
A startup chinesa DroidUP realizou exibição em Xangai para apresentar sua nova invenção, a Moya, uma robô humanoide projetada para o setor de serviços que possui feições extremamente realistas, e sua pele é quente ao toque.
A robô possui uma temperatura corporal que oscila entre 32°C e 36°C para imitar o calor humano. Além disso, câmeras posicionadas atrás dos olhos dela permitem simular expressões de alegria, tristeza e raiva ao reconhecer interlocutores. Ela também possui sensores Lidar e um sistema de câmeras para desviar de obstáculos e escolher rotas de forma autônoma.
A Moya foi apresentada pela DroidUP como a primeira robô “altamente biônica” do mundo a combinar estética humana com movimentos avançados. Ela segue a tendência de outros modelos similares, como o Optimus da Tesla ou o Figure, que pesam entre 55 kg e 75 kg, o peso médio de um humano adulto para facilitar a interação social.
A intenção da empresa é que a Moya seja usada como atendente, incluindo em estações de trem, bancos e museus. Estima-se que o custo fique em torno de US$ 176 mil (cerca de R$ 880 mil). Mas a receptividade ao produto não foi unânime: Nas redes sociais, muitos internautas têm reagido ao robô de acordo com o conceito do “vale da estranheza”, no qual a semelhança excessiva de um objeto artificial com um ser humano causa repulsa em vez de empatia.
O lançamento comercial da robô humanoide da DroidUP deve ocorrer ainda em 2026.