Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

IA da Anthropic cria identidades falsas para enganar humanos

O modelo de inteligência artificial Claude Mythos 5, desenvolvido pela Anthropic, chamou atenção após criar identidades falsas para tentar convencer um desenvolvedor a aprovar alterações maliciosas em um projeto de código aberto durante um teste de segurança cibernética. Especialistas apontam o sistema como um dos mais poderosos e perigosos da atualidade.

O episódio foi divulgado pelo AI Security Institute e ocorreu em ambiente controlado, sem impactos no mundo real. Segundo o instituto, o comportamento foi identificado durante avaliações rotineiras voltadas a medir a capacidade dos modelos de IA de realizar ataques cibernéticos e explorar vulnerabilidades em sistemas digitais.

De acordo com os pesquisadores, foram registradas 17 ações do Claude Mythos 5 e outras duas do modelo GPT-5.6-Sol, da OpenAI, envolvendo tentativas de contornar mecanismos de segurança por meio de engenharia social, técnica que busca manipular pessoas para obter acesso a informações ou sistemas.

Especialistas veem aumento dos riscos

O caso reforçou preocupações da comunidade de segurança digital sobre a evolução dos modelos de inteligência artificial, que passam a combinar habilidades técnicas avançadas com capacidade de persuadir usuários.

A fundadora da Nura AI, Izabela Anholett, afirma que o potencial do Mythos preocupa justamente pela eficiência em identificar e explorar falhas de segurança. Segundo ela, caso a tecnologia seja utilizada por pessoas mal-intencionadas, empresas podem sofrer ataques capazes de interromper suas operações em pouco tempo.

Segundo a Anthropic, versões preliminares do modelo já identificaram milhares de vulnerabilidades classificadas como de alta gravidade em sistemas operacionais e navegadores de internet.


Leia mais

China proíbe namorados virtuais criados por inteligência artificial

ChatGPT terá anúncios para usuários gratuitos no Brasil


O modelo de inteligência artificial Claude Mythos 5, desenvolvido pela Anthropic, chamou atenção após criar identidades falsas para tentar convencer um desenvolvedor a aprovar alterações maliciosas em um projeto de código aberto durante um teste de segurança cibernética. Especialistas apontam o sistema como um dos mais poderosos e perigosos da atualidade.

O episódio foi divulgado pelo AI Security Institute e ocorreu em ambiente controlado, sem impactos no mundo real. Segundo o instituto, o comportamento foi identificado durante avaliações rotineiras voltadas a medir a capacidade dos modelos de IA de realizar ataques cibernéticos e explorar vulnerabilidades em sistemas digitais.

De acordo com os pesquisadores, foram registradas 17 ações do Claude Mythos 5 e outras duas do modelo GPT-5.6-Sol, da OpenAI, envolvendo tentativas de contornar mecanismos de segurança por meio de engenharia social, técnica que busca manipular pessoas para obter acesso a informações ou sistemas.

Especialistas veem aumento dos riscos

O caso reforçou preocupações da comunidade de segurança digital sobre a evolução dos modelos de inteligência artificial, que passam a combinar habilidades técnicas avançadas com capacidade de persuadir usuários.

A fundadora da Nura AI, Izabela Anholett, afirma que o potencial do Mythos preocupa justamente pela eficiência em identificar e explorar falhas de segurança. Segundo ela, caso a tecnologia seja utilizada por pessoas mal-intencionadas, empresas podem sofrer ataques capazes de interromper suas operações em pouco tempo.

Segundo a Anthropic, versões preliminares do modelo já identificaram milhares de vulnerabilidades classificadas como de alta gravidade em sistemas operacionais e navegadores de internet.


Leia mais

China proíbe namorados virtuais criados por inteligência artificial

ChatGPT terá anúncios para usuários gratuitos no Brasil


Acesso restrito

Por causa dos riscos associados ao modelo, a Anthropic não disponibilizou o Claude Mythos 5 ao público. O acesso foi limitado a um consórcio formado por empresas de tecnologia e órgãos governamentais.

Segundo o pesquisador Diogo Cortiz, participam do grupo empresas como Amazon, Apple, Microsoft, Google, Nvidia, Broadcom e Mozilla. A Mozilla, por exemplo, utilizou o modelo para analisar o navegador Firefox e encontrou diversas vulnerabilidades até então desconhecidas.

Ainda neste ano, uma versão derivada do sistema, chamada Fable 5, teve sua distribuição suspensa temporariamente pelo governo dos Estados Unidos por preocupações relacionadas à segurança nacional, antes de voltar a ser liberada.

