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Por assédio moral, ex-presidente da Fundação Palmares fica 8 anos inelegível

Em decisão publicada no Diário Oficial da União (DOU), a Controladoria-Geral da União (CGU) aplicou, nesta quarta-feira (17/04), uma sanção disciplinar a Sérgio Nascimento de Camargo, presidente da Fundação Cultural Palmares durante o governo do ex-presidente da República Jair Bolsonaro (PL).

Camargo foi punido com a sanção “destituição de cargo comissionado” e, na prática, fica impedido de ocupar cargos de comissão ou funções de confiança no Poder Executivo Federal por um prazo de oito anos.


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Segundo a CGU, foram comprovadas condutas praticadas por Sérgio Camargo como violação da moralidade administrativa por promover demissões de terceirizados por motivos ideológicos, uso do cargo para contratar empregado terceirizado e tratamento sem urbanidade a diretores e coordenadores hierarquicamente subordinados.

Sérgio Camargo foi presidente da Fundação Palmares entre novembro de 2019 e março de 2022. Ele também já foi alvo de uma ação civil pública apresentada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) por assédio moral contra servidores e colaboradores da entidade.

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Em decisão publicada no Diário Oficial da União (DOU), a Controladoria-Geral da União (CGU) aplicou, nesta quarta-feira (17/04), uma sanção disciplinar a Sérgio Nascimento de Camargo, presidente da Fundação Cultural Palmares durante o governo do ex-presidente da República Jair Bolsonaro (PL).

Camargo foi punido com a sanção “destituição de cargo comissionado” e, na prática, fica impedido de ocupar cargos de comissão ou funções de confiança no Poder Executivo Federal por um prazo de oito anos.


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Segundo a CGU, foram comprovadas condutas praticadas por Sérgio Camargo como violação da moralidade administrativa por promover demissões de terceirizados por motivos ideológicos, uso do cargo para contratar empregado terceirizado e tratamento sem urbanidade a diretores e coordenadores hierarquicamente subordinados.

Sérgio Camargo foi presidente da Fundação Palmares entre novembro de 2019 e março de 2022. Ele também já foi alvo de uma ação civil pública apresentada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) por assédio moral contra servidores e colaboradores da entidade.

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