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Modelo ZFM está garantido até 2073, diz relator da PEC da Reforma Tributária

Os integrantes do grupo de trabalho (GT) da bancada federal amazonense, os deputados Saullo Vianna (União-AM), Sidney Leite (PSD-AM) e Adail Filho (Republicanos-AM), conseguiram garantir o modelo Zona Franca de Manaus na PEC da reforma tributaria, nesta terça-feira (6). A reunião foi realizada à portas fechadas com o relator da reforma tributária, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB).

Saiba mais:

“Terão que se adequar a nova realidade”, afirma coordenador do GT da Reforma Tributária sobre ZFM

Inimigos da Zona Franca em postos estratégicos do novo governo Lula

Segundo o relator, as vantagens competitivas da Zona Franca de Manaus (ZFM) serão mantidas na Proposta de Emenda à Constituição (PEC 45/19) que ainda será votada pela Câmara dos Deputados. A bancada federal amazonense levou informações de encontro ao relator da PEC sobre a Zona Franca de Manaus e o Simples Nacional, que são regimes tributários favorecidos atualmente e estabelecidos na Constituição Brasileira.

De acordo com Deputado Aguinaldo Ribeiro (PP), relator da PEC, as vantagens oferecidas pela Zona Franca de Manaus são estimulantes para o setor de Indústria.

“Em relação à Zona Franca, os esclarecimentos dos deputados Sidney Leite, Saullo Vianna e Adail Filho, bem como a visita do grupo de trabalho a Manaus deixaram clara sua essencialidade para o desenvolvimento socioeconômico da região Norte”, diz o texto do relator.

O relatório considerou também que o modelo é importante para a preservação do meio ambiente.

“Com efeito, juntamente com a inserção da região amazônica nas cadeias de produção, sua ocupação ordenada é decisiva no auxílio à preservação dos biomas locais”, diz.

Ribeiro assegurou, então, que o modelo permanece até o ano de 2073.

“Assim, foi compreendido que se faz necessário garantir os empreendimentos da região por tal regime, previsto até o ano de 2073, enquanto avançamos na construção de um novo modelo que ganhe em eficiência e competitividade, garantindo a expansão de empregos e a manutenção do seu patrimônio ambiental, tão importante para a soberania do país”, justificou.

Nas próximas semanas serão definidas de que forma isso se acontecerá.

Com a criação do Imposto Sobre Valor Agregado (IVA), serão extintos tributos que fazem parte da cesta de incentivos das indústrias da ZFM como o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), Imposto sobre produtos industrializados (IPI) e o Imposto de Importação (II).

Como fica

De acordo com o relatório, será criado o IVA dual, dois impostos que vão centralizar cinco tributos sobre consumo.

No IVA federal, estarão reunidos Imposto sobre produtos industrializados (IPI), PIS e Cofins. Já no IVA subnacional irá juntar Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Imposto Sobre Bens e Serviços (IBS).

O IBS tem como base o modelo de Imposto sobre Valor Agregado (IVA), utilizado por grandes países. Esse modelo será parte gerida pela União e outra compartilhada entre estados e Municípios. A alíquota será definida posteriormente por meio de Lei Complementar.

Pelas redes sociais, o governador do Amazonas, Wilson Lima (União Brasil), agradeceu ao relator pela preservação da Zona Franca de Manaus.

 

Acompanhe o relatório na íntegra:

Relatorio-GT-da-reforma-tributaria

 

 

 

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Os integrantes do grupo de trabalho (GT) da bancada federal amazonense, os deputados Saullo Vianna (União-AM), Sidney Leite (PSD-AM) e Adail Filho (Republicanos-AM), conseguiram garantir o modelo Zona Franca de Manaus na PEC da reforma tributaria, nesta terça-feira (6). A reunião foi realizada à portas fechadas com o relator da reforma tributária, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB).

Saiba mais:

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Segundo o relator, as vantagens competitivas da Zona Franca de Manaus (ZFM) serão mantidas na Proposta de Emenda à Constituição (PEC 45/19) que ainda será votada pela Câmara dos Deputados. A bancada federal amazonense levou informações de encontro ao relator da PEC sobre a Zona Franca de Manaus e o Simples Nacional, que são regimes tributários favorecidos atualmente e estabelecidos na Constituição Brasileira.

De acordo com Deputado Aguinaldo Ribeiro (PP), relator da PEC, as vantagens oferecidas pela Zona Franca de Manaus são estimulantes para o setor de Indústria.

“Em relação à Zona Franca, os esclarecimentos dos deputados Sidney Leite, Saullo Vianna e Adail Filho, bem como a visita do grupo de trabalho a Manaus deixaram clara sua essencialidade para o desenvolvimento socioeconômico da região Norte”, diz o texto do relator.

O relatório considerou também que o modelo é importante para a preservação do meio ambiente.

“Com efeito, juntamente com a inserção da região amazônica nas cadeias de produção, sua ocupação ordenada é decisiva no auxílio à preservação dos biomas locais”, diz.

Ribeiro assegurou, então, que o modelo permanece até o ano de 2073.

“Assim, foi compreendido que se faz necessário garantir os empreendimentos da região por tal regime, previsto até o ano de 2073, enquanto avançamos na construção de um novo modelo que ganhe em eficiência e competitividade, garantindo a expansão de empregos e a manutenção do seu patrimônio ambiental, tão importante para a soberania do país”, justificou.

Nas próximas semanas serão definidas de que forma isso se acontecerá.

Com a criação do Imposto Sobre Valor Agregado (IVA), serão extintos tributos que fazem parte da cesta de incentivos das indústrias da ZFM como o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), Imposto sobre produtos industrializados (IPI) e o Imposto de Importação (II).

Como fica

De acordo com o relatório, será criado o IVA dual, dois impostos que vão centralizar cinco tributos sobre consumo.

No IVA federal, estarão reunidos Imposto sobre produtos industrializados (IPI), PIS e Cofins. Já no IVA subnacional irá juntar Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Imposto Sobre Bens e Serviços (IBS).

O IBS tem como base o modelo de Imposto sobre Valor Agregado (IVA), utilizado por grandes países. Esse modelo será parte gerida pela União e outra compartilhada entre estados e Municípios. A alíquota será definida posteriormente por meio de Lei Complementar.

Pelas redes sociais, o governador do Amazonas, Wilson Lima (União Brasil), agradeceu ao relator pela preservação da Zona Franca de Manaus.

 

Acompanhe o relatório na íntegra:

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