Segundo os trabalhadores, algumas unidades escolares enfrentam falta de papel, impressoras e materiais pedagógicos. Servidores afirmaram que avaliações chegaram a ser adiadas e que profissionais usaram dinheiro próprio para comprar materiais.
Também foram relatadas situações de pressão contra servidores recém-ingressos, para que não participassem de mobilizações sindicais. Um professor afirmou ter ficado afastado do trabalho por um mês em razão da situação vivida no ambiente profissional.
Merenda sem padronização
A merenda escolar também foi questionada pelos profissionais. Segundo eles, há diferenças entre as refeições oferecidas nas unidades, apesar da previsão de padronização dos cardápios.
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Reivindicações da categoria
Além das condições de trabalho, a categoria cobra datas-base e retroativos considerados pendentes, aplicação do piso do magistério na carreira, convocação de aprovados no cadastro reserva, licença para qualificação e enquadramento dos monitores.
O Sintet informou que tem visitado as escolas e encaminhado denúncias aos órgãos de fiscalização. A categoria agora prepara a mobilização para a paralisação e o ato público marcados para 7 de outubro.
A Rede Onda Digital solicitou posicionamento à Prefeitura de Palmas sobre as denúncias de falta de materiais, problemas na merenda e possíveis casos de pressão e assédio, além das reivindicações funcionais e financeiras apresentadas pela categoria. O espaço permanece aberto para manifestação.
