O governo federal avalia adotar medidas temporárias para conter a alta do preço do gás de cozinha no Brasil, diante da instabilidade no cenário internacional de energia.
Segundo o Ministério de Minas e Energia, o aumento recente está ligado a fatores externos, como oscilações no mercado global, o que exige uma resposta emergencial. A proposta é implementar ações de caráter “temporário, excepcional e anticíclico”, com foco em reduzir o impacto imediato para os consumidores.
Entre as alternativas em estudo estão a criação de subsídios ou mecanismos de compensação para segurar o preço do botijão no curto prazo, sem gerar impactos permanentes nas contas públicas.
A preocupação do governo se intensifica diante do avanço do preço do gás, que já ultrapassa R$ 150 em algumas regiões, pressionando principalmente famílias de baixa renda.
As medidas também se conectam a políticas já em andamento, como o programa Gás do Povo, que prevê a distribuição gratuita de botijões para a população mais vulnerável.
Ainda não há prazo definido para a implementação das ações, mas o tema passou a ser tratado como prioridade dentro do governo devido ao impacto direto no custo de vida da população.