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Amazonas lidera construção de escolas indígenas em novo pacote de investimentos do governo federal

O Amazonas será o principal beneficiado pelo novo investimento do governo federal voltado à educação indígena. No âmbito do Novo Programa de Aceleração do Crescimento, o Novo PAC, foi autorizada a construção e ampliação de 117 escolas indígenas em todo o Brasil, sendo 25 delas destinadas ao território amazonense, o maior número entre todos os estados contemplados.

A medida foi oficializada pela Resolução nº 12/2026 e integra o eixo Educação, Ciência e Tecnologia do programa. As novas escolas foram planejadas para respeitar a identidade cultural, os modos de vida e as tradições dos povos indígenas, com estruturas adaptadas à realidade de cada comunidade.

A iniciativa consolida a Política Nacional de Educação Escolar Indígena, criada em 2025, e atende a uma demanda histórica das comunidades por escolas adequadas dentro dos próprios territórios. O processo envolve articulação entre União e estados, além da anuência das lideranças indígenas, o que garante legitimidade às ações.

Além do Amazonas, outros 16 estados receberão investimentos para a construção de escolas indígenas, com destaque para Roraima, com 22 unidades, Amapá, com 17, e Maranhão, com 11. A seleção priorizou regiões onde as atividades pedagógicas ainda ocorrem em espaços improvisados e comunidades com maior vulnerabilidade social.

Os projetos das escolas seguem modelos específicos, com duas ou cinco salas de aula, definidos conforme o número de alunos. As construções consideram fatores como logística, clima e custos regionais. O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação é responsável pelos modelos arquitetônicos, enquanto a execução ocorre em parceria com os governos estaduais, com apoio da Caixa Econômica Federal.


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O Novo PAC também prevê a expansão da rede federal de ensino. Foram autorizados cinco novos campi de institutos federais em diferentes regiões do país, além de obras de consolidação em unidades já existentes, como construção de bibliotecas, salas de aula, laboratórios e estruturas esportivas.

Na educação superior, o programa inclui 22 novas obras em universidades federais e mantém um total de 377 intervenções em andamento, com investimento estimado em R$ 3,4 bilhões. Também estão previstos 11 novos campi universitários, com recursos destinados à ampliação, modernização e melhoria das condições de ensino, pesquisa e permanência estudantil.

Com os novos investimentos, o governo federal reforça a presença do Estado em áreas estratégicas e amplia o acesso à educação pública de qualidade, com atenção especial às populações indígenas e às regiões que historicamente enfrentam maior carência de infraestrutura, como o Amazonas.

 

 

*Com informações de Agência Gov.

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O Amazonas será o principal beneficiado pelo novo investimento do governo federal voltado à educação indígena. No âmbito do Novo Programa de Aceleração do Crescimento, o Novo PAC, foi autorizada a construção e ampliação de 117 escolas indígenas em todo o Brasil, sendo 25 delas destinadas ao território amazonense, o maior número entre todos os estados contemplados.

A medida foi oficializada pela Resolução nº 12/2026 e integra o eixo Educação, Ciência e Tecnologia do programa. As novas escolas foram planejadas para respeitar a identidade cultural, os modos de vida e as tradições dos povos indígenas, com estruturas adaptadas à realidade de cada comunidade.

A iniciativa consolida a Política Nacional de Educação Escolar Indígena, criada em 2025, e atende a uma demanda histórica das comunidades por escolas adequadas dentro dos próprios territórios. O processo envolve articulação entre União e estados, além da anuência das lideranças indígenas, o que garante legitimidade às ações.

Além do Amazonas, outros 16 estados receberão investimentos para a construção de escolas indígenas, com destaque para Roraima, com 22 unidades, Amapá, com 17, e Maranhão, com 11. A seleção priorizou regiões onde as atividades pedagógicas ainda ocorrem em espaços improvisados e comunidades com maior vulnerabilidade social.

Os projetos das escolas seguem modelos específicos, com duas ou cinco salas de aula, definidos conforme o número de alunos. As construções consideram fatores como logística, clima e custos regionais. O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação é responsável pelos modelos arquitetônicos, enquanto a execução ocorre em parceria com os governos estaduais, com apoio da Caixa Econômica Federal.


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Na educação superior, o programa inclui 22 novas obras em universidades federais e mantém um total de 377 intervenções em andamento, com investimento estimado em R$ 3,4 bilhões. Também estão previstos 11 novos campi universitários, com recursos destinados à ampliação, modernização e melhoria das condições de ensino, pesquisa e permanência estudantil.

Com os novos investimentos, o governo federal reforça a presença do Estado em áreas estratégicas e amplia o acesso à educação pública de qualidade, com atenção especial às populações indígenas e às regiões que historicamente enfrentam maior carência de infraestrutura, como o Amazonas.

 

 

*Com informações de Agência Gov.

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