
O nome do ator britânico Jude Law passou a circular intensamente nas redes sociais neste fim de semana, não por novos trabalhos no cinema, mas por uma polêmica envolvendo sua filha.
O caso ganhou repercussão após o jogador Jorginho, atualmente no Flamengo, relatar nas redes sociais um episódio ocorrido em um hotel em São Paulo. Segundo ele, sua enteada, Ada Law, de 11 anos, filha de Jude Law com a cantora Catherine Harding, teria sido tratada de forma agressiva por um segurança da cantora Chappell Roan.
De acordo com o relato, a menina apenas sorriu ao passar pela mesa da artista durante o café da manhã, quando foi abordada pelo segurança, que a teria acusado de comportamento inadequado e feito ameaças de reclamação ao hotel. A situação deixou a criança abalada.
Após a repercussão, Chappell Roan se pronunciou nas redes sociais, afirmando que a menina não a assediou e que não compreende como o episódio ocorreu, destacando que tem apreço por crianças.
O caso rapidamente viralizou e ganhou destaque também fora do Brasil, repercutindo na Europa, especialmente por envolver nomes conhecidos do entretenimento e do futebol.
Jude Law, nascido em Londres, despontou no cenário internacional nos anos 1990, rapidamente se tornando um símbolo de talento e carisma. Sua estreia em Hollywood, em 1997, com “Gattaca: A Experiência Genética” (1997), o colocou no papel de um homem geneticamente perfeito, um prenúncio de sua capacidade de encarnar personagens complexos e desejáveis.
A versatilidade de Law logo se tornou sua marca registrada. Ele brilhou como o charmoso Dickie Greenleaf em “O Talentoso Sr. Ripley” (1999), papel que lhe rendeu sua primeira indicação ao Oscar, solidificando seu status de estrela em ascensão.
Em seguida, surpreendeu como o robô de prazer Gigolo Joe em “AI: Inteligência Artificial” (2001), sob a direção de Steven Spielberg, e chocou como o perturbador assassino Harlen Maguire em “Estrada para Perdição” (2002), quebrando a imagem de galã.