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Amazonas registra mais de 2 mil casos de febre Oropouche em 2024

Estado decretou surto de Oropouche em 1° de março; FVS contabilizou mais de 2 mil casos confirmados da doença este ano.

O Amazonas registrou mais de 2 mil casos de Febre do Oropouche no período de 1° de janeiro até a última quinta-feira (14/3). A informação foi divulgada pela Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) no novo informe Epidemiológico das Arboviroses.

Em 1° de março, o governo do Estado reconheceu o surto da doença.

Segundo o boletim, na quinta (14), a FVS-RCP divulgou que 2.066 casos da doença foram confirmados no Amazonas, no período em questão. A confirmação é feita por critério laboratorial ou clínico-epidemiológicos.


Leia mais:

Dengue: Brasil registra mais de 1 milhão de casos em 2024 e mortes chegam a 214

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Saiba mais sobre a doença

O mosquito Culicoides paraense, conhecido popularmente como maruim ou mêruim, é o principal transmissor do vírus que pode causar a febre Oropouche. Ele é 20 vezes menor que o aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya.

O pesquisador da Fiocruz e especialista em vetores, Sérgio Luz, falou sobre o mosquito, que é quase imperceptível ao olho nu:

“A infecção ocorre porque o mosquito, no caso a fêmea, que precisa sugar sangue para fazer o desenvolvimento dos seus ovos e da sua prole. Então, elas sugam o sangue e acontece a transmissão. O vírus Oropuche tem alguns reservatórios, que são animais silvestres, que tem o vírus e não causa nada a eles e que eles podem se alimentar desses animais silvestres e trazer essa infecção para o homem”.

Os principais sintomas da doença são parecidos com o da dengue e incluem:

  • Febre alta;
  • Dores de cabeça, musculares e nas articulações;
  • Calafrios, às vezes acompanhados de náuseas, vômitos;
  • Erupção cutânea.

O médico virologista e especialistas em arbovírus, Pedro Vasconcelos, esclareceu mais sobre possíveis sintomas:

“Após a picada infectante, o período de incubação varia de dois a quatro dias, em média, podendo chegar a sete a dez dias, sendo mais comum entre três e quatro dias. Também há cefaléia, calafrios, dor retro-ocular, que as pessoas referem muito, como sendo dificuldade de mover os olhos”.

Os sintomas também podem depender da forma clínica como o vírus se apresenta. Infectados podem apresentar dor cabeça, febre, náuseas, vômitos, dores musculares e articulares. Mas dependendo do caso, o vírus também pode acometer pessoas de forma leve, com apenas um quadro febril indiferenciado por um dia ou dois, e depois a cura.

*Com informações de G1

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O Amazonas registrou mais de 2 mil casos de Febre do Oropouche no período de 1° de janeiro até a última quinta-feira (14/3). A informação foi divulgada pela Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) no novo informe Epidemiológico das Arboviroses.

Em 1° de março, o governo do Estado reconheceu o surto da doença.

Segundo o boletim, na quinta (14), a FVS-RCP divulgou que 2.066 casos da doença foram confirmados no Amazonas, no período em questão. A confirmação é feita por critério laboratorial ou clínico-epidemiológicos.


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O pesquisador da Fiocruz e especialista em vetores, Sérgio Luz, falou sobre o mosquito, que é quase imperceptível ao olho nu:

“A infecção ocorre porque o mosquito, no caso a fêmea, que precisa sugar sangue para fazer o desenvolvimento dos seus ovos e da sua prole. Então, elas sugam o sangue e acontece a transmissão. O vírus Oropuche tem alguns reservatórios, que são animais silvestres, que tem o vírus e não causa nada a eles e que eles podem se alimentar desses animais silvestres e trazer essa infecção para o homem”.

Os principais sintomas da doença são parecidos com o da dengue e incluem:

  • Febre alta;
  • Dores de cabeça, musculares e nas articulações;
  • Calafrios, às vezes acompanhados de náuseas, vômitos;
  • Erupção cutânea.

O médico virologista e especialistas em arbovírus, Pedro Vasconcelos, esclareceu mais sobre possíveis sintomas:

“Após a picada infectante, o período de incubação varia de dois a quatro dias, em média, podendo chegar a sete a dez dias, sendo mais comum entre três e quatro dias. Também há cefaléia, calafrios, dor retro-ocular, que as pessoas referem muito, como sendo dificuldade de mover os olhos”.

Os sintomas também podem depender da forma clínica como o vírus se apresenta. Infectados podem apresentar dor cabeça, febre, náuseas, vômitos, dores musculares e articulares. Mas dependendo do caso, o vírus também pode acometer pessoas de forma leve, com apenas um quadro febril indiferenciado por um dia ou dois, e depois a cura.

*Com informações de G1

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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