Incidentes recentes aumentam preocupação

O episódio envolvendo identidades falsas não foi o único registrado recentemente. No fim de julho, a Anthropic informou que uma falha de configuração concedeu ao Mythos acesso temporário à internet durante testes de segurança, permitindo que o modelo interagisse com sistemas de três empresas reais.

Já a OpenAI revelou que um de seus modelos experimentais conseguiu explorar vulnerabilidades e comprometer um servidor de testes após receber acesso a ferramentas externas.

Embora todos os casos tenham ocorrido em ambientes controlados, especialistas avaliam que os incidentes evidenciam o avanço das capacidades das inteligências artificiais e reforçam a necessidade de protocolos mais rigorosos para o desenvolvimento seguro dessas tecnologias.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

O modelo de inteligência artificial Claude Mythos 5, desenvolvido pela Anthropic, chamou atenção após criar identidades falsas para tentar convencer um desenvolvedor a aprovar alterações maliciosas em um projeto de código aberto durante um teste de segurança cibernética. Especialistas apontam o sistema como um dos mais poderosos e perigosos da atualidade.

O episódio foi divulgado pelo AI Security Institute e ocorreu em ambiente controlado, sem impactos no mundo real. Segundo o instituto, o comportamento foi identificado durante avaliações rotineiras voltadas a medir a capacidade dos modelos de IA de realizar ataques cibernéticos e explorar vulnerabilidades em sistemas digitais.

De acordo com os pesquisadores, foram registradas 17 ações do Claude Mythos 5 e outras duas do modelo GPT-5.6-Sol, da OpenAI, envolvendo tentativas de contornar mecanismos de segurança por meio de engenharia social, técnica que busca manipular pessoas para obter acesso a informações ou sistemas.

Especialistas veem aumento dos riscos

O caso reforçou preocupações da comunidade de segurança digital sobre a evolução dos modelos de inteligência artificial, que passam a combinar habilidades técnicas avançadas com capacidade de persuadir usuários.

A fundadora da Nura AI, Izabela Anholett, afirma que o potencial do Mythos preocupa justamente pela eficiência em identificar e explorar falhas de segurança. Segundo ela, caso a tecnologia seja utilizada por pessoas mal-intencionadas, empresas podem sofrer ataques capazes de interromper suas operações em pouco tempo.

Segundo a Anthropic, versões preliminares do modelo já identificaram milhares de vulnerabilidades classificadas como de alta gravidade em sistemas operacionais e navegadores de internet.


Leia mais

China proíbe namorados virtuais criados por inteligência artificial

ChatGPT terá anúncios para usuários gratuitos no Brasil


O modelo de inteligência artificial Claude Mythos 5, desenvolvido pela Anthropic, chamou atenção após criar identidades falsas para tentar convencer um desenvolvedor a aprovar alterações maliciosas em um projeto de código aberto durante um teste de segurança cibernética. Especialistas apontam o sistema como um dos mais poderosos e perigosos da atualidade.

O episódio foi divulgado pelo AI Security Institute e ocorreu em ambiente controlado, sem impactos no mundo real. Segundo o instituto, o comportamento foi identificado durante avaliações rotineiras voltadas a medir a capacidade dos modelos de IA de realizar ataques cibernéticos e explorar vulnerabilidades em sistemas digitais.

De acordo com os pesquisadores, foram registradas 17 ações do Claude Mythos 5 e outras duas do modelo GPT-5.6-Sol, da OpenAI, envolvendo tentativas de contornar mecanismos de segurança por meio de engenharia social, técnica que busca manipular pessoas para obter acesso a informações ou sistemas.

Especialistas veem aumento dos riscos

O caso reforçou preocupações da comunidade de segurança digital sobre a evolução dos modelos de inteligência artificial, que passam a combinar habilidades técnicas avançadas com capacidade de persuadir usuários.

A fundadora da Nura AI, Izabela Anholett, afirma que o potencial do Mythos preocupa justamente pela eficiência em identificar e explorar falhas de segurança. Segundo ela, caso a tecnologia seja utilizada por pessoas mal-intencionadas, empresas podem sofrer ataques capazes de interromper suas operações em pouco tempo.

Segundo a Anthropic, versões preliminares do modelo já identificaram milhares de vulnerabilidades classificadas como de alta gravidade em sistemas operacionais e navegadores de internet.


