência da República, divulgada nesta segunda-feira (29/06), traz um alerta para o Palácio...

Vídeo de Maria do Carmo expõe esforço para “conter ruídos” no PL

"Política não se faz sozinho. Ninguém caminha sozinho, ninguém trabalha sozinho. Mas todos que estão trabalhando aqui têm que pensar no grupo." A declaração da...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Disputa por bases eleitorais define corrida ao segundo turno no AM

A corrida pelo Governo do Amazonas está sendo travada em diferentes bases eleitorais. A pesquisa Comunidados, registrada no TSE sob o número BR-01852/2026 e...

Pesquisa: Omar lidera e segunda vaga fica embolada entre três pré-candidatos

O cenário da disputa pelo Governo do Amazonas em 2026 ganha ainda mais contorno com as atuais projeções de intenções de voto. O mais...

David aposta em legado de Manaus para enfrentar alta rejeição na capital

O ex-prefeito de Manaus David Almeida (Avante) sabe que um dos seus principais desafios na corrida eleitoral estará justamente na cidade que administrou por...

Pesquisa Comunidados: Eduardo Braga e Alberto Neto lideram corrida ao Senado

O senador Eduardo Braga (MDB) aparece na liderança da disputa pelas duas vagas ao Senado Federal nas eleições de 2026, segundo pesquisa divulgada pela...

Flávio Bolsonaro encosta em Lula no segundo turno, diz BTG/Nexus

Uma nova rodada da pesquisa BTG/Nexus sobre corrida eleitoral para a Presidência da República, divulgada nesta segunda-feira (29/06), traz um alerta para o Palácio...

Vídeo de Maria do Carmo expõe esforço para “conter ruídos” no PL

"Política não se faz sozinho. Ninguém caminha sozinho, ninguém trabalha sozinho. Mas todos que estão trabalhando aqui têm que pensar no grupo." A declaração da...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]