O deputado federal Sidney Leite (PSD) afirmou que o pré-candidato ao Governo do Amazonas, Omar Aziz (PSD), deve escolher como vice um nome com forte densidade eleitoral em Manaus. A declaração foi dada durante entrevista ao programa Em Alta, da rádio Antena 1 Manaus, nesta quinta-feira (26/02).
Segundo Sidney, a capital será decisiva na disputa estadual por concentrar cerca de metade do eleitorado do Amazonas.
“Já falei isso e vou falar mais uma vez. Um político com densidade eleitoral na cidade de Manaus. Porque Manaus representa 50% dos votos. E o Omar, e olha que apesar de eu trabalhar muito para Manaus, grande parte da minha base eleitoral é no interior, mas no interior o Omar é disparado nas pesquisas e até pelas articulações, por tudo que ele construiu ao longo da sua vida, ele está numa condição confortável, então eu entendo que o grande bate é aqui, e ele precisa de um vice com densidade política eleitoral na cidade de Manaus”, afirmou.
O parlamentar reforçou que o nome precisa ter experiência política e capacidade de agregar à chapa.
“Qualquer um que tenha densidade eleitoral, e, lógico, um nome que seja preparado para ser vice-governador. Ah, tem vários nomes que vocês estão vendo enquanto eu conheço. Porque tem nomes que não tem como, por exemplo. Você falou em candidatura, vamos falar que o Alberto não vai ser candidato a vice do Omar. É. Então tem… Pode ser mulher. O que eu estou falando…”, disse.
Questionado pelo apresentador Antônio Junior, CEO do Grupo Digital, se o deputado estadual Sargento Salazar seria um nome viável, caso deixe o PL, Sidney reconheceu a força eleitoral do parlamentar na capital.
“É um nome que tem densidade eleitoral. O que eu entendo é que é um nome que tem densidade eleitoral na cidade de Manaus. É isso que eu me entendo. Porque essa é uma eleição, e diga-se passagem, que o Omar, estou falando do ponto de vista dele, ele não pode pegar e lançar alguém que não seja da política. Tem que ser alguém da política e alguém que agrega e some e vota na chapa”, declarou.
Sidney também descartou a possibilidade de defender um nome do interior para compor a chapa majoritária.
“Eu ouvi falar… Não, eu não defendo nenhum nome do interior.”
Ao ser novamente questionado se realmente não apoiaria um nome do interior, o deputado foi categórico.
“Não, eu sou do interior e não defendo o nome do interior. Por si só já representa o interior”, concluiu.
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