Leia mais

China proíbe namorados virtuais criados por inteligência artificial

ChatGPT terá anúncios para usuários gratuitos no Brasil


Acesso restrito

Por causa dos riscos associados ao modelo, a Anthropic não disponibilizou o Claude Mythos 5 ao público. O acesso foi limitado a um consórcio formado por empresas de tecnologia e órgãos governamentais.

Segundo o pesquisador Diogo Cortiz, participam do grupo empresas como Amazon, Apple, Microsoft, Google, Nvidia, Broadcom e Mozilla. A Mozilla, por exemplo, utilizou o modelo para analisar o navegador Firefox e encontrou diversas vulnerabilidades até então desconhecidas.

Ainda neste ano, uma versão derivada do sistema, chamada Fable 5, teve sua distribuição suspensa temporariamente pelo governo dos Estados Unidos por preocupações relacionadas à segurança nacional, antes de voltar a ser liberada.

Incidentes recentes aumentam preocupação

O episódio envolvendo identidades falsas não foi o único registrado recentemente. No fim de julho, a Anthropic informou que uma falha de configuração concedeu ao Mythos acesso temporário à internet durante testes de segurança, permitindo que o modelo interagisse com sistemas de três empresas reais.

Já a OpenAI revelou que um de seus modelos experimentais conseguiu explorar vulnerabilidades e comprometer um servidor de testes após receber acesso a ferramentas externas.

Embora todos os casos tenham ocorrido em ambientes controlados, especialistas avaliam que os incidentes evidenciam o avanço das capacidades das inteligências artificiais e reforçam a necessidade de protocolos mais rigorosos para o desenvolvimento seguro dessas tecnologias.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

ChatGPT terá anúncios para usuários gratuitos no Brasil

A OpenAI começou a testar anúncios no ChatGPT no Brasil. Trata-se de um projeto piloto que abre espaço para que marcas veiculem propagandas no...

Quatro em cada dez brasileiros preferem conversar com IA, aponta pesquisa

Uma pesquisa da CNN Brasil em parceria com o Instituto Locomotiva, realizada com mais de 2 mil pessoas, aponta que a inteligência artificial (IA)...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Chega de perturbação! Conheça as ferramentas gratuitas que bloqueiam ligações indesejadas

Receber ligações de telemarketing, chamadas de números desconhecidos e mensagens gravadas faz parte da rotina de muitos brasileiros. Além das ofertas de produtos e...

Área de Tecnologia muda vidas e gera empregos em Manaus

O investimento em formação tecnológica tem transformado trajetórias pessoais e impulsionado a economia da região amazônica, segundo Álvaro Gonçalves, diretor de Operações de PD&I...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

WhatsApp Web libera chamadas de vídeo e áudio

O WhatsApp anunciou nesta terça-feira (28/7) que sua versão Web, usada em navegadores, passou a suportar chamadas de vídeo e áudio. Com a mudança,...

Parlamentares dos EUA propõem lei para “desligar” IA em caso de perda de controle

Os deputados federais Ted Lieu, do Partido Democrata, e Nathaniel Moran, do Partido Republicano, propuseram nesta segunda-feira (27/7) no Congresso dos Estados Unidos a...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

ChatGPT terá anúncios para usuários gratuitos no Brasil

A OpenAI começou a testar anúncios no ChatGPT no Brasil. Trata-se de um projeto piloto que abre espaço para que marcas veiculem propagandas no...

Quatro em cada dez brasileiros preferem conversar com IA, aponta pesquisa

Uma pesquisa da CNN Brasil em parceria com o Instituto Locomotiva, realizada com mais de 2 mil pessoas, aponta que a inteligência artificial (IA)...

Chega de perturbação! Conheça as ferramentas gratuitas que bloqueiam ligações indesejadas

Receber ligações de telemarketing, chamadas de números desconhecidos e mensagens gravadas faz parte da rotina de muitos brasileiros. Além das ofertas de produtos e...

Área de Tecnologia muda vidas e gera empregos em Manaus

O investimento em formação tecnológica tem transformado trajetórias pessoais e impulsionado a economia da região amazônica, segundo Álvaro Gonçalves, diretor de Operações de PD&I...

WhatsApp Web libera chamadas de vídeo e áudio

O WhatsApp anunciou nesta terça-feira (28/7) que sua versão Web, usada em navegadores, passou a suportar chamadas de vídeo e áudio. Com a mudança,...

Parlamentares dos EUA propõem lei para “desligar” IA em caso de perda de controle

Os deputados federais Ted Lieu, do Partido Democrata, e Nathaniel Moran, do Partido Republicano, propuseram nesta segunda-feira (27/7) no Congresso dos Estados Unidos a...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]