A desembargadora Luiza Cristina Marques, do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), negou o pedido de liberdade de Cleusimar e Ademar Cardoso, mãe e irmão da ex-sinhazinha do Boi Garantido, Djidja Cardoso. Com a decisão, os dois continuam presos preventivamente.
A defesa alegava excesso de prazo na prisão preventiva, que já dura mais de 600 dias. No entanto, a magistrada manteve a detenção até o julgamento definitivo pelo colegiado.
O caso envolve a seita “Pai, Mãe, Vida” e o uso recreativo de ketamina, que levou à morte da ex-sinhazinha. Em setembro de 2025, o TJAM anulou a sentença de 10 anos de prisão dos envolvidos por cerceamento de defesa. Com a anulação, o processo retornou às fases iniciais.
Apesar disso, a Justiça entendeu que a manutenção da prisão preventiva de Cleusimar e Ademar segue necessária devido à gravidade dos fatos.
