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STF publica programação especial para lembrar o 8 de Janeiro

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STF publica programação especial para lembrar o 8 de Janeiro
(Foto: Agência Brasil)

Na próxima quinta-feira (8/1), o Supremo Tribunal Federal (STF) realiza a programação especial aberta ao público para lembrar os três anos do manifesto que resultaram na depredação do edifício-sede da Corte, bem como para celebrar o fortalecimento da democracia simbolizado pela restauração e reabertura do prédio, concluídas em prazo recorde.

A iniciativa integra a campanha “Democracia Inabalada”. O objetivo é preservar a memória do episódio para que ele não se repita, reconhecer o trabalho de quem contribuiu para a reconstrução do espaço e reafirmar o compromisso com o Estado Democrático de Direito.


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Confira a programação oficial publicada pelo STF:

Programação

A programação começa às 14h30, com a abertura da exposição “8 de janeiro: mãos da reconstrução”, no átrio do Espaço do Servidor. Às 15h, será exibido o documentário “Democracia Inabalada: mãos da reconstrução”, produzido pela TV Justiça, que registra as histórias dos profissionais do STF que testemunharam os ataques e participaram da reconstrução do Palácio da Justiça.

Às 15h30, ocorre uma roda de conversa com jornalistas que cobriram os ataques e irão relatar o que viram e ouviram naquele dia. A atividade será conduzida pela jornalista Gabriela Guerreiro, então coordenadora de Imprensa do STF, que receberá os convidados Weslley Galzo, repórter do jornal O Estado de S. Paulo; Marina Dias, repórter do Washington Post em Brasília; e Gabriela Biló, fotógrafa da Folha de S. Paulo.

Já às 17h, está marcada a mesa-redonda “Um dia para não esquecer”, a ser realizada no Salão Nobre do STF. Participam do encontroÇ

  • teólogo e pesquisador Ronilso Pacheco: mestre em Religião e Sociedade pela Columbia University, diretor do Instituto de Estudos da Religião (ISER), colunista do UOL e autor de obras voltadas à intersecção entre raça, política, religião e democracia;
  • o historiador Carlos Fico: professor titular de História do Brasil da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), pesquisador do CNPq e referência nos estudos sobre a ditadura militar e a historiografia brasileira, com ampla atuação acadêmica e institucional, incluindo a coordenação da área de História da Capes;
  • a advogada e cientista social Juliana Maia Victoriano da Silva: mestra em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Federal Fluminense (UFF), gerente do Programa de Equidade Racial do Instituto Ibirapitanga, com experiência em pesquisas e iniciativas voltadas à justiça racial, gênero e políticas públicas;
  • e o jornalista Felipe Recondo Freire, graduado pela Universidade de Brasília, pesquisador associado do CPDOC/FGV, cofundador do JOTA e autor de livros que analisam a atuação do Supremo Tribunal Federal no contexto da ditadura militar e da democracia contemporânea.

 

 

 

*Com informações de STF.