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Artistas fazem protesto em Manaus por morte de venezuelana que viajava pelo Brasil

Na tarde de sábado (6/01), artistas e amigos da venezuelana Julieta Hernández, que foi morta no interior em Presidente Figueiredo enquanto viajava de bicicleta pelo Brasil, fizeram um protesto em Manaus. O ato aconteceu no Largo de São Sebastião, em frente do Teatro Amazonas.

Os manifestantes, indignados, chamaram a atenção das autoridades para o caso. O ato em memória da venezuelana na capital amazonense foi convocado pelas redes sociais e organizado coletivamente por artistas, grupos de teatro, circo e artes cênicas.

A ação foi batizada de “Para Sempre #JulietaPresente”.

“Fizemos um ato simbólico pedindo justiça pelo o que aconteceu com a nossa amiga, também falamos palavras de ordem pelo fim do feminicídio no Amazonas. Tudo é muito sensível para a gente e até gatilho mesmo.

A Julieta era muito conhecida em Manaus, já participei de trabalhos dela, passou em 2023 apresentado espetáculos no Barravento, era uma amiga. Perdemos uma amiga, mas sobretudo uma mulher”, disse Jady Castro, artista de dança.

Entenda o crime

Julieta tinha 38 anos e estava no Brasil há 8. Ela pedalava por diversos estados do país fazendo apresentações circenses. Em passagem por Presidente Figueiredo, ela foi atacada por um casal que estava morando de favor no mesmo refúgio que a artista estava hospedada, segundo a polícia.

O casal está preso pelo crime: Thiago Agles da Silva, de 32 anos, e Deliomara dos Anjos Santos, de 29 anos. Segundo depoimentos, Thiago estuprou e roubou Julieta, e por ciúme Deliomara ateou fogo nos dois e depois teria estrangulado Julieta. Ela depois ocultou o cadáver.

Julieta fazia parte de um grupo de artistas e cicloviajantes “Pé Vermêi”. Os integrantes do grupo costumam informar os demais sobre onde estão, antes de ficarem sem sinal de telefone e internet. Segundo sua amiga, Ana Melo, o último contato com a amiga foi em 23 de dezembro. Ela foi morta neste mesmo dia.

Segundo o delegado Valdinei Silva, os suspeitos confessaram o crime e, inicialmente, devem responder por homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

*Com informações de G1.

 

 

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Na tarde de sábado (6/01), artistas e amigos da venezuelana Julieta Hernández, que foi morta no interior em Presidente Figueiredo enquanto viajava de bicicleta pelo Brasil, fizeram um protesto em Manaus. O ato aconteceu no Largo de São Sebastião, em frente do Teatro Amazonas.

Os manifestantes, indignados, chamaram a atenção das autoridades para o caso. O ato em memória da venezuelana na capital amazonense foi convocado pelas redes sociais e organizado coletivamente por artistas, grupos de teatro, circo e artes cênicas.

A ação foi batizada de “Para Sempre #JulietaPresente”.

“Fizemos um ato simbólico pedindo justiça pelo o que aconteceu com a nossa amiga, também falamos palavras de ordem pelo fim do feminicídio no Amazonas. Tudo é muito sensível para a gente e até gatilho mesmo.

A Julieta era muito conhecida em Manaus, já participei de trabalhos dela, passou em 2023 apresentado espetáculos no Barravento, era uma amiga. Perdemos uma amiga, mas sobretudo uma mulher”, disse Jady Castro, artista de dança.

Entenda o crime

Julieta tinha 38 anos e estava no Brasil há 8. Ela pedalava por diversos estados do país fazendo apresentações circenses. Em passagem por Presidente Figueiredo, ela foi atacada por um casal que estava morando de favor no mesmo refúgio que a artista estava hospedada, segundo a polícia.

O casal está preso pelo crime: Thiago Agles da Silva, de 32 anos, e Deliomara dos Anjos Santos, de 29 anos. Segundo depoimentos, Thiago estuprou e roubou Julieta, e por ciúme Deliomara ateou fogo nos dois e depois teria estrangulado Julieta. Ela depois ocultou o cadáver.

Julieta fazia parte de um grupo de artistas e cicloviajantes “Pé Vermêi”. Os integrantes do grupo costumam informar os demais sobre onde estão, antes de ficarem sem sinal de telefone e internet. Segundo sua amiga, Ana Melo, o último contato com a amiga foi em 23 de dezembro. Ela foi morta neste mesmo dia.

Segundo o delegado Valdinei Silva, os suspeitos confessaram o crime e, inicialmente, devem responder por homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

*Com informações de G1.

 

 

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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