A SpaceX, empresa de Elon Musk, realizou nesta sexta-feira (24/7) o 13º voo experimental da Starship, considerada o foguete mais potente já construído. O veículo, desenvolvido para missões espaciais de longa duração, decolou sem tripulação da base da empresa no Texas, nos Estados Unidos.
O teste faz parte do processo de desenvolvimento da Starship, projetada para ser totalmente reutilizável e utilizada em futuras missões à Lua e a Marte. O voo anterior, realizado em 22 de maio, apresentou uma falha no retorno do propulsor Super Heavy, que foi perdido durante a trajetória de volta.
Após a investigação, a Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA) autorizou a retomada dos testes. Conforme o relatório aceito pelo órgão, as causas mais prováveis da falha foram os efeitos do calor sobre componentes do sistema de propulsão e configurações incorretas dos alertas dos motores. A SpaceX adotou quatro medidas corretivas, incluindo atualizações de equipamentos e programas do veículo.
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No 13º voo, a empresa avaliou mudanças nos sistemas de propulsão, na estrutura e no escudo térmico da Starship. A missão também transportou 20 satélites Starlink V3 equipados com novos componentes, como painéis solares, antenas e sistemas de comunicação a laser. Os equipamentos foram liberados no espaço para uma missão de curta duração antes da reentrada na atmosfera.
A empresa pretende tornar reutilizáveis tanto a nave Starship quanto o propulsor Super Heavy, com o objetivo de reduzir os custos e aumentar a frequência dos lançamentos espaciais. A tecnologia também integra os planos da Nasa para futuras missões tripuladas à Lua.
