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STF: veja quem indicou os 10 ministros e quando eles se aposentam

O Supremo Tribunal Federal (STF) é formado por 10 ministros, escolhidos pelo presidente da República e aprovados pelo Senado Federal. Embora não tenham mandato com prazo determinado, os ministros permanecem no cargo até a aposentadoria compulsória, atualmente fixada aos 75 anos.

A composição atual reúne ministros indicados por diferentes presidentes, desde Fernando Henrique Cardoso até Luiz Inácio Lula da Silva. Confira quem fez cada indicação, quando ela ocorreu, em qual turma o ministro atua e a previsão de aposentadoria compulsória.

Alexandre de Moraes

Indicado pelo ex-presidente Michel Temer em 6 de fevereiro de 2017, Moraes integra a Primeira Turma do STF. A aposentadoria compulsória está prevista para 13 de dezembro de 2043.

André Mendonça

Indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro em 12 de julho de 2021, Mendonça faz parte da Segunda Turma. A aposentadoria compulsória está prevista para 27 de dezembro de 2047.

Cármen Lúcia

Indicada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 10 de maio de 2006, Cármen Lúcia integra a Primeira Turma. A aposentadoria compulsória está prevista para 19 de abril de 2029.

Cristiano Zanin

Indicado por Lula em 1º de junho de 2023, Zanin é integrante da Primeira Turma. A aposentadoria compulsória está prevista para 15 de novembro de 2050.

Dias Toffoli

Indicado por Lula em 17 de setembro de 2009, Toffoli integra a Segunda Turma. A aposentadoria compulsória está prevista para 15 de novembro de 2042.

Edson Fachin

Indicado pela ex-presidente Dilma Rousseff em 14 de abril de 2015, Fachin ocupa a Presidência do STF e, por isso, não integra uma das duas turmas durante o período. Sua aposentadoria compulsória está prevista para 8 de fevereiro de 2033.


Saiba mais: 

Voto facultativo: o que é, quem tem direito e quem não precisa votar

MPE pede afastamento de Givancir Oliveira do Sindicato dos Rodoviários


Flávio Dino

Indicado por Lula em 27 de novembro de 2023, Dino integra a Primeira Turma. A aposentadoria compulsória está prevista para 30 de abril de 2043.

Gilmar Mendes

Indicado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em 25 de abril de 2002, Gilmar Mendes integra a Segunda Turma. A aposentadoria compulsória está prevista para 30 de dezembro de 2030.

Luiz Fux

Indicado pela ex-presidente Dilma Rousseff em 1º de fevereiro de 2011, Fux integra a Segunda Turma. A aposentadoria compulsória está prevista para 26 de abril de 2028.

Nunes Marques

Indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro em 1º de outubro de 2020, Nunes Marques integra a Segunda Turma. A aposentadoria compulsória está prevista para 16 de maio de 2047.

Quem indicou mais ministros?

Considerando a composição listada, Lula é o presidente que fez mais indicações entre os atuais ministros do STF, com quatro: Cármen Lúcia, Dias Toffoli, Cristiano Zanin e Flávio Dino.

Dilma Rousseff fez duas indicações: Edson Fachin e Luiz Fux. Jair Bolsonaro também indicou dois ministros: André Mendonça e Nunes Marques. Michel Temer indicou Alexandre de Moraes, enquanto Fernando Henrique Cardoso indicou Gilmar Mendes.

As datas de aposentadoria são estimativas baseadas na idade de 75 anos, limite constitucional para a permanência compulsória no cargo.

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O Supremo Tribunal Federal (STF) é formado por 10 ministros, escolhidos pelo presidente da República e aprovados pelo Senado Federal. Embora não tenham mandato com prazo determinado, os ministros permanecem no cargo até a aposentadoria compulsória, atualmente fixada aos 75 anos.

A composição atual reúne ministros indicados por diferentes presidentes, desde Fernando Henrique Cardoso até Luiz Inácio Lula da Silva. Confira quem fez cada indicação, quando ela ocorreu, em qual turma o ministro atua e a previsão de aposentadoria compulsória.

Alexandre de Moraes

Indicado pelo ex-presidente Michel Temer em 6 de fevereiro de 2017, Moraes integra a Primeira Turma do STF. A aposentadoria compulsória está prevista para 13 de dezembro de 2043.

André Mendonça

Indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro em 12 de julho de 2021, Mendonça faz parte da Segunda Turma. A aposentadoria compulsória está prevista para 27 de dezembro de 2047.

Cármen Lúcia

Indicada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 10 de maio de 2006, Cármen Lúcia integra a Primeira Turma. A aposentadoria compulsória está prevista para 19 de abril de 2029.

Cristiano Zanin

Indicado por Lula em 1º de junho de 2023, Zanin é integrante da Primeira Turma. A aposentadoria compulsória está prevista para 15 de novembro de 2050.

Dias Toffoli

Indicado por Lula em 17 de setembro de 2009, Toffoli integra a Segunda Turma. A aposentadoria compulsória está prevista para 15 de novembro de 2042.

Edson Fachin

Indicado pela ex-presidente Dilma Rousseff em 14 de abril de 2015, Fachin ocupa a Presidência do STF e, por isso, não integra uma das duas turmas durante o período. Sua aposentadoria compulsória está prevista para 8 de fevereiro de 2033.


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Flávio Dino

Indicado por Lula em 27 de novembro de 2023, Dino integra a Primeira Turma. A aposentadoria compulsória está prevista para 30 de abril de 2043.

Gilmar Mendes

Indicado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em 25 de abril de 2002, Gilmar Mendes integra a Segunda Turma. A aposentadoria compulsória está prevista para 30 de dezembro de 2030.

Luiz Fux

Indicado pela ex-presidente Dilma Rousseff em 1º de fevereiro de 2011, Fux integra a Segunda Turma. A aposentadoria compulsória está prevista para 26 de abril de 2028.

Nunes Marques

Indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro em 1º de outubro de 2020, Nunes Marques integra a Segunda Turma. A aposentadoria compulsória está prevista para 16 de maio de 2047.

Quem indicou mais ministros?

Considerando a composição listada, Lula é o presidente que fez mais indicações entre os atuais ministros do STF, com quatro: Cármen Lúcia, Dias Toffoli, Cristiano Zanin e Flávio Dino.

Dilma Rousseff fez duas indicações: Edson Fachin e Luiz Fux. Jair Bolsonaro também indicou dois ministros: André Mendonça e Nunes Marques. Michel Temer indicou Alexandre de Moraes, enquanto Fernando Henrique Cardoso indicou Gilmar Mendes.

As datas de aposentadoria são estimativas baseadas na idade de 75 anos, limite constitucional para a permanência compulsória no cargo.

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