IA revoluciona medicina e acelera descoberta de tratamentos para doenças graves

0

 

Foto: Reprodução/Freepik

A inteligência artificial (IA) tem sido aplicada na área da saúde para acelerar a descoberta de medicamentos e o desenvolvimento de tratamentos. Entre os usos estão pesquisas voltadas ao combate de bactérias resistentes a antibióticos e estudos sobre doenças neurodegenerativas e raras.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a resistência antimicrobiana é uma das principais ameaças à saúde global. Estudo publicado na revista The Lancet estima que cerca de 1,1 milhão de pessoas morrem por ano em decorrência de infecções resistentes a medicamentos. Projeções indicam que esse número pode chegar a até 10 milhões de mortes anuais até 2050.

Pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT) utilizam IA para identificar compostos com potencial contra bactérias resistentes, permitindo analisar milhões de estruturas químicas em menos tempo que métodos tradicionais.

A tecnologia também é aplicada em estudos sobre a Doença de Parkinson, que afeta mais de 10 milhões de pessoas no mundo, segundo a OMS. No Brasil, o Ministério da Saúde estima cerca de 200 mil casos.

Além disso, a IA tem sido utilizada em pesquisas sobre doenças raras, auxiliando na análise de dados e na identificação de possíveis abordagens terapêuticas.