Na madrugada de domingo (1º), o grupo libanês Hezbollah lançou mísseis e drones contra o norte de Israel, marcando a primeira ofensiva desde o acordo de cessar-fogo firmado em 2024.

O ataque foi confirmado por representantes da organização, que classificaram a ação como retaliação à morte de Ali Khamenei, ocorrida no sábado (28).
Segundo o grupo, os foguetes tinham como alvo posições estratégicas no território israelense. Sirenes de alerta foram acionadas em diversas cidades do norte do país, aumentando o clima de tensão na região de fronteira.
Em resposta, o exército israelense realizou, nesta segunda-feira (2), uma ofensiva aérea contra alvos no Líbano, incluindo áreas da capital Beirute. Caças bombardearam pontos que, segundo as Forças de Defesa de Israel, seriam ligados à infraestrutura militar do Hezbollah.
O balanço preliminar aponta pelo menos 31 mortos e 149 feridos, em meio ao temor de que os confrontos possam desencadear uma nova escalada militar no Oriente Médio.
A comunidade internacional acompanha com preocupação o recrudescimento das hostilidades, que ameaça desestabilizar ainda mais a região.